<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577</id><updated>2012-01-24T15:38:54.963-08:00</updated><title type='text'>Masoquismo Mental.</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>157</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-1938705288520625887</id><published>2012-01-22T07:41:00.001-08:00</published><updated>2012-01-22T07:41:43.174-08:00</updated><title type='text'>Outro Alguém</title><content type='html'>É estranho eu me tornar alguém que eu sempre odiei. Todos os dias, olhar no espelho é algo insuportável, não consigo engolir ver minha imagem, digeri-la e sorrir diante de mim mesma. &lt;br /&gt;Todas as vezes tento recusar que nunca odiei aquilo, ou a mim mesma, e todo o estilo que se envolve por trás de ser ou não ser alguém.&lt;br /&gt;- Carol, vamos sair. - Alguém, um daqueles que odeio me diz suave, pelo telefone, ou aparecendo em minha janela ou por qualquer meio que convier. Não quero, não quero, não quero!&lt;br /&gt;- Tá. Já tô descendo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então sair por aí. Fumar cigarros que me dão asco, beber bebidas baratas e dançar musicas repetitivas. No final das contas, todos sentados na sarjeta, vomitando, lamuriando, chorando, rindo feito dementes. Todos juntos, tudo ao mesmo tempo. E depois de algum tempo, todos se metem em alguma casa, fumam alguma coisa, injetam outra, cheiram isso e aquilo, e cada um vai pro seu próprio mundo de merda. E eu também. Mesmo que eu odeie, eu estou lá, atirada no chão, no vomito, no meu próprio desgosto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É triste pensar que acabei me tornando o que eu sempre mais odiei. É triste pensar que voltar, no final das contas, é impossível. Eu nunca vou deixar de ser esse alguém que não sou eu. Esse alguém que me tornei por você.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-1938705288520625887?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/1938705288520625887/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2012/01/outro-alguem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1938705288520625887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1938705288520625887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2012/01/outro-alguem.html' title='Outro Alguém'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-209824637267103323</id><published>2012-01-10T18:23:00.000-08:00</published><updated>2012-01-10T18:25:24.807-08:00</updated><title type='text'>Conto de Ninar</title><content type='html'>Um sonho anda atormentando minha cabeça nos últimos dias. No começo estou me observando dormir. A luz da manhã entra pelas frestas da cortina, iluminando minhas paredes azuladas. Estou deitada de uma forma desconfortável, meio torta, com a cabeça posta pra trás. Mas durmo em um sono tranquilo. Vestida por uma blusa preta e calcinha da mesma cor, me mexo até me ajeitar em uma posição normal, de barriga pra baixo. Me assistir ali, é incomodo. Me sinto incomodada por me ver dormir. Isso me da um impulso de gritar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; - ACORDE!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A voz que sai de minha boca, não é minha, e eu, na cama, acordo de um salto, assustada. Agora, não sou mais a plateia de meu sono, e estou de volta ao meu corpo. Rodeio meu quarto com os olhos, observando  cada canto do meu quarto da onde vinha o grito. Nada. Me levanto, muito rápido, fico tonta, a visão foca preta por uns instantes e então tudo volta ao normal.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vou andando pelo corredor em direção a sala, mas a casa parece um pouco diferente do habitual. Mas isso não me incomoda.  As cortinas da sala estão fechadas, e vejo meu pai, sentado de costas pra mim vendo televisão. “Vendo”. Pois há só estática ali. Chamo por ele varias vezes. Não sei se é minha voz que não funciona, ou se ele não me responde, não há som nenhum na casa depois do grito que me acordou. De novo, minha percepção do sonho muda, e meus olhos, a minha visão vem da televisão. Como se eu fosse a televisão assistindo meu pai. E ele está coberto de sangue, com a barriga aberta e suas tripas caídas no carpete branco da sala. A boca aberta, e os olhos bem abertos, esbugalhados, fixando o olhar em mim... Digo, na televisão. Me vejo logo atrás de meu pai , indo em direção a ele, vendo meus lábios se moverem mas não há nenhum som.  E então meus olhos voltam pro meu corpo. Inconscientemente, já sei o que vou ver, então dou um passo pra trás. A curiosidade, a maldita, é mais. Corro até meu pai, toco-lhe o ombro e ele cai de lado, com as tripas gotejando o chão, a língua caindo fora da boca, numa mistura de sangue e saliva. Ele fede. Os olhos vidrados.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saio correndo, e mesmo que me lembre do chão da minha casa ser muito barulhento, nem um som é feito. Meus gritos, meu choro, não são nem sequer ouvido por mim mesma. Correndo pelo corredor, entro no quarto de minha irmã, quase que pra fugir da realidade. Ela só tem 5 anos e seu quarto é coberto por castelos, coisas de princesa e contos de fadas. Assim que fecho a porta, e olho para o centro do quarto, pendurada pelo lustre que imitava aqueles de castelo antigo, esta ela, enforcada, roxa. Assim como as pernas dela, penduradas, fracas, sinto as minhas amolecer. Os olhos dela se fixam no meu, enquanto seu pequeno corpo balança morbidamente. Uma gota de sangue escorre pelo canto dos lábios dela. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recupero a minhas pernas ,esticando a mão tremulas, abro o trinco da porta que imitava um grande diamante. Me arrasto pelo corredor até sentir que podia correr novamente. Minha mãe. Corro para o quarto dos meus pais, abro a porta um pouco temerosa, mas não há nada. A cama está feita. As janelas estão com a cortina aberta, e o sol banha o quarto. É a primeira vez que eu vejo o sol, depois de acordar. Respiro fundo, e quando estou pra sair do quarto, vejo a porta do banheiro entre aberta. Meus olhos marejam pois já sei o que vou encontrar. Empurro a porta do banheiro com uma das mãos, enquanto seguro meu estomago com a outra, relutante pra não vomitar. Dentro da banheira, uma banheira cheia de sangue, está minha mãe afogada, deitada de costas, nua. O corpo inchado e arroxeando, e os cabelos castanhos longos dançando na água de sangue suavemente.  Á agua vermelha, cheirando a ferrugem escorre lentamente pelas bordas da banheira, e chegam até meus pés. Corro de volta até o corredor. Um silêncio mortal. Atravesso a porta da frente, e olho pra rua. Não existe nada a não ser uma rua reta e infinita de chão batido, onde era pra afinal ter uma rua movimentada. Isso não está certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ACORDE!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-209824637267103323?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/209824637267103323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2012/01/conto-de-ninar.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/209824637267103323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/209824637267103323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2012/01/conto-de-ninar.html' title='Conto de Ninar'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-5533475020714473843</id><published>2012-01-10T13:30:00.001-08:00</published><updated>2012-01-10T13:30:59.953-08:00</updated><title type='text'>A flor.</title><content type='html'>Então, lá estávamos nós, como sempre. Andando de mãos dadas pelas ruas de trás da avenida, onde provavelmente não encontraríamos ninguém. Eu ria o tempo todo das piadas sem graça que você fazia, dividindo tridente de melancia, e eu, como boa apaixonada sempre com uma música de trilha sonora na cabeça. Faz tanto tempo...&lt;br /&gt;Eu pedia pra você me levar até em casa, mas lembro de que foram incontáveis as horas que ficávamos sentados na calçada da rua atrás da minha casa, pra ficar conversando, trocando beijos, sorrisos e frases idiotas. Era puro coração, era alma. Até acho que teríamos dado certo, em algum ponto que agora olho pra trás. Minha independência era mais forte que tudo, e um pouco do teu orgulho e nossas solidões misturadas. Mas isso já não importa mais, é tudo passado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro do dia que estávamos debaixo de uma arvore, que tinha pelas florezinhas rosas, tão bonitinhas. Você resolveu que queria dar uma pra mim, pulou e puxou o galho. Infeliz foi que o galho quase acabou por acertar meu olho, e arranho meu rosto. Eu não sabia se ria, ou se me aliviava por não estar cega. E você me pedindo mil perdões, beijando meu rosto, a flor caída no chão no desespero de eu quase ter perdido um olho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a flor ficou lá. E com o tempo, o amor também. Não é culpa de ninguém, só do tempo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-5533475020714473843?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/5533475020714473843/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2012/01/flor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5533475020714473843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5533475020714473843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2012/01/flor.html' title='A flor.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-6060775602995357886</id><published>2012-01-05T17:51:00.001-08:00</published><updated>2012-01-05T18:06:35.570-08:00</updated><title type='text'>Quente.</title><content type='html'>Era um sábado suportável no calor insuportável.&lt;br /&gt;Todo mundo andava pela rua se abandando, meio cabisbaixo, e não era nem dezembro ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Algumas menininhas estavam de biquíni nos seus jardins amorenando a pele, utilizando aqueles óleos de cheiro enjoativo de canela e banana. Os garotos sem camisa, de skate passavam propositalmente mais lentamente na frente dos jardins das mesmas garotinhas que desamarravam a parte de trás do biquíni para que o sol banhasse as costas. Os meninos assobiavam provocantes, e as meninas, todas elas, se derretiam. Pra uns dias depois, borrarem as maquiagem de tanto chorar por eles.  São só meninos, afinal, todos eles. &lt;br /&gt; Algumas crianças pequenas se molhavam com mangueiras verdes reluzentes na calçada, rindo, com os olhos semicerrados pelo sol ofuscante, ou estavam em casa, doente pela mudança repentina do tempo, ardendo nos 40 graus de febre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mães batendo papo no portão, com frases casuais, com segredos que todo mundo já sabe, com risadas já ridas, mas tudo muito bom dentro do padrão que tinham se acolhido. Os pais, tomando cerveja, sentados nas mesas falando de coisas que não arriscavam falar perto de suas lindas esposas. O futebol era cuspido e discutido na mesa, entre os gritos e risos semiembriagados. O casamento frustrante e em decadência não passava na cabeça de ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas pessoas passavam o dia inteiro nos computadores. Outros trancafiado em porões úmidos se cagando de rir por dividir um baseado com seu melhor amigo. Ouvindo música baixa, mas que com o tempo o ouvido se acostuma e parece realmente alta no silencio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas era um dia quente, e o silêncio não existia. Todos suados, com as roupas mais frescas, e o inferno na terra, e o céu laranja. Mas mesmo assim estava todo mundo bem. Todo mundo sustentando um pouquinho de felicidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E olha, que não era nem Dezembro ainda.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-6060775602995357886?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/6060775602995357886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2012/01/quente.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/6060775602995357886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/6060775602995357886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2012/01/quente.html' title='Quente.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-7282923253136827954</id><published>2011-12-24T08:03:00.000-08:00</published><updated>2012-01-07T05:51:38.885-08:00</updated><title type='text'>Enkel.</title><content type='html'>Tinha, lá pra lá, em um lugar que nem tinha nome de tão longe, uma pequena cidade. Não viviam mais de algumas centenas de pessoas lá, mas era o suficiente.  Suficiente para o mundo acabar ali mesmo. Era meio precária, cabanas tortas no meio do morro, algumas vacas e hortas em seus próprios terrenos. Não que cada pessoa tivesse um próprio território marcado, porque era tudo de todo mundo, tudo amigável porque o pecado não tinha ainda tocado a alma daqueles seres humanos tão distantes... Mas por pouco tempo.&lt;br /&gt;Há alguns anos, Elizabeth, uma mulher baixinha e loira, por causa de um estupro nunca contado pra ninguém, tinha dado a luz a uma menina igualmente loira, dos olhos azuis e das bochechas rosadas. Chamaram-na de Enkel. Seria a experiência mais pura, mais linda e perfeita, mas havia algo errado com Enkel. E com a ajuda do pouco tempo e pouco amor vindo da mãe, ela não era como uma criança normal. Nos primeiros anos, a mãe da menina não achava normal porque ela não chorava. Não chorará na hora do parto, e nem depois. Simplesmente permanecia quieta, com os grandes olhos azuis claros sempre olhando fixamente pra face de quem a pegasse no colo, ou olhando para todos os cantos do quarto onde estava.&lt;br /&gt;Quando desenvolveu a habilidade de andar, Enkel quebrava tudo ao seu alcance. Não sem querer, ela simplesmente pegava as coisas, e quebrava da maneira que achava mais prudente. E gostava de quebrar coisas que tinham algum valor para os outros. Parecia que ela sabia como fazer os outros sofrer.  Várias vezes o marido de Elizabeth espancou Enkel, castigou-a. Mas nenhuma lágrima, só o rosto infantil, olhando o homem. Ele se sentia culpado, todas as vezes, mas não via outras alternativas. E isso ela nem tinha passado da idade de três anos.  E por mais que a mãe dela tentasse, ela não falava. Ficava quieta, com os lábios cerrados, apenas olhando a mãe implorando pra que ela falasse “mamãe”.&lt;br /&gt;Com a idade de sete ou oito anos as coisas começaram a ficar um pouco mais sérias. Quebrar janelas já não era dos seus passatempos favoritos, mas sim matar pequenos animais. Constantemente achavam-na em galinheiros coberta de sangue e penas de galinha. Matou uns gatos, ratos, pássaros. A primeira vez que Elizabeth viu a menina sorrir foi quando tinha pelos 10 anos de idade e com algo que se aproximava de um canivete um uma adaga nas mãos, e um pequeno bezerro morto perto de si em um campo de gado. &lt;br /&gt;Até tentaram colocar a pequena junto com outras crianças em uma escolinha infantil. Mas ela sempre estava perseguindo as outras meninas e meninos, batendo, puxando os cabelos, mordendo as crianças até que o sangue saísse grosso entre os cortes dos dentes de Enkel. &lt;br /&gt; Aquilo foi a gota d’agua. &lt;br /&gt;Todas as pessoas da cidade estavam amedrontadas pela a alma Enkel.  Os mais velhos diziam que ela era o pecado em carne e osso, e outros diziam que era a filha do próprio Belzebu. Nenhuma família dormia sossegada, nenhuma criança brincava na rua, e constantemente os cabelos loiros avoaçados atormentavam os moradores. Elizabeth teve de tomar medidas drásticas em trancar a garota no porão de dois metros por quatro que tinha em casa. Só abria a porta pra alimentar a menina.  Alguns padres, exorcistas, benzedeiros e até feiticeiros (nos momentos de mais fúria de Enkel, quando se podia ouvir ela se debatendo contra as paredes do porão), mas nenhuma reza, mandinga ou magia acalmava a menina.  Só saia de lá uma vez em 10 dias, amarrada às marras pelo seu pai e mais alguns corajosos que se despunham de sua força pra segurar e amarar a garota. &lt;br /&gt;Com 17 anos, com uma inteligência incomparável para qualquer pessoa residente naquela vilinha onde ela morava, a fúria de Enkel estava cada vez maior. E piorava.  Entendia o medo deles, e isso fazia a sorrir, e o ódio nunca explicado, e a vontade de matar, e a vontade de provocar os outros, de sangue, de dor dos outros só crescia.  Em uma das “viagens” pra fora do porão, amarrada e colocada contra um armário da cozinha conseguira pegar uma faca, discretamente que havia sido esquecida ali, e colocar por debaixo da saia, mesmo com as mãos amarradas nas costas.  E quando seus malditos pais saiam para ir rezar pela alma da filha na igreja, ela tentava quebrar o cadeado pela fenda que tinha entro as madeiras da parede e a da porta.  Tinha uma hora por dia quando seus pais saiam juntos, entre dez dias que não era feita a limpeza em seu “quarto” pra futricar na fechadura. Não preciso mais do que cinco. A raiva, e o fato de não ter medo da dor que tinha nas mãos de tanto mexer a faca precária, ela conseguira abrir a porta. &lt;br /&gt;Pulou a janela baixa, com suas roupas sujas e fedendo, duma mistura sangue e urina seca, com os cabelos desgrenhados de ficar 24 horas por dia num local pequeno e úmido. Com metade da vila na igreja, as ruas estavam vazias e foi fácil de roubar roupas limpas de algum menino num varal correr em direção as florestas que cercavam ali, e ficar se escondendo até que anoitecia.  Vestiu a camiseta masculina branca de botões, e as calças, não com muita dificuldade, pois apesar de ser roupas quase de criança, Enkel não era tão grande. Com galhos finos trançados e amarrou os cabelos em um rabo de cavalo.&lt;br /&gt;  Não demorou muito pra ter que se meter mais pra dentro da floresta, pois homens estavam atrás dela, gritando seu nome, suplicando para que aparecesse. Mas ela sabia que no fundo nenhum queria que ela aparecesse, e que se sumisse de vez pra sempre, pois estavam morrendo de medo de que a loirinha aparecesse. De longe, nas sombras, e com a facilidade de correr com roupas de meninos e pés descalços se escondia entre as arvores, só observando enquanto a noite caia. Portavam armas nas mãos, então ela não podia arriscar. &lt;br /&gt;Enquanto a cidade adentrava a floresta, ou se abrigavam em suas casas, Enkel deu a volta na cidade, e entro de volta nas suas ruas desertas e de pouca iluminação. Andou em direção da igreja. Entrou dentro dela, sujando o piso de terra molhada, com a imagem de cristo em uma cruz acima do altar, lhe fitando com o olhar triste. Parecia saber que aquela menina não tinha mais alma pra ele, e nunca teve. Ela sorriu, com os dentes escancarados para a estátua acima dela na cruz e se segurou pra não gargalhar.&lt;br /&gt;Com as pequenas mãos, derrubou propositalmente algumas velas que estavam ali por almas inocentes pelo chão e logo o fogo começou a se espalhar pelos panos do altar, e pela madeira do chão. Andando de costas para a porta, olhando o fogo se espalhar com facilidade sorriu, e saiu pela porta, ficando a frente da igreja. Umedeceu os lábios, e quase que em um piscar de olhos a igreja toda ardia em chamas altas, amarelas e vermelhas, vorazes e cheia de fúria de Enkel. &lt;br /&gt;A cidade ia despertando de seus pesadelos, pra viver um real. Pouco a pouco algumas pessoas começaram a sair de suas casas gritando, pedindo ajuda a Deus, e desesperadas. Logo havia uma multidão as costas da garota loira, que não se virou, mas tinha em seu rosto o sorriso do próprio diabo. Se debatendo entre a multidão até chegar à frente estava Elizabeth. &lt;br /&gt;- Enkel! – gritou a mulher ao chegar à frente de todos, e ficar a uma distancia de cinco metros da filha, que se virou e a fitou com o olhar baixo e vermelho pelo fogo que ardia as suas costas. &lt;br /&gt;- Mamãe. – soou debochada, e a mulher caiu de joelhos ao ouvir pela primeira vez a voz do seu bebê. A garota riu e se aproximou da mulher de joelhos e a puxou pelos cabelos pra mais perto do fogo, onde estava antes. &lt;br /&gt;A multidão se mexia a cada movimento de Enkel, mas ninguém fazia nada. Ninguém tinha coragem de falar, até parece que tinham se esquecido como se andava, ou fazia qualquer coisa.  – Por quê? Por quê? – Gritava a mãe desamparada enquanto a filha a arrastava pelos cabelos pra mais perto da igreja. Jogou a no chão, fazendo um pouco de poeira levantar.  Com toda a fúria quente no peito, Enkel falou. No momento pareciam apenas palavras baixas só para a mãe, mas todos os aldeões juraram ouvir como se fossem sussurros dentro dos próprios ouvidos. &lt;br /&gt;- O diabo mandou lembranças da onde eu vim, e disse que não se esqueceu dos teus pecados.&lt;br /&gt;Todos olhando Enkel, Enkel olhando todos, sua mãe chorando fracamente. Ela virou as costas ao povo e foi entrando na igreja em chamas, devagar, tranquila, a fúria queimada.  &lt;br /&gt;Houve boatos por anos sobre essa história, sobre a roupa que ela usava de verdade, que na verdade ela nem era loira, que a mãe dela não tinha esse nome, que algumas pessoas desmaiaram enquanto ela falava, ou até que morreram.  Mas a frase é sempre a mesma. O nome é sempre o mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O porão, o sangue e o fogo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-7282923253136827954?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/7282923253136827954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/12/enkel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7282923253136827954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7282923253136827954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/12/enkel.html' title='Enkel.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-7640845801730371914</id><published>2011-12-17T13:14:00.001-08:00</published><updated>2011-12-17T13:16:57.714-08:00</updated><title type='text'>Na tardinha.</title><content type='html'>Pensei em tomar um café forte.&lt;br /&gt;Pensei em comer alguma coisa.&lt;br /&gt;Pensei em arrumar aquelas roupas bagunçadas.&lt;br /&gt;Pensei em tirar umas fotos decentes.&lt;br /&gt;Pensei em fazer algo pela minha vida.&lt;br /&gt;Pensei em ser um pouquinho mais feliz.&lt;br /&gt;Pensei até em você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada disso fiz. &lt;br /&gt;É a preguiça.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-7640845801730371914?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/7640845801730371914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/12/na-tardinha.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7640845801730371914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7640845801730371914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/12/na-tardinha.html' title='Na tardinha.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-771148510573243532</id><published>2011-12-16T19:09:00.000-08:00</published><updated>2011-12-16T19:14:18.235-08:00</updated><title type='text'>A luz que a lua não tem.</title><content type='html'>E estava lá a lua, parada. Minha alma quase sempre inquieta, acalma. Meu pés frios, esquentam. Minha alma derrete, é o verão. Mais uma palavras no papel, um pé na frente do futuro mas não pra seguir e sim pra tropeçar. E a lua, amarela lua, no céu sozinha sem estrelas, pobre lua. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou tão lua quanto ela própria. Sozinha, precisando de uma iluminação que eu nunca fui capaz de produzir por mim só ser. Preciso de ti como todas as outras coisas que não tenho. Preciso um pouco mais de mim, um pouco mais de não pensar demais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sozinha. Lifeless. Eu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-771148510573243532?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/771148510573243532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/12/luz-que-lua-nao-tem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/771148510573243532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/771148510573243532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/12/luz-que-lua-nao-tem.html' title='A luz que a lua não tem.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-4361729586870192375</id><published>2011-12-10T14:46:00.000-08:00</published><updated>2011-12-10T15:43:03.819-08:00</updated><title type='text'>Mais um dia qualquer</title><content type='html'>Segunda-feira, um tédio total. O sol resolveu querer matar todo mundo hoje. Ninguém prestando atenção em nenhuma palavra que a palestrante falava que até ela se perdeu várias vezes, e não se achava. Gaguejava bastante, provavelmente a primeira palestra dela, mas não era problema de ninguém ali. Dia errado pra ela começar, muito quente. Quem diria que depois dali ela beberia tanto o se fracasso e acabaria em um hospital em coma alcoólico. Mas isso não era problema de ninguém dentro do salão. Cada um tinha seus próprios problemas.&lt;br /&gt;O ar quebrado, e os ventiladores portáteis que trouxeram não eram suficientes. Uma menina de cabelo cacheada estava grávida, e batucava o lápis na mesa freneticamente. Mas isso não era problema de ninguém, além dela e do loirinho do fundo da sala, que roia as unhas. Era o pai. &lt;br /&gt;Outra fungava e espirrava frenéticamente, gripada em dezembro com os termômetros  37 graus, até pra mais. Morreu uns dias depois da palestra. Mas nem foi da gripe, atropelada mesmo. Mas isso era um problema de ninguém mais La naquela a sala.&lt;br /&gt;Tinha um guri, chamado... Ninguém sabia o nome dele na real, mas chamavam ele de Jones. Jones dormia em todas as aulas, todas as palavras, o intervalo inteiro. Um vagabundo visto pelos outros dali, babando na classe em cima dos próprios livros. O que ninguém sabia é que ele trabalhava a noite toda pra sustentar a mãe viciada e a irmã menor, tinha no máximo 4 horas de sono decente e ainda tinha que estudar pra caralho pra segurar a bolsa naquela faculdade particular.  Problema só dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele calor que me faz crer fielmente que o inferno era ali, eu não tinha nenhum problema. Eu achava que tinha, vários. Tipo as contas, os amores, mas o meu era menos. Eu era menor.  Bem pequeno. E no final, todo mundo dentro do seu próprio mundo de problemas, crescendo, chorando, desistindo e morrendo.  Mais morrendo do que qualquer coisa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-4361729586870192375?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/4361729586870192375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/12/mais-um-dia-qualquer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/4361729586870192375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/4361729586870192375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/12/mais-um-dia-qualquer.html' title='Mais um dia qualquer'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-2147445816372669129</id><published>2011-12-04T16:31:00.001-08:00</published><updated>2011-12-04T16:38:33.927-08:00</updated><title type='text'>Obsoleto.</title><content type='html'>- Toda a sua negação não vale um centavo! Eu me lembro bem da vez que tu escreveu, e disse, e sentiu que me amava. Você pode enganar todo mundo, menos a mim.&lt;br /&gt;- Tanto faz.&lt;br /&gt;- Da onde que veio toda essa indiferença? E pra que essa indiferença? Tu costumava a me amar, e ler os teus poemas pra mim. Pra que isso tudo agora?&lt;br /&gt;- Sei lá.&lt;br /&gt;- Sei lá? SEI LÁ? Porra Luiza.&lt;br /&gt;- É, sei lá. &lt;br /&gt;- Caralho. Eu achei que tu me amava.&lt;br /&gt;- Eu também achei. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coçou o nariz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vai embora.&lt;br /&gt;- Eu já fui faz tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí se beijaram. &lt;br /&gt;E começou tudo de novo. Ela se afastou, ele ficou puto, ela volta, e ele acha que vai dar certo. Mas nunca dá. Sempre dá. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Até quando, Luiza? Até quando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela traga o cigarro lentamente, e sorri com os olhos semi-cerrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Pra sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ri.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-2147445816372669129?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/2147445816372669129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/12/obsoleto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2147445816372669129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2147445816372669129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/12/obsoleto.html' title='Obsoleto.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-6949448916877240273</id><published>2011-12-04T14:21:00.000-08:00</published><updated>2011-12-04T16:09:23.570-08:00</updated><title type='text'>Cruel</title><content type='html'>Aquela lanchonete, do fim da rua. Tão perto e tão longe. &lt;br /&gt;E tu decidiu que ia se encontrar lá.&lt;br /&gt;Lá com outro alguém, que não eu, que tão distante.&lt;br /&gt;E eu?&lt;br /&gt;Onde eu estou?&lt;br /&gt;-&lt;br /&gt;E eu que só tinha um coração,&lt;br /&gt;me sinto um tanto afundando na lama. &lt;br /&gt;Agora ando pelas ruas esperando que alguém me encontre,&lt;br /&gt;alguém que não é real, ou que não existe.&lt;br /&gt;A culpa é sua.&lt;br /&gt;-&lt;br /&gt;Chora. &lt;br /&gt;E todos seus suicídios, e todos os meus.&lt;br /&gt;Eu vou tentar mais umas vez, vem comigo.&lt;br /&gt;Olha só meu peito aberto, toda a vergonha escorrendo entre meus dentes.&lt;br /&gt;-&lt;br /&gt;As mãos em ti não são as minhas.&lt;br /&gt;As minha mãos não são as minhas.&lt;br /&gt;As suas mãos, cadê?&lt;br /&gt;Cocaína. &lt;br /&gt;E teu sorriso, aberto, maniaco.&lt;br /&gt;E teu choro, sofrido, desesperado.&lt;br /&gt;São 5 e meia da manhã.&lt;br /&gt;-&lt;br /&gt;E então eu morri na praia.&lt;br /&gt;e você feliz na tua casa de campo,&lt;br /&gt;com seus filhos puxando sua saia rodada.&lt;br /&gt;Eu afogado.&lt;br /&gt;Eu morto.&lt;br /&gt;Podia ter sido diferente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-6949448916877240273?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/6949448916877240273/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/12/cruel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/6949448916877240273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/6949448916877240273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/12/cruel.html' title='Cruel'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-8943342565157678045</id><published>2011-11-21T11:33:00.000-08:00</published><updated>2011-11-21T11:46:29.112-08:00</updated><title type='text'>Ana, Anabel.</title><content type='html'>- Eu te amo muito. – Falou Ruan, baixo, ao pé do meu ouvido. Fez cócegas e eu me encolhi em um arrepio, mesmo na noite abafada de verão. Meus olhos já estavam novamente marejados e ele percebeu. Sentada em seu colo, enquanto admirávamos o céu estrelado e a lua na praia, ele me abraçou forte, roçando a barba por fazer na minha nuca. – Ah, Bel. Não chora de novo, sério! – Passou o dedo por de baixo do meu olho onde uma lágrima tinha escapado. – Não fica assim...&lt;br /&gt; - E como você quer que eu fique?! – Explodi, e me soltei do seu abraço, e indo andar na areia. Era engraçado como ficava molhada de sereno da madrugada, mas eu não estava ligando pra isso no momento. – Você vai embora! Me deixar, Ruan! E eu sei lá quando eu vou te ver de novo! – Eu gritava com toda a força, em meio de soluços e voz chorosa.&lt;br /&gt; -Você fala como se fosse minha escolha... Ruan falou baixo, olhando para os all star azul que eu já estava tão acostumada a ver. &lt;br /&gt; -Três anos! Nós namoramos a quase três anos! E eu te amo tanto! ISSO NÃO É JUSTO!&lt;br /&gt; - Não é minha culpa, porra! Pare de fazer com que essa merda toda pareça minha culpa, Anabel! – Agora ele gritava também, e eu chorava alto feito um bebê.&lt;br /&gt; Cai de joelhos ao chão, chorando, e coloquei as mãos cheias de areia sobre o rosto. Sentia-me fraca, desprotegida, como uma criança abandonada. – Ana! Anabel, meu amor, por favor, não chore.. Me perdoa. – Ele se ajoelhou na areia ao meu lado, e limpou meu rosto que se misturava em areia e lagrimas. – Já te expliquei que a escolha não é minha. Eu preciso ir com meus pais. Não posso ficar aqui, sozinho. – Ele viu que eu ia falar algo, mas continuou – Eu sei que não ia ficar totalmente sozinho, tenho vocês e meus amigos, mas eu não posso morar de favor na sua casa, ou de um amigo nosso, entenda isso. – Deu uma pausa e me puxou pra perto de seu corpo, e me beijou de um jeito fofo e mágico e quase cruel. – Eu sei que é longe, muito longe. Mas ainda estaremos em baixo do mesmo céu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Beijou-me mais uma vez, e foi assim que acabou minha história com Ruan. [...]*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;*Trecho de um projeto antigo meu, que não vngou muito bem. Gosto dessa parte, então vou deixa-la solta aqui. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-8943342565157678045?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/8943342565157678045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/11/ana-anabel.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/8943342565157678045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/8943342565157678045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/11/ana-anabel.html' title='Ana, Anabel.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-3443541361806042493</id><published>2011-11-11T18:21:00.000-08:00</published><updated>2011-11-11T18:23:55.596-08:00</updated><title type='text'>I do.</title><content type='html'>O salão não é tão grande quanto queriamos, e nem todos os queridos estão por perto. Mas os que estão, são muito importantes. Essa meia luz, e a nossa música tocando, tu ajeitando meu cabelo desjeitosamente, todo mundo em volta, alguns sentados, alguns de pés, muitas cameras e flashes. &lt;br /&gt;Teu sorriso é tão lindo, combinando com meus olhos marejados. Meu vestido branco, longo. Se lembra quando eu disse que eu não ia usar longo? E eu nem tô de tênis como eu prometi a muitos anos atrás. Estranho isso agora. E você fica tão lindo de terno como eu disse que ficaria. Dançar com você é tão fácil... Tua mão na minha cintura, e meus braços envolta do teu pescoço. Eu tenho que me controlar pra não chorar, porque isso é tudo que eu sempre quis. Eu e você. &lt;br /&gt;Dublando a letra da música, com a testa encostada, dançando lentamente, num momento que não acaba, e todos sorrindo, e alguns parentes chorando e amigos bebendo, e todo nosso futuro na palma da nossa mão. Pra sempre.&lt;br /&gt;Eu aceito ter você para o resto da minha vida. É tudo que eu mais quero.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-3443541361806042493?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/3443541361806042493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/11/i-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/3443541361806042493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/3443541361806042493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/11/i-do.html' title='I do.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-2045575303842732007</id><published>2011-11-09T17:04:00.000-08:00</published><updated>2011-11-09T17:55:20.532-08:00</updated><title type='text'>Domingos.</title><content type='html'>Era verão, mas assim, aqueles começos de manhã meio frios, meio estranhos, bem nublados e com nuvens pesadas. &lt;br /&gt;Tinha acordado de um sonho colorido que não conseguia lembrar direito, e meu cérebro fazia o favor de não me deixar dormir de novo. Não passava de 15 graus, e eu não sei porque eu fui dar uma volta.&lt;br /&gt; Não tinha ninguém pelas ruas, tudo vazio. Eu só ouvia os pássaros gorjeando, trinando e cantando diversos tipos de sons. Era bonito de certo modo, mas não é algo que me prende muito. E eu tava com frio. Estava só com uma camiseta de dormir, casaco fino e shorts de boxer. Fiquei dando voltas pelas ruas pra dentro da minha, por onde eu nunca tinha estado. Cidade tão pequena, e eu simplesmente nunca, nunca tinha andado direito pelo meu próprio bairro. &lt;br /&gt;Em certo ponto da minha caminhada, eu já nem sentia tanto frio, e até amarrara o cabelo com um galinho fino que encontrará no chão. Tinha andado 30 minutos, e tinha encontrado uma parte meio distante de casas, tipo uma reserva, onde um grande grupo de árvores circulava um lago de coloração escura. Era bem largo o lago, tipo uns 25 metros de largura e o triplo de comprimento. &lt;br /&gt;Me sentei em baixo de uma dessas árvores e fiquei observando um pato na beira do lago. Ele meio que tremia, e parecia não ter coragem de entrar na água gelada. Ainda não tinha sol e tinha um vento meio cortante correndo entre as árvores e tremulando o lago. Fique um bom tempo observando o pato. E pensando o quanto eu era idiota de levantar da cama num domingo de manhã de verão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levantei a cabeça, e olhei pra outra margem do rio. Havia uma criança lá. Uma menina. De vermelho, na beira do lago, que nem o pato. Balançava lentamente pra frente e pra trás nos seus próprios pés que pareciam descalços. Brincava sinistramente com as mangas compridas do vestido vermelho. Os cabelos castanhos cacheados voavam com o vento, na frente do rosto, só que o mesmo voltado pra baixo, como se olha-se o próprio reflexo na água. Eu apostaria alto que essa lago não era nada raso. Me levantei e fiquei ainda olhando pra ela. Balançando, preguiçosamente. &lt;br /&gt;Eu queria dizer algo, abri a boca e parecia que ela sabia que ela sabia que eu ia o fazer. Levantou o rosto (mesmo que não possível de eu ver direito nada, além de seus lábios pequenos e rosados) e quase sorriu pra mim. Eu sei que era difícil de dizer se ela estava ou não sorrindo pra mim dessa distancia mas eu meio que "senti" que ela o fazia. &lt;br /&gt;"Shhh. Não se meta do que não é da sua conta"&lt;br /&gt;Ela sibilou. Eu juro que sibilou. Eu vi os lábios se mexendo. Eu ouvi, claramente nos meus ouvidos, como se sussurrasse, só pra mim. Engoli a seco, e ela sorriu. Claramente sorriu entre seu cabelo bagunçado, com seu vestido de veludo vermelho sangue. E então ela pulou na água. E afundou, e o lago tremeu, e se suavizou em segundos. Foi num piscar de olhos e ela não estava mais ali. Mordi o lábio, me sentindo meio apavorada, e dei um passo pra trás, mas senti minhas costas bater em algo, me desequilibrei e cai sentada, cerrando os olhos.&lt;br /&gt;Eu falei, eu implorei a mim mesma que eu continuasse com os olhos cerrados, enquanto estivesse com a grama contra o meu rosto, caída na beira do lago. Mas eu não me obedeci. Eu abri os olhos e vi pés infantis, sujos de lama, e um vestido de veludo pingando água. Eu não vi, mas com certeza senti um sorriso parando no ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque eu não continuei dormindo naquele domingo de manhã?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-2045575303842732007?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/2045575303842732007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/11/domingos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2045575303842732007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2045575303842732007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/11/domingos.html' title='Domingos.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-4073768908604324868</id><published>2011-10-31T12:35:00.000-07:00</published><updated>2011-10-31T13:14:03.002-07:00</updated><title type='text'>Aos meus Amores, Amantes, Amados, e afins.</title><content type='html'>Meus. MEUS. &lt;br /&gt;Meus e de mais ninguém. &lt;br /&gt;Por hoje e só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elementos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para as mechas de cabelo colorido, meu peito nu contra o teu. Sorriso que vacila, que cresce, que some. Tudo escuro, teu olhos na noite. E você não sente, não me sente, não se senta. Inquieto, e eu roendo os dedos, porque as unhas já se foram a tempo. Os cafés e a fumaça invisível na varanda. A pouca vodka com muito gelo, muito desdem com pouco caso. Cospe, bate, range os dentes lindamente tortos, e não chora. "Chorar?" Livros, dezenas deles, centenas juntando os meus com os teus. Teus dedos gelados sempre. Caneta, e papel, e tinta na pele, e pele na boca. O verde, das arvores, da camiseta, do lapis, do olhos, da casa. O rasa das bochechas e dos mamilos. A nossa flor mais bonita, cara desmaqueada na manhãzinha, ódio puro. Dentes, mordidas, garras, roxos, risadas bêbadas. A gente. A igreja queimando na mente. Aos triplos, aos quadrupolos. Tiros no escuros, brincadeiras infantis, roupa velha e vestido caro. Milhares de gostos de bocas diferentes, beijos gelados de sorvete de butiá, horas no deck olhando um céu azul que não existe mais. Os chiclets que não me deu, o guaraná. A praça, o retrato (que eu sei que usa com foto de outro alguém). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos presentes que nunca foram dados, os desenhos feito a mão, e as cartas. Fita do lado do cabelo da outra menina, e minhas calças rasgadas no joelho quando eu cai de bicicleta. Cheiro bom, perfume barato. Letra feia que tu não entende, aqueles textos meus que tu não entende mais diz amar, e os grandes demais que lê pela metade. O fim era pra ti. Perca de pontos e virgulas, perca de tempo. Tua língua dançando com a minha,as horas de videogames. Teus braços, meus abraços. Fotos, espinhas, cabelos crescendo, A última música, o último filme, beijo e colo. Nariz escorrendo. Frio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colchão contigo, cantar baixinho, nariz com nariz. Dedos pela coluna, braços, suspiro no ouvido. Gemido. Arrepio. Ciúmes! Muito ciúmes. Todo o ciúme do mundo. Sinuca, sofá. Olhos revirando. Beijos na testa, nos braços, na boca. Lábios rosados. Andar de carro. Entrelaçar de dedos. Mentir. Sentar na escada. Morango. Ah, como tu é doce, delicada. Falta de dinheiro, calcinha vermelha. Blusa caída, vergonha. Pescoço e panturrilha. Mãos por todo o corpo. Fotos só tuas. As palavras bonitas e complicadas sem sentido. Textos e indiretas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Internet, muito da internet. Redes sociais, entrevistas, fotos, gostos estranhos e iguais. Muita mentira, muita traição. De amor, de confiança...tipo diamante quebrado.  Webcam, pimenta. Queria poder voltar pro teu colo e pros dias antigos. Cappuccino, sete de setembro. Shows desconhecidos, festas, danças promiscuas, dedos onde não deviam estar. Olhos fechados, pescoço posto pra trás e tua mão na minha cintura. Barba roçando no meu rosto e gosto de cigarro. Sedução. Maldita abóbora arrependida. Confiar. Não confiar. Fim de tarde, fim do amor. Por-do-sol. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cueca, eu de sutiã e sorriso idiota. Pizza, sorvete, tererê. Lagrimas, chorando cachoeiras, cortes no rosto, cicatriz, a falta que você me faz. Lábios mordidos, feridas abertas, peito dilacerado. Acidentes de percurso, acidente de carro. Três tchaus em uma noite só, beijos desapaixonados. Cortina florida, cozinha cheia de gente despedaçada. O simples fato de eu não saber quem sou, quem tu é, quem tu foi e quem tu vai ser. Todos vocês. Toda eu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você ainda lembram de todas as coisas que passamos? Eu lembro. A primeira frase, a última também. A do meio e a que saiu pela metade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda e qualquer semelhança do texto com a vida real aqui escrita é real.&lt;br /&gt;É verdade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-4073768908604324868?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/4073768908604324868/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/10/aos-meus-amores-amantes-amados-e-afins.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/4073768908604324868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/4073768908604324868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/10/aos-meus-amores-amantes-amados-e-afins.html' title='Aos meus Amores, Amantes, Amados, e afins.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-2385131639120419241</id><published>2011-10-12T17:47:00.000-07:00</published><updated>2011-10-12T18:11:44.439-07:00</updated><title type='text'>Madness II</title><content type='html'>Passei tempos, dias, meses, pensando nesse momento. Ah, Carol... se você soubesse. Meus olhos ardem, eu estou cheio de você, cheio do seu cheiro, todo esse tempo, cheio de uma furia infinita que desconto a cada chute. orque diabos você teve que me deixar? Tem muita coisa que eu queria que você soubesse, mas acho que não tenho muito tempo. &lt;br /&gt;Você grita demais, mas aqui ninguém vai te ouvir. Além de mim. Podia ter ouvido antes, todos os prós e contras da minha mente, mas escolho isso. Você morrer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que eu nem sei porque estou fazendo isso. Que horas são? Um dia se quer me amou, princesa? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ando pra lá e pra cá, segurando os cabelos mais compridos que o normal, naquele momento de já encacheando. Olhando pra você, seus cabelos lisos e loiros, caídos no chão, perto da parede, banhados do teu sangue... é quase arte. Todas as lagrimas no meu rosto, são suas. E as suas, que nunca chorou por mim antes... maldita. Querendo fugir? Não dessa vez. Te pego pelos ombros, e te jogo pro lado. Cambaleante se vai de costas no chão. Te chuto, chuto, todo o sangue que sai ela tua boca, e cortes, a sua falta de respiração. Me é apavorante, mas gosto da sensação.&lt;br /&gt;- Eu sempre...amei...você! - minha voz sai como um corvo, entre os dentes cerrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teus olhos castanhos, teus lábios rosados com esse batom que eu nunca vi. E teu cabelo ta com um corte diferente do que eu me lembro. Eu preferia o outro. E pra que toda essa maquiagem? Tu é tão bonita... Desde da ultima vez, eu desejava acabar com você, porque você acabou comigo. Desde a ultima palavra, aquele ódio quando joguei o vaso de flor contra a parede. Furioso. &lt;br /&gt;Vou até a mochila, aquela velha que usei na viagem a Europa contigo, e tiro minha arma, tremendo. Minhas mãos estão suadas demais, odeio isso. Tem um buraco no meu peito, desde o dia que tu foi. &lt;br /&gt;Você caída, sangrando, chorando, tudo arte minha. Nem parece um dia a guria que foi minha mulher. &lt;br /&gt;- Carol.&lt;br /&gt;Meus olhos prestes a chorar. Dentes cerrados, engatilho a arma.&lt;br /&gt;- Gi-Gil..&lt;br /&gt;Aponto a arma pra tua cabeça, eu não posso suportar ouvir o que tem a dizer, a ouvir sua voz, sentir a tua dor que eu tô provocando. Engulo a seco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fecho os olhos com força, gatilho apertado. &lt;br /&gt;Não tenho coragem de abri-los, então mais uma vez engatilho a arma, e apontando pra minha testa, aperto o gatilho pela última vez. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia ficou vermelho, que nem o tom da minha fúria.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-2385131639120419241?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/2385131639120419241/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/10/madness-ii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2385131639120419241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2385131639120419241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/10/madness-ii.html' title='Madness II'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-4410533409576686494</id><published>2011-10-12T17:28:00.000-07:00</published><updated>2011-10-12T17:30:57.490-07:00</updated><title type='text'>Madness</title><content type='html'>Todas os gostos amargos do mundo, estão espalhados na minha boca, agora. Principalmente esse gosto de ferro enferrujado, quente na minha língua. Esse gosto de vermelho. Eu consigo ver todo esse ódio nos seus olhos, me olhando, pegando fogo, brasa quente. A cada chute que me da, o gosto fica mais intenso, e eu sinto minha visão turvar. Eu não queria perder a visão agora, ver teu rosto enfurecido, é quase arte. &lt;br /&gt;Eu não consigo ouvir meus próprios gritos, apesar de saber que são altos. Altos demais, que nem você. Cospe em mim, e senta em cima de mim, me desferindo socos no rosto, me batendo contra o chão. É assim que é o amor, afinal? Porque você sempre me disse amar, mesmo que eu fosse embora você disse que me amaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Porque tu tá fazendo isso? Que horas são? Quem é você, meu príncipe?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Se afasta, com as mãos na cabeça, andando pra lá e pra cá. Me encolho contra a parede, tentando me levantar, num impulso animal, eu sinto tanta dor que não sinto nada. Ah, minha perna ta quebrada. Todas as lagrimas que jamais chorei por você estão no meu rosto, no teu rosto, no chão. Eu tô até próxima da porta, eu podia... não, você me viu. Droga, me pega pelos ombros e me joga pro outro lado, com as costas no chão. Chutes, chutes, sangue, falta de respiração, tudo turvo, entorpecer. &lt;br /&gt;- Eu sempre...amei...você! - me fala em cada chute.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Isso não é normal. Ou será que é assim o amor, afinal? A loucura do amor? Talvez.&lt;br /&gt;- Tu fica aí, que tu não vai sair daqui. Não viva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Teus olhos azuis nem são mais azuis, teu cabelo tá bem diferente do que eu me lembro de antes. Fazia quanto temo que eu não te via? Uns 4, 5 meses? Mais ou menos? Não consigo ordenar meus pensamentos agora. Mas esse cabelo não era assim, nem tinha essa barba. Tu sabe que eu não gosto de barba. Será que ficou pensando em acabar comigo desde nossa ultima conversa, que quebrou aquele vaso velho no corredor da minha casa, saiu furioso... mais furioso que agora. &lt;br /&gt;Agora mexendo nessa mochila, tremendo, babando, com os olhos arregalados... Nem parece o homem que um dia foi meu marido. &lt;br /&gt;- Carol. &lt;br /&gt;Foco meus olhos nele, olhos marejados, olhos totalmente vulneráveis. E depois, na arma na tua mão. Reluzente, engatilhada.&lt;br /&gt;- Gi-Gil..&lt;br /&gt; Aponta na minha testa, faz uma careta de ódio, engole a seco, mostra os dentes, com toda a fúria amostra. &lt;br /&gt;Aperta o gatilho, com os olhos fechados. &lt;br /&gt;O dia ficou vermelho, que nem o gosto quente na minha boca.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-4410533409576686494?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/4410533409576686494/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/10/madness_12.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/4410533409576686494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/4410533409576686494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/10/madness_12.html' title='Madness'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-9115469257774859933</id><published>2011-09-30T19:41:00.000-07:00</published><updated>2011-09-30T20:08:36.530-07:00</updated><title type='text'>Metade de mim é amor</title><content type='html'>- Aonde tu tá?&lt;br /&gt;- Ahn, no centro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu nem te conhecia direito ma época, não sabia toda a diferença que você ia fazer na minha vida, mas eu já gostava quando me ligava pra falar bobagens. Eu gostava da tua voz. Queria agora poder lembrar dela, mas tudo que eu lembro são teus olhos azuis.&lt;br /&gt;-Perto aqui de casa? - me perguntou, e garanto que estava sorrindo, só pelo teu tom de voz. &lt;br /&gt;-Hm... mais ou menos. Tô pra cá da praça do centro já. E já to indo pra casa, tá ficando tarde. - com os braços cruzados, equilibrei o celular no ombro e na orelha. Dei uma olhada no relógio do pulso, e vi que já passava das sete e meia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quer que eu te leve pra casa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu queria,claro. Encostada na parede de fora do meu sebo preferido, com uma sacola de livros velhos - mas novos pra mim - nas mãos. Fiquei olhando a chuva fina caindo de leve.&lt;br /&gt;- Que isso! - fiz uma contradição da minha própria vontade. - tá chovendo, não quero incomodar, não precisa.&lt;br /&gt;- Eu não me importo com a chuva. Tem certeza?&lt;br /&gt;- Tenho, tenho. Sério, não precisa.&lt;br /&gt;- Ah, tá bom... tchau. - senti uma pontadinha de decepção na voz dele.&lt;br /&gt;- Tchau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desligou. Fechei o telefone, e joguei dentro da sacola de livros.Baixei a cabeça e encarei a chuva fina e fria. &lt;br /&gt;Como posso ser tão estúpida ao ponto de recusar que ele me levasse até em casa? Andei mais rápido do que o normal, engolindo a tristeza e decepção de mim mesma. Mordendo o lábio, pensando em possibilidades absurdas se eu tivesse aceitado a companhia dele. &lt;br /&gt;De longe, ouço passos de corrida atrás de mim, podera, com a chuva aumentando desse jeito. Os passos vão diminuindo com o tempo que se aproxima de mim, e quando olho para o meu lado esquerdo, ele, sorrindo, com as mãos pousadas nos joelhos recuperando o folego, e me olhando com os olhos azuis muito claros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uau - deu uma pausa pra puxar o ar - você anda bem rápido. &lt;br /&gt;- Não acredito que você veio até aqui correndo! - ri, abraçando-o. &lt;br /&gt;- Se você quiser, posso voltar pra casa e... - falou apontando o polegar pra trás, sorrindo pra mim. &lt;br /&gt;- Para de bobagem. - dei mais um abraço dele, sentindo o cheiro do perfume no pescoço. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele me deu a mão e andamos na chuva, conversando pouco e se olhando muito. Foi uma caminhada de uns 10 minutos até a esquina da minha casa. &lt;br /&gt;- Obrigada por vir. De verdade. &lt;br /&gt;- Não tem problema, madame. - ele sorri. &lt;br /&gt;- Então tchau. &lt;br /&gt;- Tchau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me olhou nos olhos,crispando o lábio, e virou as costas indo embora, olhei por uns segundos ele ir, e virei as costas pra ir embora, mas antes de dar o primeiro passo ele me chamou, voltando correndo.&lt;br /&gt;-Hey! &lt;br /&gt;Me puxou pelo braço e me beijou na chuva, em baixo apenas da luz da lua. Eu me perdi no mundo por alguns segundos. Tudo que eu sentia era o gosto, o cheiro, o toque, o abraço, a língua, os olhos fechados, a alma.... Quando ele me soltou de seus braços, eu ainda estava de olhos fechados, e um tanto tonta. &lt;br /&gt;Ele sorriu, se afastando, sem dizer nenhuma palavra. Não que eu ache que precisasse de alguma palavra. Estava tudo feito. &lt;br /&gt;Devo muito a ti e aquele dia. Foi ali que eu descobri que eu podia ter em quem confiar, um abraço e um ombro amigo. Foi ali, que, na primeira vez me senti amada de verdade. Me senti num livro, como os que eu carregava. Eu tinha descobrido o que era amor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-9115469257774859933?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/9115469257774859933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/09/metade-de-mim-e-amor.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/9115469257774859933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/9115469257774859933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/09/metade-de-mim-e-amor.html' title='Metade de mim é amor'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-3227147040214845987</id><published>2011-09-30T15:38:00.000-07:00</published><updated>2011-09-30T15:52:19.395-07:00</updated><title type='text'>The Doors</title><content type='html'>Eu não gosto quando as coisas ficam turvas na minha cabeça. Geralmente eu consigo lembrar de todos os fatos com clareza, todos os detalhes frescos na minha cabeça; É fácil, quase um vício. Ter uma boa memória sempre me ajudou a escrever.&lt;br /&gt;Não é o caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinha um porta, eu de um lado, você do outro. Eu sei que porta é essa, mas no momento, nas minhas lembranças era como e fosse uma porta prendida ao temo e ao espaço, uma porta ou um portal. Você carregava em seus ombros algo realmente pesado. Uma caixa? Um amplificador? Todos as tuas dores e seus pecados? Não sei. Ridiculamente, mas minhas mãos papéis leves, que nem minha alma naquela época. Um contraste estranho. &lt;br /&gt;Quando eu dava um passo a frente, você fazia o mesmo. Quando eu abria espaço pra trás, você fazia o mesmo. Uma sincronia idiota que durou menos de dez segundos, mas que foi suficiente pra arrancar esse teu sorriso no meu, minha timidez na tua. &lt;br /&gt;-oi&lt;br /&gt;-oi&lt;br /&gt;Daí você passou, e eu também, e a mágica se desfez e tudo agora é tão nítido que não me tem mais graça. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda porta que eu te vi, foi na minha, acompanhado de gente que eu conhecia tão pouco mas fiz questão de comentar algo estupido, pra que tu notasse minha presença. Não precisava disso, vi teus olhos em mim, assim como os meus em ti. Disfarçando, lentamente, encostado na parede com seus fones de ouvido branco, fazendo um solo de bateria invisível, vestindo seus all star azul e sua flanela vermelha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te vi através de uma porta de vidro, outro dia, também. Sentado no banco, com um livro no colo. Bem concentrado, sentado totalmente largado bem do jeito que eu faço. &lt;br /&gt;Na porta de elevador, me sorrindo e me dando bom dia, perguntando o meu nome, ou acenando pra mim da porta do prédio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;muitas portas. Muito eu e você.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-3227147040214845987?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/3227147040214845987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/09/doors.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/3227147040214845987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/3227147040214845987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/09/doors.html' title='The Doors'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-1467086877060193408</id><published>2011-09-25T19:27:00.000-07:00</published><updated>2011-09-25T19:35:39.541-07:00</updated><title type='text'>Preview</title><content type='html'>Me empurrou, e eu cai do meio fio que eu me equilibrava. &lt;br /&gt;- Ow! Para, como tu é chato. &lt;br /&gt;É um daqueles meus rituais, de quando eu era pequena, andar no meio-fio da rua, equilibrando-me ali como se toda minha vida dependesse disso. Ele nem liga muito para o que eu ligo, me empurra sem meu consentimento. Me irrita tanto esse sorriso na cara dele, esse sorriso torto e todo debochado, esses olhos semi-cerrados por causa do sol, esses braços cruzados no peito em baixo da manga curta verde, esse cabelo que eu mesmo baguncei.... Me irrita. &lt;br /&gt;- Tu que é um porre, guria. &lt;br /&gt;Continua sorrir, e rir, e eu faço uma careta de desaprovar. Ele não é muito de ligar e sustenta o sorriso. Maldito. &lt;br /&gt;Dai, daqui a pouco eu nem lembro porque eu tô brava com ele. Ele sorri tanto que faz eu me esquecer do... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;do que eu tava falando mesmo?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-1467086877060193408?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/1467086877060193408/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/09/preview.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1467086877060193408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1467086877060193408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/09/preview.html' title='Preview'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-7710524923806921781</id><published>2011-09-18T20:03:00.000-07:00</published><updated>2011-09-18T20:04:03.758-07:00</updated><title type='text'>pra você:</title><content type='html'>não é que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu precise&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de você; eu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;só preciso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de alguém.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-7710524923806921781?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/7710524923806921781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/09/pra-voce.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7710524923806921781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7710524923806921781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/09/pra-voce.html' title='pra você:'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-7863742983835139844</id><published>2011-09-18T17:32:00.000-07:00</published><updated>2011-09-18T17:58:17.603-07:00</updated><title type='text'>Limbo me é.</title><content type='html'>Eu já nem existo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, tudo o que eu fiz na minha vida, todas as minha ações, movimentos, conquistar, sorrisos, tristezas, são nulas. Todos os passos que eu dei na minha vida, não fazem mais sentido. Respirar não é necessário, apesar de eu tentar faze-lo aqui no limbo, por puro instinto. Aqui não existe ar, e a única coisa que eu sinto é uma queda infinita. Não tenho roupas no corpo, nem pelos no corpo, é como ser um bebê novamente. Nenhum som é emitido aqui e estou completamente sozinha. Diferente de quando em vida, agora eu até aprecio a solidão. Me deixo cair de todas as maneiras. Mas eu gosto de esticar as pernas e os braços pro céu (não é bem o céu, você entende, pra cima) e cai em gravidade zero com as costas para baixo. Eu não enxergo nada, não sinto nenhum cheiro, mas ironicamente sinto um gosto familiar na boca: picolé de uva. Aquele picolé de uva feito em casa pela minha vó, no sitio que a muito tempo eu não tinha uma lembrança se quer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora me lembro das coisas mais absurdas, que antes pareciam tão insignificantes e esquecidas no fundo da minha mente. Como aquele cavalo marinho rosa de pelúcia que eu andava pra cima e pra baixo, quando criança. O meu primeiro beijo com um idiota qualquer, quando eu caí perto do garoto que eu gostava, quando eu estava deita na na grama, olhando as nuvens da noite se moverem lentamente tapando e destapando as estrelas que piscavam monotonamente. Eu queri sorrir lembrando dessas memórias, mas eu não comando mais no meu corpo. Eu só sou alma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro agora de cair no lago. De não saber nadar. De não ter ninguém por perto, me afogar, e morrer. Simples assim, morrer. &lt;br /&gt;Morrer não é tão dolorido quando eu pensava, mas também não tão tranquilo quanto diziam. Mas como eles podiam dizer, se estavam todos vivos? Tão idiota pensar nisso agora. Afinal, será que isso ainda ode ser considerado pensar? Agora fico aqui considerando que todas as coisas no mundo não existem, e era tudo um sono. E eu acabei de despertar. E agora ficarei assim pra sempre, até dormir de novo e acordar em uma nova vida. Talvez seja isso a  vida e a morte. Talvez eu esteja sonhando nesse exato momento. Tantos talvez.... e eu que achei que teria todas as certezas, todas as respostas quando morresse. Idiota, eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora as outras pessoas que estão vivas e eu não (ou no meu sonho que acordei). Minha mãe, pai, amigos, namorado... Antes eu era Aline, agora eu sou o Limbo, e o Limbo me é. Vou esperar. Tenho muito o que pensar, muito o que desvendar dentro da minha própria mente, coisa que nunca fiz em vida. Nunca parei. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa noite.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-7863742983835139844?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/7863742983835139844/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/09/limbo-me-e.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7863742983835139844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7863742983835139844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/09/limbo-me-e.html' title='Limbo me é.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-5196909089094739795</id><published>2011-09-15T18:41:00.001-07:00</published><updated>2011-09-15T18:58:33.600-07:00</updated><title type='text'>Encaixe.</title><content type='html'>Entre o teu, e o gosto do cigarro, escolhi o segundo. &lt;br /&gt;Não por vaidades, mas um pouco de ego. Essa falta de respeito, esse ódio todo me explode de vez em quando. Não é de proposito, apesar de saber que tudo que tu fala é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre me apaixonar e falar, preferi negar. &lt;br /&gt;Se eu perder, perco sozinha. Se ganhar aí só eu que ganho, como diria Ana. É que o problema não é nem eu, sabe? É você. Toda a burocracia, toda aquela merda de amor. Não é pra mim, muito menor pra você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre te acompanhar no ritmo, fui embora.&lt;br /&gt;Tudo é muito diferente, tua voz da minha, o jeito que olhamos pras coisas e todo o mundo em si. Será eu que tô vivendo num mundo muito paralelo, imaginando coisas fora do real? Eu querendo cobrar de você, coisa que você nunca me deu e nunca vai poder dar. Nem pra mim nem pra ninguém. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossas mentes não encaixam. &lt;br /&gt;Não vou mais tentar &lt;br /&gt;me convencer do&lt;br /&gt;contrario.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-5196909089094739795?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/5196909089094739795/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/09/encaixe.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5196909089094739795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5196909089094739795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/09/encaixe.html' title='Encaixe.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-1280858223259604438</id><published>2011-09-13T19:13:00.000-07:00</published><updated>2011-09-13T19:27:19.752-07:00</updated><title type='text'>Foda-se o romance</title><content type='html'>Tinha um céu azul sobre nossas cabeças, e uma grande nuvem fofa branca, feito algodão. Eu fiquei observar ela ser levada pelo vento maritimo, em quando eu tinha uma melodia na cabeça,mas eu não conseguia lembrar a letra da música.&lt;br /&gt;Sentamos na ponta do pier de madeira. Como euqueria que ele tivesse pegado na minha mão, olhado pra mim de uma forma diferente... mas ele só fazia falar, falar muito. Eu, no mais ouvia. A vezes nem ouvia, só ficava observando-lhe os traços do rosto se movedo, e sues labios, e dentes e quando seus olhos se encontravam comigo. Eu me perdia bastante, aquele costume de fazer que sim com a cabeça, mas nem saber do que se trata. Eu até que sei disfarçar, mas tenho meus deslizes. &lt;br /&gt;- Hein? - ele falou.&lt;br /&gt;- O que? - perguntei, me dando conta que estava perdida nesses pensamentos em vez de prestar atenção no que ele falava. Ele riu.&lt;br /&gt;- Perguntei se tu gosta da praia. - Falou olhando pro mar, que naquele diz estava num azul tão escuro que não conseguia nem ver as pedras mais superficiais e altas do mar. O mar batia violentamente contra os troncos do pier, e eu sentia os respingos nas minhas pernas e pés. &lt;br /&gt;- Não gosto. &lt;br /&gt;Me olhou confuso, franzindo as sobrancelhas grossas.&lt;br /&gt;- Porque tu tá aqui então?&lt;br /&gt;- Porque eu gosto de você, não da praia. - Me olhou fixo or uns momentos, e depois soltou um sorriso irônico, e dai meu chinelo caiu no mar nervoso. Fiquei olhando meu chinelo vermelho boiar por uns segundos, e depois ser engolido no mar. - mas que merda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levantei no pier, e joguei o outro chinelo no mar. O que eu ia fazer só com um chinelo? Ele falou um bocado mais, mas eu não prestei atenção. Acho que ele sabe que eu não presto atenção, as vezes, mas continua a falar apenas pela necessidade de ter um ouvido. Eu gosto de sorrir, e acho que isso basta pra ele. No final, eu nem estava mais pensando nele, nem na voz dele, nem no sorriso, nem em mim.&lt;br /&gt;Só no chinelo.&lt;br /&gt;28 reais no mar.&lt;br /&gt;Mas que merda.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-1280858223259604438?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/1280858223259604438/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/09/foda-se-o-romance.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1280858223259604438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1280858223259604438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/09/foda-se-o-romance.html' title='Foda-se o romance'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-7611551403709412300</id><published>2011-09-05T19:43:00.000-07:00</published><updated>2011-09-05T19:56:34.258-07:00</updated><title type='text'>Minha dor Gabriela.</title><content type='html'>Lembro da Gabriela, sentada contra o sol, com a cabeça encostada na parede, o cabelo caindo sobre o rosto, apenas com aquela regata desgastada cinza, e a alça do biquíni rosa destacando-se na pele branca. Lembro do cheiro do sal marinho, de mastigar a areia sem querer, e o chão da sala de madeira. A gente tinha preparado um chimarrão, mas Gabriela nem tava muito ai pra isso, ela gostava mesmo era ali do sol dourado das 5, se escorregando pela parede pra deitar no chão, meio torta, com os cabelos espalhados que pareciam fazer parte do assoalho antigo da casa quase vazia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu só olhava, não podia fazer muito mais nada. Tomava um chimarrão, contava alguma coisa sobre a noite assada e Gabriela só fazia sorrir, e abrir os olhos um pouco, depois tornar a fechar. Olhos tão mais cansados que os meus. Olhos mel. E aqueles cílios. Convido Gabriela pra qualquer coisa, mas ela diz que quer ficar deitada mais um pouco no sol, não quer ir no parque, não quer sair pra beber, não quer ir pra casa.&lt;br /&gt;- Eu gosto do teu chão. - Ela me ri uma risada quase sarcástica, sedutora, coisa que ela fazia sempre. &lt;br /&gt;- Eu gosto de você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O silencio. Seriedade no rosto de Gabriela por segundos que pareceram décadas pra mim, e depois um sorrisinho, e sol atrás de um nuvem. Gabriela se arrasta no chão até meu colo, e escala meu corpo, poem seus braços a redor do meu pescoço e gentilmente beija minha testa, meus olhos, meu nariz, bochechas, maxilar, minha alma. Gabriela é daquelas que faz sem ter motivo, não é de proposito, ela só faz porque sente. &lt;br /&gt;Se deita de novo. Já é seis e meia passada. &lt;br /&gt;Conversamos pouco, rimos muito, até que aquela voz, chama Gabriela por detrás do muro de minha casa. Gabriela levanta, passa a mão nos meu cabelos, bagunçando-os e nem se despede. &lt;br /&gt;E lá se vai minha Gabriela, de mãos dadas com outro homem. Beijando uma boca que não é minha. Gabriela se vai, mas eu sei que amanhã, ou depois, minha Gabriela vai voltar. E quando voltar, vai ser minha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-7611551403709412300?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/7611551403709412300/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/09/minha-dor-gabriela.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7611551403709412300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7611551403709412300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/09/minha-dor-gabriela.html' title='Minha dor Gabriela.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-8135871425748752893</id><published>2011-08-23T14:40:00.000-07:00</published><updated>2011-08-23T14:46:14.348-07:00</updated><title type='text'>Uma carta pra ninguém (você morreu).</title><content type='html'>Vagamente, as borboletas. &lt;br /&gt;Sem outros insetos, só consigo me lembrar das borboletas. E a grama úmida de sereno, entre meus dedos e os seus, entrelaçados, das mãos, dos pés. Mas só em alma. A tua alma, a minha e as das borboletas.&lt;br /&gt;Se lembra quando você me disse que animais tinham alma? E as borboletas...?&lt;br /&gt;Acho que sim. Aliás, acho que são só almas por si só. Ou talvez nem existam. &lt;br /&gt;Tinha chovido, lembra? Roupas molhadas, o cheiro da terra e da grama. Grama úmida entre nossas almas. Almas entrelaçadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho saudade do tempo que você me amava, que você existia. Porque partiu? &lt;br /&gt;Essa saudade...&lt;br /&gt;Agora só sobrou eu.&lt;br /&gt;Eu sozinha, e as borboletas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-8135871425748752893?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/8135871425748752893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/08/uma-carta-pra-ninguem-voce-morreu.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/8135871425748752893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/8135871425748752893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/08/uma-carta-pra-ninguem-voce-morreu.html' title='Uma carta pra ninguém (você morreu).'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-7330713545725384485</id><published>2011-07-14T08:20:00.000-07:00</published><updated>2011-07-14T08:39:29.469-07:00</updated><title type='text'>Pequeno Tributo à Harry Potter.</title><content type='html'>É hoje, Potterheads. Hoje, o último dia que sentiremos aquele frio na barriga, nas filas dos cinemas, roendo as unhas, por esperar tanto tempo por um novo filme. E quem diria que a gente ia ter que sofrer assim, nesse dia. A gente já sabia que ia acontecer, é, já sabia. Mas não dá pra não ter aquele pontada de tristeza em lembrar que esse é o último. O último de 7 livros. O último de 8 filmes. Uma legião de personages que já vais vão esquecer : Potter, Granger, Weasleys, Malfoy,  Lovegood, Longbotton, Digorry, Riddle, Black, Dumbledore, Hagrid, Mcgonagall... tantos, tantas magias, tantos sonhos, a carta que nunca chegou.. É, meus amigos, meus bruxos favoritos... mas esse não é fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A magia nunca tem fim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-7330713545725384485?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/7330713545725384485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/07/pequeno-tributo-harry-potter.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7330713545725384485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7330713545725384485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/07/pequeno-tributo-harry-potter.html' title='Pequeno Tributo à Harry Potter.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-8335275499317039023</id><published>2011-06-24T22:09:00.000-07:00</published><updated>2011-06-24T22:09:58.067-07:00</updated><title type='text'>Sentir de verdade.</title><content type='html'>Não passavam de dois coros e duas almas. Ou um só, depende do ponto de vista. Ela já tinha parado de se ver com ele como duas pessoas, e se via com ele como um ser único. Ela se sentia assim, não tinha culpa, era involuntário. E gostava.&lt;br /&gt;Ele nem sabia o que pensar. Não pensava muito quando estava com ela, a não ser nela mesmo. Não via mais nada a não ser ela. Alimentava-se dela, bebia dela, sentia dela, banhava-se dela, vivia dela e de mais nava. Ele se sentia assim, não tinha culpa, era involuntário. E gostava. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto faz, ela diz. Você que sabe é a frase preferida dele. Ela da um sorrisinho de canto, sabe do jeito dele, e vai levando assim, devagar, sem pressa, sem problemas. Nunca entendem o que o outro quer dizer, mas se entendem perfeitamente.&lt;br /&gt;Tudo encaixa.&lt;br /&gt;O corpo encaixa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele sentado na borda da cama, com a testa apoiada nas mãos, e os cotovelos pressionados contra as coxas. Parece preocupado, mas só parece. É verão, e está só com bermudas jeans, de um tom de verde que ela gosta. Ela deitada na cama, observa o sol batendo nas costas dele, iluminando-o como um anjo. O seu anjo. Se aproxima, engatinhando, sorrindo, apenas de short jeans, não importa, estão sós em casa. Na casa deles. A casa tão sonhada. Felicidade pra sempre. Abraça-o, por trás. Desliza as mãos e os braços pelo o peito nu dele, acaricia-o devagar, com a ponta dos dedos e depois com toda a palma da mão. Ele quase não se move, mas sorri. Ela encosta o rosto no ombro esquerdo dela, e aprochega o corpo, encaixa os joelhos em cada lado da cintura dele e lhe beija devagar o pescoço. Sente o sol na pele, sente a pele dele na sua pele, sente muita coisa, coisa que nem sabia nomear, e nem sabia se de fato tinha nome. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tem fim todo o sentimento.&lt;br /&gt;Nunca tem. &lt;br /&gt;O que eu tenho a dizer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito amor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-8335275499317039023?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/8335275499317039023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/06/sentir-de-verdade.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/8335275499317039023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/8335275499317039023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/06/sentir-de-verdade.html' title='Sentir de verdade.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-6214138131855186509</id><published>2011-06-10T15:09:00.000-07:00</published><updated>2011-06-10T15:09:38.281-07:00</updated><title type='text'>O trem e a passageira.</title><content type='html'>Senta do meu lado, mas não me olha. &lt;br /&gt;Eu olho.&lt;br /&gt;Sorriso debochado, de quem sabe que eu gosto. &lt;br /&gt;Eu gosto.&lt;br /&gt;Movimentos delicados, muda a posição da perna por debaixo da saia.&lt;br /&gt;Pregada.&lt;br /&gt;Sorri, poem os fones de ouvido. Move os lábios, mas nenhum som saí.&lt;br /&gt;rosada. &lt;br /&gt;O trem está cheio, mas eu não sei respirar. ela sabe. &lt;br /&gt;Sorrisos. &lt;br /&gt;Encosta a mão na minha, como se fosse sem querer. Umedece os lábios com a língua.&lt;br /&gt;Coração disparado.&lt;br /&gt;O trem para. Se levanta. Saí. E eu nunca mais a vi. Nunca mais.&lt;br /&gt;Solidão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-6214138131855186509?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/6214138131855186509/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/06/o-trem-e-passageira.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/6214138131855186509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/6214138131855186509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/06/o-trem-e-passageira.html' title='O trem e a passageira.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-5282429556281713221</id><published>2011-06-10T15:04:00.000-07:00</published><updated>2011-06-10T15:19:35.024-07:00</updated><title type='text'>A bebida mais pura.</title><content type='html'>Me dá um gole desse teu amor, tão valioso. Quero teu amor, escorrendo pelo canto dos meus lábios. Me de um pedaço do teu corpo, ou então, ele todo. Quer me perder nele, como quando você se perde, deitado na cama, banhado pelo sol, de olhos fechados... no mar. Eu quero todas essas músicas que saem dos seus ouvidos, vozes, e batidas, e coisas que eu não entendo e coisas que eu quero entender e coisas e mais coisas. Eu quero o teu olho claro, teu olho claro me olhando feliz, me olhando, e eu sendo só sua. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me dá um gole desse teu ódio repentino, me mostra seus socos na parede. Suas palavras, me jogando na cama, com raiva, com amor, com raiva. Me mostra como é ser você, me mostra todo o teu sentimento, aquele mais... mais que eu não sei. Eu quero teu perdão. Eu quero teu sim e o teu não. Eu quero tudo teu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quero ser sua. Eu quero você bem e você...você me ama ainda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me da um gole de sentimento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-5282429556281713221?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/5282429556281713221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/06/bebida-mais-pura.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5282429556281713221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5282429556281713221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/06/bebida-mais-pura.html' title='A bebida mais pura.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-3512706403783638051</id><published>2011-05-23T19:41:00.000-07:00</published><updated>2011-05-23T19:41:27.889-07:00</updated><title type='text'>Desabafo 2</title><content type='html'>Então, pra quem não sabe, eu tenho um tumblr. Se você não sabe que é um tumblr, eu não vou dizer o que é, além que é uma espécie de blog,  pelo simples fato que eu estou morrendo de preguiça. Agora você se pergunta porque eu venho falar do tumblr, no meu blogspot? Pelo simples fat de eu PODER. É só isso que eu quero falar hoje. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas não entendem que você tem a liberdade de fazer, postar, escrever, opinar, sobre o que vocÊ quiser nas suas redes sociais e vida. Alguns anonimos começaram a encher meu saco, dizendo o que eu devo e o que eu não devo postar , dizendo que ninguém gostava do que eu postava... Caralho, eu não estou pedindo a aprovação de ninguém! Eu só quero expressar os meus sentimentos, as minhas coisas do jeito que eu mais gosto. E se voce não consegue suportar isso, não precisa ficar lendo ou vendo as minhas coisas. Eu sei que tem gente que ainda gosta da minha opinião e então é por isso que eu continuo com as minhas coisinhas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, de modo singelo, eu venho aqui falar, que se tem alguém dizendo que você não pode, elas estão erradas. Você pode fazer o que quiser, e essas pessoas não tem porra nenhum a ver com isso. Continue fazendo as sias paradas se isso te faz feliz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-3512706403783638051?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/3512706403783638051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/05/desabafo-2.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/3512706403783638051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/3512706403783638051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/05/desabafo-2.html' title='Desabafo 2'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-555544217311309658</id><published>2011-05-05T17:39:00.000-07:00</published><updated>2011-05-05T17:39:35.439-07:00</updated><title type='text'>Pare de malícia, Alice.</title><content type='html'>É estranho quando fugimos, e voltamos. &lt;br /&gt;É amor por um tempo. Mas é pouco tempo. Bem pouco. O resto é difícil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alice fez as malas. "Fez". Jogou tudo que lhe servia em uma bolsa grande e saiu pelas portas do fundo antes que sua mãe voltasse da igreja. Não deu tchau. Não olhou pra trás. Seu irmão que jogava video games violentos escondido nem se deu conta quando a porta fechou com um "click" do tamanho do mundo. No final das contas, ela não estava com tanto medo do quanto achava que estava. O céu estrelado em cima, e o amar abaixo. Foi andando,pedindo, carona, bares, bebidas, drogas, conhecidos, comida, foi. Foi Ana Paula, foi Camila, foi Joyce, foi Mariana, foi.Foi ruiva, foi morena, foi punk, foi puta, foi. Subiu pra Bahia, desceu pra Capital, passou pelo Rio de janeiro, e até passou pela cidade da onde fugira, vira seus cartazes de procurada, ou aquela que um dia talvez ela foi. Aquela de longe parecia ela. A maquiagem borrada e o cabelo azul de agora jamais faria ninguém reconhece-la. Passou pela frente de sua casa, e até viu a sua mãe pela janela, e quem diria, fumando um cigarro. Correu e desceu, foi até o Rio Grande do Sul e desceu pra Argentina. Ah, a partir daí eu nunca mais ouvi falar de Alice. Ouvi dizer que anda a mil maravilhas. Na verdadeira Wonderlands.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-555544217311309658?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/555544217311309658/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/05/pare-de-malicia-alice.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/555544217311309658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/555544217311309658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/05/pare-de-malicia-alice.html' title='Pare de malícia, Alice.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-3893807287064525153</id><published>2011-05-04T12:25:00.000-07:00</published><updated>2011-05-04T12:25:03.608-07:00</updated><title type='text'>I don't wanna be a loser, mom.</title><content type='html'>Nasceu pra ser uma perdedora. &lt;br /&gt;Nunca a mais bonita, nem a mais magra, nem a mais inteligente, nem a com mais dinheiro, não era ela que tinha o melhor estilo, não tinha tantos amigos, não dançava tão bem, não tinha todos aqueles talentos, não era tão saudável. Tinha gostos esquisitos como aranhas, cobras, gostava daquelas bandas que nunca ninguém tinha ouvido falar, falava palavras que nem os professores entendiam. O cabelo num corte esquisito que ela mesmo fizera, e gostava. Pouca maquiagem, sempre de fones no ouvido. Sorria bastante, mas nunca estava feliz o suficiente, nunca alegre de mais. Sabia conquistar as pessoas, mesmo sendo aquele tipo certo de pessoa errada. Dos poucos amigos que fez por toda vida, aqueles eram-lhe fiéis. As vezes ela tinha uns sentimentos estranhos que não tinha nome. Sentimentos misturados, como quando amava as pessoas mas não a amava de verdade. Não sabia o que era amar, e nem queria saber. Ouviu dizer que o amor destrói, e mata. Detestava a solidão, mas queria ficar sozinha. Aos poucos percebeu que certas pessoas, quando domadas faziam o que ela queria. Manipuladora. Não queria ser, mas era automático. Aprendeu, mesmo não sendo uma bonequinha plástica, a ter tudo que quisesse. A estranha menina mais-ou-menos, no final não era tão mais-ou-menos assim. &lt;br /&gt;Cresceu. Muitos sonhos ainda não alcançados, mas ela sabia que ia alcançar. Ela tinha o mundo inteiro na sua mão, era só mover alguns pauzinhos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixou a cabeça, arrumou o cachecol e subiu a lomba da rua. Com um sorriso e olhos negros que sustentavam mais histórias e poder do que qualquer um naquela cidade imaginaria. Tão pequena e frágil... mas era o veneno em pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela nunca mais perdeu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-3893807287064525153?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/3893807287064525153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/05/i-dont-wanna-be-loser-mom.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/3893807287064525153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/3893807287064525153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/05/i-dont-wanna-be-loser-mom.html' title='I don&apos;t wanna be a loser, mom.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-1703764733582263721</id><published>2011-04-24T21:37:00.000-07:00</published><updated>2011-04-24T21:37:54.030-07:00</updated><title type='text'>Pequenos Gestos.</title><content type='html'>O banheiro parecia imenso ali pros dois, mas nem era tanto assim. Os azuleija brancos nas paredes e no chão tinham desenhos de pequenas rosas azuis, delicadas e retrô. Dentro da banheira, nús ela estava sentada atrás com os cabelos presos em um coque, e ele entre as pernas dela, ncostado com as costas no peito dela. Uma música tocava distante pela porta entre aberta, eles sempre esqueciam o rádio ligado, pois os dois eram muito ligados e então viraram um casal desligado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele se desencostou um pouco dela, virou o rosto pra trás e sorriu delicadamente pra ela. Ela fez o mesmo, e deu um beijo leve na nuca dele. No cantinho do chão, tinha uma caneca de plástico do batman. Ela pegou, encheu com um pouco com a água da banheira e devagar despejou nos cabelos dele; Passou os dedos, delicadamente, de olhos fechados. Ele também. Tinha notas de piano pairando no ar, envolta deles. Eles não conseguiam tirar os sorrisos do rosto. Ela deixa a caneca boiando na água e se abaixa de novo, pegando o tubo de shampoo; despeja um pouco do liquido rosa perolado na mão, e poem o tubo de volta no lugar. Espalha nas duas mãos, e depois nos cabelos dele. Nem percebe, mas a sua perna balança ao som da música, tão sutil, tão leve. Ela lava os cabelos dele devagar, como se fosse a última coisa que fosse fazer na vida. Aliás, tudo que fazia com ele e pra ele ela fazia como se fosse a última coisa da sua vida. Aquilo lhe dava prazer de viver. Amava-o acima de tudo. &lt;br /&gt;Pegou a caneca de plástico, encheu até a metade. Ele inclinou a cabeça pra trás, e delicadamente ela derramou a agua, e foi passando os dedos entre o cabelo dele, tirando a espuma e vendo cair de volta na água da banheira. Fez isso quatro vezes, devagar, até que toda espuma do cabelo dele tivesse já saido e se dissolvido com o resto da água da banheira. Passa os braços pelos os ombros dele e poem suas mãos no peito dele, encosta o queixo no ombro direito dele e sorri, o abraçando. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe aquele sentimento que você não tem certeza se é pra sempre, mas é ali e agora? Então. Era bem assim. E foi assim, pra todo o sempre deles.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-1703764733582263721?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/1703764733582263721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/04/pequenos-gestos.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1703764733582263721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1703764733582263721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/04/pequenos-gestos.html' title='Pequenos Gestos.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-5859347108679687764</id><published>2011-04-23T01:11:00.000-07:00</published><updated>2011-04-23T01:11:18.638-07:00</updated><title type='text'>Do Amor.</title><content type='html'>Todas aquelas coisas boas que eu já senti, estão em um sorriso. No seu sorriso, no seu olhar. Eu só consigo imaginar meu futuro com você. Não importa como, não importa quando, mas é com você. Todos aqueles sonhos bonitos com você, todos os sonhos que eu vou viver com você. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vezes me pego, sentada ali, enquanto eu observo as pessoas felizes,pensando em você. Eu já não invejo essas pessoas como eu fazia antigamente, pois agora eu tenho você. Hoje, amanhã, pra frente e pra sempre. Infinito. Eu não tenho mais porque invejar ninguém, porque eu sou a pessoa mais feliz do universo, da imensidão. Você me fez assim. &lt;br /&gt;Tudo faz mais sentido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daqui pra frente, eu e você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu te amo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-5859347108679687764?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/5859347108679687764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/04/do-amor.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5859347108679687764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5859347108679687764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/04/do-amor.html' title='Do Amor.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-7054409272854445406</id><published>2011-04-20T15:57:00.000-07:00</published><updated>2011-04-20T15:57:05.315-07:00</updated><title type='text'>Vou dar o tempo ao tempo.</title><content type='html'>É engraçado, o modo como venho me portando comigo mesmo. Como se eu não ligasse pra certos erros meus, como se pequenos sorrisos fossem melhorar tudo, ou como se fechar os olhos é a solução. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho mais minha musa.&lt;br /&gt;Não encontro. &lt;br /&gt;Estou bem perdida, e assim acho que fico. Por um tempo. Bom tempo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-7054409272854445406?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/7054409272854445406/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/04/vou-dar-o-tempo-ao-tempo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7054409272854445406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7054409272854445406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/04/vou-dar-o-tempo-ao-tempo.html' title='Vou dar o tempo ao tempo.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-2569881621543173527</id><published>2011-04-18T07:58:00.000-07:00</published><updated>2011-04-18T07:58:45.939-07:00</updated><title type='text'>É o fim.</title><content type='html'>Por muito tempo, eu passei me afogando na minha própria lama. As vezes, é preciso cair de um lugar muito alto pra perceber o que se tem, e o que você já perdeu. Eu caí, e a queda, maldita seja, parecia gigantesca, sem fim. Era eu em alma, caindo infinitamente na imensidão que era a minha solidão. O baque no chão foi surdo, mas doloroso. Daqueles que ninguém a volta percebe e você tem tempo o suficiente pra levantar sem que se preocupem ao seu respeito. E quem estaria lá se preocupar se eu não tenho niguém?&lt;br /&gt;Quando eu levantei, tudo era bem escuro. E sentia algo entre os dedões do meu pé, gosmento, frio, mas não pude ver o que era. Eu não tinha certeza se estava muito escuro, ou se agora eu era cega. Estquei os braços procurando apoio,e o vazio me abraçou. Me tomou conta, como um vento gelado a noite que corta a pele sem aviso. Desabei ao chão e a chorar. Porque logo eu? Eu que tinha audado a todos, e agora sozinha, ninguém estendia a mão pra me buscar? Eu tinha que encarar o fato: Eu estava sozinha. Eu era sozinha. Eu ia ser sozinha pra sempre, e iria morrer, pois o liquido em meus pés, era meu próprio sangue.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-2569881621543173527?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/2569881621543173527/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/04/e-o-fim.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2569881621543173527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2569881621543173527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/04/e-o-fim.html' title='É o fim.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-7105924025499537569</id><published>2011-03-30T14:51:00.000-07:00</published><updated>2011-03-30T14:57:10.660-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Sabe aquele momento que você está tão aborrecido consigo mesmo, que não consegue se olhar no espelho sem ter vontade de dar um soco? Não? Eu sei. É engraçado ter raiva de mim mesmo todo o santo dia, e pelos mesmos fatos. As vezes eu penso "bom, isso vai passar. É uma face idiota minha, e tudo vai ficar bem amanhã". Faz uns 4 anos que eu penso assim. Não passa, meu ódio aumenta, e eu não consigo carregar mais o fardo de ser eu nas costas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quero aprender a me querer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-7105924025499537569?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/7105924025499537569/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/03/sabe-aquele-momento-que-voce-esta-tao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7105924025499537569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7105924025499537569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/03/sabe-aquele-momento-que-voce-esta-tao.html' title=''/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-4112245653361471301</id><published>2011-03-17T13:33:00.001-07:00</published><updated>2011-03-17T14:04:08.505-07:00</updated><title type='text'>Torpor</title><content type='html'>Hoje me sinto estranha. Na verdade, hoje eu não estou me sentindo. Não é a mesma coisa do "não estou me sentindo bem" de todos os dias, noites e afins. Eu não estou me sentindo, mesmo. Não sinto bem, nem mal, nem feliz, nem alegre, nem nada. O mais perto de me sentir é dopada. Num torpor infinito de minha alma, causada por coisas que desconheço. Eu não estava assim, realmente esta manhã. E eu não fiz nada diferente dos meus dias normais, então não sei o que tenha causado. Dormi no começo da tarde, e então, acordei, olhando pro ventilador, parado. Parado e me olhando como se dissesse " sou mais importante que você". Que sentido isso faz? Nenhum. Levantei, me sentindo anestesiada da cabeça aos pés. Talvez ainda fosse o sono da tarde que me deixasse assim, então resolvi tomar uma ducha. Então, revelação (pra mim): Eu não sentia muita coisa, eu toquei meu corpo em uma tentativa frustrada de acordar da minha hibernação imaginária, mas não adiantou. Belisquei-me, arranhei-me, torturei-me mentalmente. Mas nem isso fazia parecer que eu (físico e mental) ligasse. Desliguei o chuveiro com aquele pensamento bobo de "será que eu morri?". "Será que eu morri e isso é uma ilusão maligna de Minh'alma, fazendo que eu acredite que ainda estou viva?". "Com certeza morri.". "Eu não posso morrer, eu não posso ter morrido!". Vários pensamentos, varias espontaneidade mentais idiotas, mas nenhuma delas me parece dar a resposta. Nenhuma delas me faz ter certeza de alguma coisa desse dia. Será que eu estou sonhando com isso? Não me parece um sonho. E eu não lembro com o que eu sonhei. Só lembro de ter dormido de porta aberta (feito raro), então deveria estar realmente cansada. Venho mesmo me sentindo cansada nos últimos dias, talvez isso seja só uma consequência. Só me pergunto, até quando essa melancolia insensata vai tomar conta de mim? Até quando eu vou levar minha vida sem sentido até a beira de um precipício qualquer? Até quando eu vou viver morta?  [...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas,&lt;br /&gt;Eu morri. &lt;br /&gt;De alguma forma,&lt;br /&gt;Em alguma parte da linha do tempo,&lt;br /&gt;Eu morri. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vou morrer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-4112245653361471301?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/4112245653361471301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/03/torpor.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/4112245653361471301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/4112245653361471301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/03/torpor.html' title='Torpor'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-7595957159201386711</id><published>2011-03-14T17:52:00.000-07:00</published><updated>2011-03-14T18:00:29.907-07:00</updated><title type='text'>Um pouco mais eu</title><content type='html'>As coisas mudam bastante quando você muda, já percebeu? Acho que a coisa que mais vem mudando é o meu jeito de eu olhar pras coisas. Antigamente, as coisas lá pareciam totalmente complicadas, e minha vida parecia um caos sem sentido, e eu nunca percebi, nunca reparei, que toda a minha obrigação era apenas tirar notas boas, ser gentil, e me divertir. Não que eu tenha feito isso. Ok, eu me diverti pra caramba, mas tirar boas notas nunca foi comigo, e ser gentil não pe muito do meu jeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa, são os lugares. Agora, eu percebo cada detalhe desconhecido pelo meu olho rotinal que era antes. Todas as luzes do entardecer que agoro percebo, antes era deixados passar. As sombras das arvores, os sorrisos felizes e verdadeiros, os olhares de amor, a rua vazia, as pessoas dançando, o entardecer chuvoso...todas as palavras que eu queria ouvir, mas, que, sem querer, ficam entaladas em sua garganta seca, e no seu sorriso bobo. É engraçado. É trágico. Eu tenho muito sono, quando ando por ai, com meus olhos semi-abertos, mas eu presto muita atenção. Atenção nos detalhes. Nos seus detalhes. Nos meus detalhes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho muitas decisões a fazer, e em pouco tempo. Mas eunão venho me importando muito com essas coisas, porque, apesar de todas ter um grau sinistro de importancia, to levando minha vida leve. E tá dando certo. Fazendo as coisas que eu sempre quis fazer, conhecer as pessoas certas no momento certo. Chega das pessoas erradas na hora errada e no lugar errado! Essas coisas são muito passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quero me disvincular de quem não me faz bem. Fico naquela, de que, "pode chorar, mas não por mim!" Estou no sorrindo no sentindo que cada um pode me olhar como quizer pra mim, mas não tem mais o direito de sorrir pra mim. Tudo na vida um dia muda. Eu quero ser agora é um pouco mais eu!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-7595957159201386711?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/7595957159201386711/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/03/um-pouco-mais-eu.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7595957159201386711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7595957159201386711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/03/um-pouco-mais-eu.html' title='Um pouco mais eu'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-6388655933858469014</id><published>2011-02-25T11:19:00.000-08:00</published><updated>2011-02-25T11:23:59.752-08:00</updated><title type='text'>engasgada.</title><content type='html'>Estou me sentindo cada vez mas sem mim. Como se eu estivesse me esvaziando, ou apenas escorrendo pelas minha próprias mãos. Não consigo me manter em pé, como antigamente. Não tenho tantas bases, tantos portos, não tenho os meus amores.  Não que eu tenho perdido-os, mas sentir essa solidão, essa agonia não é pra mim. Sinto meu coração bater devagar, meu sangue escorre nas veias preguiçosamente, minha cabeça não pensa tão bem quanto antes. Meus textos não são tão bons, e nem tenho mais tantos leitores. Era a unica coisa que talvez me mantivesse feliz, ter algo pra fazer, e fazer bem: escrever e ter meus admiradores. Mas sinto perder isso a cada dia mais, e a culpa é só minha. &lt;div&gt;Eu.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu me afundando.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu me afundando em mim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E adorando odiar isso.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-6388655933858469014?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/6388655933858469014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/02/engasgada.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/6388655933858469014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/6388655933858469014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/02/engasgada.html' title='engasgada.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-1477234830176534528</id><published>2011-02-21T21:02:00.001-08:00</published><updated>2011-02-21T21:13:06.438-08:00</updated><title type='text'>A manada.</title><content type='html'>Todo mundo corria em uma só direção, o desespero era estampado no rosto como uma tinta permanente. Eu não entendia nada do que estava acontecia, e só acompanhava aquela manada enorme, desgovernada, desesperada e barulhenta. Minha mãe expressava o mesmo medo e tristeza no rosto, mas pra mim, o dela parecia muito pior do que qualquer outro adulto ali. As outras crianças, assim como a mim não entendiam muito bem, e na maioria das vezes só ficavam chorando, ou chupando seus dedos. Já eu, um garoto totalmente comportado só ficava com a mão dada com a minha mãe, correndo o mais rápido que meus pézinhos conseguiam para acompanha-la e o resto dos animais enfurecidos. Haviam pouca luz: o que tinha vinha de lanternas nas mãos de homens e mulheres fardadas, celulares nas mãos das pessoas, e helicópteros com lanternas gigantes que apontava para todos os lados. No meio da correria ouço uma explosão do outro lado da cidade, da parte que estávamos deixando. Por alguns segundos, longos segundos todos fazem silencio e param de correr, ficam observando a grande bola amarela de fogo que cobria alguns prédios. Não sei bem o que foi que despertou de volta a manada a correr novamente, mas tenho certeza que foi o choro de todas as crianças em coro no momento. Agora todos estavam loucos. Batiam um contra os outros, pra correr mais rápido, empurravam, e eu me apertava entre as milhares de pernas, segurando com dificuldade a mão de minha mãe. Eu já nem conseguia ver seu rosto, e isso me deixava desesperado. Chorei também. Mas chorei mais quando meus dedos soltaram a mão de minha mãe e ela gritou meu nome, isso eu lembro direitinho. Soou triste, porque ela sabia que nunca mais na vida me veria. Eu não sabia ainda daquilo. Foi rápido, um homem baixo, com uma menina no colo e uma que devia ser mais velha que eu, com uns 10 anos me viu chorando entre a multidão e me resgatou, dizendo que tentaria encontrar meus pais. Isso nunca aconteceu. Outra explosão, não tão grande, mas bem mais perto. No fim da manada. Gritos horrendos, desesperados, e pela primeira vez na minha vida, aos 6 anos eu senti o cheiro da morte. Ela também sentiu o meu cheiro, e bem de perto. Mas eu corri com os animais desesperados, com uma esperança de sobrevivência impossível.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-1477234830176534528?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/1477234830176534528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/02/manada.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1477234830176534528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1477234830176534528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/02/manada.html' title='A manada.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-6821118466951039883</id><published>2011-02-21T20:55:00.000-08:00</published><updated>2011-02-21T21:01:37.480-08:00</updated><title type='text'>Levantar</title><content type='html'>Lentamente (mas não tão lento quanto eu esperava) as coisas vem se ajeitando na minha vida. Nova vida. E eu estou gostando bastante.  Acho que eu estava muito pirada, com muito medo, mas agora que tudo está quase no seu devido lugar (principalmente eu) , me sinto mais feliz, leve, e feliz de novo.&lt;div&gt;As coisas são bem diferentes, os lugares, os amigos, as tendências, as companhias diárias e tudo mais, e mesmo que eu sinta falta (ah, porra. Muita falta) dos meus amigos, meus amores, minhas vidinhas , eu estou me ajeitando bem. Bem que eu queria que eles estivessem aqui do meu lado nesse exato momento só pra ver como eu estou feliz. Como eu tenho sorrido com mais freqüência, e ver que as pessoas aqui são tão legais quanto eles, e que não precisam se preocupar, estou em boas mãos.  E, sem ciúmes, amo todo mundo, de verdade, do fundo do coração.  Queria puder trazer todos na minha mala pra mostrar como minha nova vida é boa. Mas com vocês, seria muito melhor.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-6821118466951039883?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/6821118466951039883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/02/levantar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/6821118466951039883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/6821118466951039883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/02/levantar.html' title='Levantar'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-1803807584977062789</id><published>2011-01-19T07:31:00.000-08:00</published><updated>2011-01-19T07:36:41.796-08:00</updated><title type='text'>I'm not okay.</title><content type='html'>Um mês, eu esperei.&lt;div&gt;Não, minto. Esperei por dois , mas digo que foi um por generalização. Talvez eu não queira dramatizar o que já é um drama por natureza. Pela minha natureza.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; Ele prometeu que ia voltar seja lá pra onde tinha ido. Não contou pra onde ia para a minha proteção.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; Minha proteção? Ele só podia estar brincando. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ele era a unica base e fortaleza que eu tinha, e o pior de tudo é que ele sabia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Talvez, ele tinha fugido finalmente de mim, e por medo disse que ia voltar, talvez assim de ficar esperando-o eu demorasse mais alguns dias pra me matar, e não assim quando ele cruzasse a porta. Engano dele. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu não quero me matar. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quero mata-lo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Agora sabemos quem diabos precisa de proteção.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-1803807584977062789?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/1803807584977062789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/01/im-not-okay.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1803807584977062789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1803807584977062789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/01/im-not-okay.html' title='I&apos;m not okay.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-2281738692749634832</id><published>2011-01-19T07:26:00.000-08:00</published><updated>2011-01-19T07:31:43.382-08:00</updated><title type='text'>-</title><content type='html'>Faz tempo que eu não tenho cabeça pra escrever regularmente. Não sei o que aconteceu comigo, mas parece que toda a inspiração que um dia eu tive agora não me acompanha mais com tanta freqüência. Talvez seja até pela falta de praticar a escrita aqui, ou até mentalmente. Tenho ficado cada vez mais perdidas que são as linhas da minha cabeça. Não tenho saído muito de temas, e venho rodando em cima de problemas opcionais, sem querer passa-los adiantes. Como pequenos vícios, minhas memórias se tornaram a minha morfina. Talvez por essas e outras razões eu venha não querendo mais com tanta freqüência botar pra fora, pois não tenho o conteúdo certo. Não que eu saiba ou ligue pro que é certo ou é errado; Não mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-2281738692749634832?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/2281738692749634832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/01/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2281738692749634832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2281738692749634832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/01/blog-post.html' title='-'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-691218080720393283</id><published>2011-01-06T06:53:00.000-08:00</published><updated>2011-01-06T07:02:11.817-08:00</updated><title type='text'>Dissertando a Vulgaridade.</title><content type='html'>Então, acho que já passava da meia noite, e eu e um grupo de amigos estavamos sentados em uns bancos rindo e conversando. Em algum momento começamos a falar de festas e dança até que alguém colocasse um funk no celular e as meninas começaram a dançar, assim como os meninos. Nada vulgar de verdade, só zoação. Nesse papo de música, dança, eu acabei perguntando pra uma das meninas que dançava funk se ela sabia sambar. Aí então veio meu espanto: Ela disse que achava o samba vulgar. No momento que ela disse achei que estivesse zoando, ou qualquer coisa do tipo, mas percebi que era verdade. Rebati, falando que ela estava ali, rebolando até o chão, dançando funk e agora dizia que o samba era vulgar? &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bem, não consigo ver vulgaridade no samba. Não tanto quanto no funk. Então comecei a pensar que a vulgaridade, por fim, é só mais um maldito ponto de vista. Não vou mentir, gosto de dançar funk, gosto de sambar, gosto de dançar qualquer coisa. Não me acho vulgar, pois acho que a vulgaridade vai alem das pistas de dança, e sim... como posso dizer um "estilo de vida". &lt;/div&gt;&lt;div&gt;E pra você, o que é Vulgar?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-691218080720393283?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/691218080720393283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/01/dissertando-vulgaridade.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/691218080720393283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/691218080720393283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/01/dissertando-vulgaridade.html' title='Dissertando a Vulgaridade.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-5182369818463146471</id><published>2011-01-05T10:07:00.000-08:00</published><updated>2011-01-05T10:15:04.296-08:00</updated><title type='text'>Alma nova.</title><content type='html'>Ah, os seres humanos! Tão engraçados na sua forma de ser.&lt;div&gt;Eu pessoalmente não gosto de me envolver demais com eles, mas acho interessantíssimo sua forma de viver e agir. Por exemplo quando se sentem ameaçados, com seus olhares frios e desconfiados cobrindo a pele de outro pobre ser humano indefeso. Totalmente explendido. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tal como, também, quando colocam suas mascaras para agradas os outros ao seu redor. Chefes, amigos, familiares. Todos aqueles que consideram acima de si. No mais, os outros inferiores, são postos de canto, humilhados, ignorados, odiados, mortos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não é de hoje que sempre fui uma observadora de Humanos. Não, melhor dizendo, observadora de almas. Assim como aquele grupo novo que me disponibilizei a observar. No mais, pessoas normais, mas todas diferentes. Pra mim, duas almas ali se destacam: Aquela que não para, e Aquela que não começa. Engraçado os contrastes expostos assim, pra quem quiser ver em um grupo (relativamente, por que observei) fechado. Pequenas alfinetadas, perguntas pra mim, me investigando pra ver se eu poderia ou não adentrar o tal grupo. Por fim, creio que fui aceita. E estou até feliz por isso, pois apesar deles não serem meu estilo favorito de humanos, são daqueles bem convidativos. Por fim, estou um pouco mais feliz. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Continuarei observar. Por um longo tempo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-5182369818463146471?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/5182369818463146471/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/01/alma-nova.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5182369818463146471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5182369818463146471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2011/01/alma-nova.html' title='Alma nova.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-5040901575690556843</id><published>2010-12-29T07:23:00.000-08:00</published><updated>2010-12-29T07:29:39.495-08:00</updated><title type='text'>Eu não sei fazer amigos.</title><content type='html'>De uns dias pra cá percebi que sou uma pessoa extremamente diferente do que eu imaginava. Fora do meu castelo protetor, das minhas bases, eu não sou muita coisa que valha. &lt;div&gt;Antes eu costumava ser até ter um certo grau de intimidação, se eu assim quisesse. Ser superior, me sentir foda, e tudo mais. Mas percebi que isso vinha do poder do grupo que eu tinha, assim, de amigos. Agora, sozinha em uma cidade que eu não conheço nem minha própria mente, me sinto totalmente em desvantagem. Covarde. Com medo. Desesperada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Me sinto a beira de um precipício social, e com a sede enorme de me jogar em tal. Não saio mais, Não tenho amigos. E quando digo não ter, é verdade. Nenhum. Não conheço ninguém, não tenho contato social com ninguém se não minha familia. Enlouquecedor. O pior de tudo é que minha timidez, minha insegurança, minha paranóia não me deixa sair do casulo de seda que me enfiei. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu não sei o que fazer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estou com medo e desabrigada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Allan, Ary, Taly, sinto muito a falta de vocês.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que eu faço?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-5040901575690556843?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/5040901575690556843/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/12/eu-nao-sei-fazer-amigos.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5040901575690556843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5040901575690556843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/12/eu-nao-sei-fazer-amigos.html' title='Eu não sei fazer amigos.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-6801721160294565783</id><published>2010-12-09T20:21:00.000-08:00</published><updated>2010-12-09T20:21:20.099-08:00</updated><title type='text'>Laranjas.</title><content type='html'>Eu estava pra pular do abismo que é as minhas lembranças no dia que você disse que queria voltar. Eu estava pra pular no mar de alegria quando você não deixou nem um bilhete de Adeus. Eu estava pra me embebedar em sangue quando ouvi sua voz me chamando, e mais uma vez talvez, a falsa felicidade. Eu estava lá, e esqueci daqui.&lt;br /&gt;Você está realmente feliz com a vida que você tem, pela metade. Nada de mais, nada de menos.&lt;br /&gt;O que fazer quando a coisa que você mais quer é deixar tudo pra trás, mas não pode? E quando você quer seguir em frente, mas sua unica opção é sumir? As coisas são engraçadas quando não se tem opção. Eu estou a ponto de perder o pingo de sentimento que eu ainda tenho. Eu estou a ponto de me jogar de qualquer lugar que faça minha alma se desprender, nem que seja em um belo sonho. Eu estou cansada. Simplesmente isso. Cansada. Pra mim chega.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-6801721160294565783?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/6801721160294565783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/12/laranjas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/6801721160294565783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/6801721160294565783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/12/laranjas.html' title='Laranjas.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-2889394356627476669</id><published>2010-12-09T20:11:00.000-08:00</published><updated>2010-12-09T20:11:43.624-08:00</updated><title type='text'>Dois mil e dez.</title><content type='html'>As coisas mudaram, e eu nem percebi. Eu não quis perceber, então apenas deitei a cabeça no travesseiro e fechei os olhos. Quando&amp;nbsp;decidi&amp;nbsp;que talvez fosse seguro abrir meus olhos novamente, tudo havia mudado, e nada disso eu percebera. Um sono profundo, assim defino esse ano. Um sono lento e conturbado, pesadelos e sonhos. Mais pesadelos. Ninguém é mais o mesmo. Ninguém me olha com os mesmos olhos de antes. As coisas tem tomado rumos que eu jamais teria deixado tomar se eu não fosse tão impotente. Ficar aqui, só parada, olhando as coisas mudarem lentamente, de braços cruzados.&lt;br /&gt;Eu não posso nem reclamar. Pois a culpa é toda minha.&lt;br /&gt;Minha e de mais ninguém.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-2889394356627476669?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/2889394356627476669/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/12/dois-mil-e-dez.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2889394356627476669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2889394356627476669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/12/dois-mil-e-dez.html' title='Dois mil e dez.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-69509248886352842</id><published>2010-12-09T20:02:00.000-08:00</published><updated>2010-12-09T20:02:23.312-08:00</updated><title type='text'>Sábado.</title><content type='html'>Todas minhas agonias se esvaziam da minha a alma quando penso em ti, mas por algum motivo, quando seu olhos vem a mim, sobre a minha pele, procurando meus olhos e minha boca, eu sinto medo. Ou apenas apreensão, eu não tenho certeza, só sei que tem algo errado na forma como você me aborda. Ou talvez são só minhas fantasias que querem exigir um pouco mais do que você pode um talvez me dar. O meu maior medo é te ter, pelo simples fato que eu sei que vou lhe perder, mais cedo ou mais tarde. Eu sei que vou, e você também sabe disso. Você não é meu. Nunca foi.&lt;div&gt;Nunca será.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-69509248886352842?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/69509248886352842/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/12/sabado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/69509248886352842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/69509248886352842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/12/sabado.html' title='Sábado.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-4795525903260099666</id><published>2010-12-06T20:09:00.000-08:00</published><updated>2010-12-06T20:15:33.501-08:00</updated><title type='text'>Abrindo meu coração apresenta: Garopaba.</title><content type='html'>Sim, é um texto longo. Precisava ser longo. Preciso esvaziar esse aperto do meu peito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, para os que não sabem, eu sou Gaúcha. Eu nasci em Gravataí, perto de Porto Alegre, mas me mudei pra Garopaba em Santa Catarina com oito ou nove anos. E agora, estou me mudando de novo para Canoas, onde morava antes de vir para cá. Eu acho injusto comigo e com as pessoas maravilhosas que eu conheci aqui, se eu não fazer essa homenagenzinha. É, eu preciso tirar esse aperto que eu tô no peito, sobre todos vocês.&lt;br /&gt;Eu não posso não começar com a &lt;b&gt;Mari. &lt;/b&gt;Seria um pecado eu não dizer que ela foi minha base, minha fortaleza, o meu teto todos esses anos. Se lembra quando a gente dizia que se um dia todo mundo morresse eu poderia ficar na sua casa? Eu me lembro, ainda na casa de baixo, brincando de Rebelde ou Harry Potter, meu, eu posso dizer que eu fui uma criança feliz por causa de você, minha melhor amiguinha de todas. Explosiva, chata e velha, você é, e sabe disso. Mas isso não tira todos os momentos engraçados seus, filha do Vilson. Obrigada pelos milhões de almoço de graça no restaurante, ok? Um dia te pago. &lt;s&gt;com o corpo&lt;/s&gt;. Todos os nossos planos de fugir com 18 anos pra São Paulo, ou diabo que seja. Ai, meu deus, a gente tem uma puta história, não é? Tu sabe que eu te amo pra caralho, tu é como uma mãe pra mim. brigado por tomar tanto conta de mim, e saiba que eu valorizo cada olhar, cada abraço, cada conselho seu. Você é muito pra mim. Obrigada.&lt;br /&gt;Puxado pela Mari, é difícil eu não pensar no &lt;b&gt;Leon&lt;/b&gt;, né. HAHA, cara, eu não consigo parar de rir as vezes lembrando das nossas piadas no sofá da mari, nossos deboches, a gente vendo filme, todas nossas conversas sérias ou não, os conselhos, as festas, você brigando comigo porque eu estava bêbada. Cara, você é MUITO especial pra mim. Você é tipo um irmão que eu nunca tive. Obrigado mesmo por me aturar, Mr. Lúdico. E &lt;b&gt;Mateus&lt;/b&gt;, você também cara, você é foda. Um dos mais fodas que eu conheci. Tu é um homem muito forte, e esperto. Eu gosto pra caralho de você, miojo.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;JACSON&lt;/b&gt;, sim, em CapsLock. Você merece. Meu melhor amigo de todos os tempos. O guri que me ensinou ser uma hipster do caralho, me mostrou milhões de bandas fodinhas, e é um tremendo bundão. Podíamos estar nos formando juntos agora, não Jac? Meu deus, eu não consigo escrever aqui sem chorar. Eu me lembro perfeitamente o dia que a gente tomou cappucino um dia antes de você ir embora de volta pra Portão. Se você soubesse quantas as vezes que eu chorei por sentir sua falta. E u ainda sinto, mocinho. Precisamos os ver de novo, eu sinto sua falta de mais. E da Jéssica também, a mais wadia de todas. Eu te amo, Jess. Saudades de mais.&lt;br /&gt;Falando em melhor amigo, né &lt;b&gt;Allan&lt;/b&gt;? AI MEU DEUS, MEU DEUS! Sério, aonde mais eu poderia me refugiar nos dias tristes e apáticos se não na sua casa, roubando sua comida e reclamando da vida? Meeeeu corvinal preferido, o mais nerd de todos. Sério, todos os dias, as viagens pra floripa, as idas na praia, chorar com você, estudar com você, ir na sua casa pra usar a net, almoçar com você e com a tia Sam. &lt;b&gt;Tia Sam&lt;/b&gt;! A melhor tia de todas, que entende a gente mesmo! UAU, vocês dois são maravilhosos. Vocês, e os gatos. Um beijo especial pro &lt;b&gt;Diggory&lt;/b&gt;, que me despreza últimamente.&lt;br /&gt;&lt;s&gt;Arlindo&lt;/s&gt;&lt;b&gt;Juninho&lt;/b&gt;. Sério, esse merece destaque aqui, cara. JUNINHO, HAHA, você tem muita muita muita paciência pra ter me aguentado tanto, meus surtos e tudo mais. Desculpa qualquer coisa, cara, você ainda vale muito pra mim, mesmo que a gente se fale bem pouquinho. Obrigada mesmo.&lt;br /&gt;Mo-nique. Um anjo. Sério, se você quer conhecer uma pessoa totalmente pirada, mas uma das melhores pessoas do mundo você tem que conhecer ela. Ela é perfeita, ok? Vou sentir muita falta da sua risada. Sério, é uma das melhores sabia? E, quando falo da nique não posso não lembrar da &lt;b&gt;Becca&lt;/b&gt;, que já deixa um puta saudade na galera aqui. Beeecca, sério, muita saudades. Espero que esteja tudo bem ai...onde seja lá o pais que você esteja morando, guria louca pirada ! hahahah.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Bárbara&lt;/b&gt;, você é a nega mais pirada do universo. Amais gostosa também, só pra lembrar. Sério, a quanto tempo a gente não se vê? eu queria só dizer que todos os dias você faz falta aqui em casa. Vendo filmes, comendo pipoca e brigadeiro, dançando e fazendo aquelas parada doida que você sempre faz, sabe? Tipo rir até morrer. Ou algo do tipo. Você é linda. Eu te amo.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Hellen, Gaby&lt;/b&gt;, suas lindas. Sério, vocês são muito perfeitas. Vocês sempre me fazem sorrir, mesmo com qualquer coisa. Obrigada mesmo por esses anos aqui.&lt;br /&gt;*pausa pra chorar um pouquinho*&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Minkoleta&lt;/b&gt;. Minha primeira amiga de todas. A menina gigante. A loira, com o pai que vai pra Indonésia sempre ( &lt;b&gt;Darça&lt;/b&gt;, você é FODA!), meu deus, a menina mais engraçada de todas. Parece que foi ontem que tomamos banho na sua piscina de camisetas, brincamos de sereia e pulamos na cama elástica até tomar choque no ferro. Você é muito linda, muito talentosa, você é perfeita pra burro, garota. Você tem um lugar muito especial aqui no peito pra sempre, sabe? Ah, um beijo pra &lt;b&gt;Luiza&lt;/b&gt;, minha esposa pra sempre. Se lembra que eu te chamava de Helena? lol Muito tempo isso.&lt;br /&gt;Um beijo e um abraço MUITO forte para o &lt;b&gt;Dunha, Fireboy, Pig, Neandro, Gui&lt;s&gt;dagaby&lt;/s&gt;, Icles, Joe, Luah, Marcos, Paula&lt;/b&gt; e toda a negada da moçada. Sério, vocês fizeram uns dos melhores anos da minha vida.&lt;div&gt;Beijin especial pro &lt;b&gt;Guedes, Artur, João, Carlos Gustavo, Guto&lt;/b&gt; e essa galera que parece nunca parar de beber, puta que pariu. Obrigada pelo porre. LOL&lt;br /&gt;Agora, abram alas, porque eu vou falar dela, a menina mais especial do mundo pra mim. &lt;b&gt;Aryelle Virtuoso Amaral&lt;/b&gt;. Sério, Ary, eu te amo mais do que qualquer coisa na minha vida. Tu foi meu apoio quando eu sempre precisei, as minhas risadas mais gostosas, a minha coragem, e todo mais. Eu não consigo mais me lembrar como era minha vida sem você, sabe? Sou tua gordinha do metal PRA SEMPRE, sua magrela estranha da psicóloga. Escoteira. Minha princesa, amor do meu viver, linda maviosa! Tu sabe que eu não queria jamais me separar de você, mas sacrifícios são necessarios. Eu quero que você seja muito feliz, e se algum filho da puta partir seu coração, eu parto a cara dele, falow? Tu é minha irmã de alma, tu sabe né. &lt;b&gt;Marlete, Tia Tula&lt;/b&gt;, amo vocês também! Desculpa estar quase todo final de semana enchendo o saco de vocês ai. E, &lt;b&gt;Taly&lt;/b&gt;. Taly, Taly, obrigado por abrir meus olhos. Você sabe que foi você que me fez ver como a vida pode ser um pouco de conto de fadas, sabe? Obrigado pelas brigas, MEU DEUS, Obrigada mesmo, mesmo finais de semana sempre ficavam mais divertidos com você se enrraivando ou ficando com vergonha. Eu te amo muito, minha menina. Minha Soul Sister, pra toda vida. Eu já sinto saudades de você. Saudades de andar de carro com você por aí.. Enfim, um beijo pra &lt;b&gt;tia&lt;/b&gt; e pro &lt;b&gt;tio&lt;/b&gt;, e pra &lt;b&gt;Rafa&lt;/b&gt; também. Rafa, vou ser seu luan santava pra sempre. UM BEIJO PRA PANDORA, MEU DEUS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora aqui um espaço reservado para a 2ª01/3ª01. 2009, e 2010, melhores anos da minha vida pr culpa de vocês, vocês sabem? Obrigado por cada momento naquela sala. Obrigada por todas as brigas, por todas as vindas da dona &lt;b&gt;Beth&lt;/b&gt; na nossa sala, da &lt;b&gt;Maricléia&lt;/b&gt;, e até da &lt;s&gt;&lt;b&gt;bruxa&lt;/b&gt;&lt;/s&gt;Eliana. Eu quero falar de um por um de vocês. &lt;b&gt;Ana FUCKING Augusta&lt;/b&gt;. Obrigada é pouco pra ti. Minha menina, minha mocinha, minha mulher. Me ensinou que viver é muito mais do que viver em si. Obrigada por todas as bebidas e comidas de graça LOL, e eu sempre vou sentir falta de você, sua gostosa. &lt;b&gt;Cristian&lt;/b&gt;, não me odeie, okey seu cabeça dura? Eu te amo muito, garoto. Você é um guri muito incrivel, apesar dos seus surtos de raiva e de tudo mais. Eu te amo mesmo, menino. &lt;b&gt;Deeeeerek&lt;/b&gt;, HAHA, meu deus, como não rir com você. Sempre dividindo conselhos co você, perdendo no basquete, rindo e tudo mais. &lt;b&gt;Tales&lt;/b&gt;, seu garanhão. Sério, garanhão de primeira. MENINAS, invistam no tales, ahã! &lt;b&gt;Iuri&lt;/b&gt;, tesão, xuxu, gosto, amor do meu viver! Tu é um dos melhores amigos que eu já fiz. Você é um amor, um garoto super fofo e, meu deus como vou sentir sua falta. Seu abraço é o melhor de todos! Desculpa ai gente, podem morrer de inveja, mas é mesmo. Um abraço pro &lt;b&gt;Mano Guis, Riquinho, Samuéis&lt;/b&gt;, né, e tudo mais. Hey, &lt;b&gt;Jean&lt;/b&gt;. Eu te amo. De verdade. E pra sempre. Jamais vou cansar de dividir fone com você, assim como meus problemas e tudo mais. Você é foda, seu garanhão. Sério, eu nem sei o que falar de ti, porque eu acho que você sabe tudo, né? Amo você mesmo.&lt;br /&gt;Um amasso beeem dado na minha Marida &lt;b&gt;Manuela&lt;/b&gt;, e na &lt;b&gt;Jaque&lt;/b&gt; também. Suas lindas, eu vou sentir falta de vocês. &lt;b&gt;Malú&lt;/b&gt;, pare de ser perfeita, sério, você ofusca todo mundo, sua coisa! &lt;b&gt;Léo Luiz &amp;amp; Arivaldo&lt;/b&gt;. Tenho que falar de vocês juntos, já que o cérebro de vocês conectam não é? &lt;b&gt;Leticia&lt;/b&gt;, você é uma chata. mas eu adoro você do mesmo jeito. Uma sinônimo de briga? &lt;b&gt;Felipe&lt;/b&gt;. HAHA, Ai meu, Felipeee, conheci tu esse ano, mas isso não muda que você é uma das pessoas mais chatas que eu conheci. BRINCADEIRA. Só pra dizer que tu é uma peça rara. Lembre-se de mim quando estiver liderando o Brasil, valeu? &lt;b&gt;Léo&lt;/b&gt;, mano, um dia a gente monta uma duplinha voz e violão, ok. Jamais vou esquecer essa promessa. Vamos ser famosos e tudo mais. &lt;b&gt;Allinho&lt;/b&gt;, All. Eu já sinto sua falta. Seu chato! Eu sempre vou ser sua doida, e tudo mais. Precisamos nos ver mais vezes, não é? Saudade de dividir o fone com você e ouvir BOA musica. Saudaaade do Slipknot, véi. Você é muito pra mim. Um beijo pra Francin, MEU CARALHO OFICIAL ok? Um abraço para as meninas lá do canto, &lt;b&gt;Rute, Ester, Hariane, Cláudia, Elisane, Emanu&lt;/b&gt;( sem ressentimentos?), &lt;b&gt;Ana Cristina&lt;/b&gt; e também pro &lt;b&gt;Lucas&lt;/b&gt;. Aliás, LUCAS Domingos, Cadê você muleque? ouvi dizer que você cresceu. Só acredito vendo, mas beleza. &lt;b&gt;Francieleeee&lt;/b&gt;, sua linda. Dona da feira de verão e tal, super foda, sempre roxa nos ombros e pendurada no celular. Essa menina tem crédito infinito. Sério.  Gente, obrigado por terem feito da viagem do terceirão uma das coisas mais memoráveis da minha vida, os melhores dias, as melhores pessoas, funk e bebidas. 3ª02 e 3ª03, um beijo na bunda de vocês, cês são fodinha, ok?&lt;br /&gt;Professores, um beijo, e obrigado pela paciencia todos esses anos. Me declaro inocente por todos os incidentes, beleza? HAHA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mais, eu queria agradecer todo mundo que tentou/leu/ou leu só a sua parte desse texto. É que eu realmente precisava fazer isso. Desculpa se eu esqueci de falar de você aqui, mas é o que veio junto com a emoção, entende? Se você não ta aqui é porque eu te odeio. BRINKS, é porque é duas da mãnha e eu não tenho mais cabeça pra escrever. Mas Sério, eu amo todos vocês, obrigado por fazer a Garopaba o lugar mais badalado da terra, e obrigado por todo o carinho, amor, brincadeiras, brigas, sorvete, e presentes. DEVE TER MILHÕES de erros, mas como eu disse, é a emoção. Eu amo muito vocês. Obrigado e desculpem tanta repetição. Esse texto é do fundo do meu coração. Vocês vão fazer falta pra caralho.&lt;br /&gt;Com amor,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francis.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-4795525903260099666?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/4795525903260099666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/12/abrindo-meu-coracao-apresenta-garopaba.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/4795525903260099666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/4795525903260099666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/12/abrindo-meu-coracao-apresenta-garopaba.html' title='Abrindo meu coração apresenta: Garopaba.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-130197018858492892</id><published>2010-11-11T17:44:00.001-08:00</published><updated>2010-11-11T17:45:44.409-08:00</updated><title type='text'>Marte.</title><content type='html'>Eu não me lembro de ficar assim há muito tempo. Teus olhos cansados, assim como os meus, cruzam e descruzam de propósito. Um milhão de pensamentos, um milhão de possibilidades e nenhuma ação. Muita cautela. Meus dedos estão gelados assim como seu peito, e eu não consigo parar de olhar teu reflexo no vidro. A noite lá fora esconde todos os meus segredos, assim como os teus que sei que tem. Quebrando as regras e mudando os costumes.&lt;br /&gt;Você é da onde?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-130197018858492892?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/130197018858492892/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/11/marte.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/130197018858492892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/130197018858492892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/11/marte.html' title='Marte.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-19177913042755402</id><published>2010-11-11T17:37:00.000-08:00</published><updated>2010-11-11T17:37:47.395-08:00</updated><title type='text'>Um grão.</title><content type='html'>Estou presa a minha bagunça; Não me acho mais. Afundando lentamente em nós e desgostos. Meu coração vai em vem em ondas melancólicas, como o balanço do mar em março. Eu não durmo mais. Eu não como mais. Eu não vivo mais. Fecho os olhos e por segundos a dor some, e é impressionante como em um piscar de olhos as bombas explodem.&lt;br /&gt;Minh'alma não é tranquila faz anos, décadas, vidas. Isso já não importa enquanto eu olho o céu mudando de azul pra vermelho, e de vermelho pra cinza, e de cinza pra nada. Fecho os olhos pra dor sumir. Meu relógio não funciona e o tempo acelera, num ritimo inacompanhável, como os raios que saem dos teus olhos negros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu corpo é um grão de areia na sua praia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-19177913042755402?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/19177913042755402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/11/um-grao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/19177913042755402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/19177913042755402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/11/um-grao.html' title='Um grão.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-2020357000220300977</id><published>2010-11-05T08:39:00.001-07:00</published><updated>2010-11-05T08:39:36.617-07:00</updated><title type='text'>Dama (final)</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Uma semana ali, acabaria as férias dela e de todo mundo. Combinamos que íamos fazer uma festa na casa de Marcelo no ultimo dia de férias. Marcelo era um cara mais velho que andava com nosso grupinho por razões que todo mundo desconhecia. Mas ele gostava de beber, e de gastar. Marcelo era rico, e pagava as coisas pra nós. Ninguém contestava, todo mundo gostava dele, inclusive minha irmã Marina, que casou com ele uns&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;anos depois desse verão. No dia da festa, Martina enfezou que não iria de jeito nenhum.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Não queria ver Marcelo, nem mais ninguém. Eu fiquei uma hora na frete da casa dela, conversando no portão, tentando convencê-la de ir, mas disse que não iria. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Extremamente aborrecido, fui na festa “sozinho”. Tinha intenção de beber o mundo e acabar com a cara de Alexandre, aquele filho da puta que destruiu o coração da minha menina. O som batia dentro do meu coração, como um tambor descontrolado. Engolia cada copo de batida rapidamente, e logo não demorou pra eu ficar um pouco tonto, e ficar dançando de um jeito desengonçado, mas ninguém estava muito bem aquela hora da noite. Então, a porta abriu e parece que o som se desligou por alguns segundos, coisa da minha cabeça,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;quando ela adentrou a porta da frente , vestindo uma curta saia preta rodada, que deixava ela mais alta, e muito linda.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Seu sorriso era rouco, como a sua voz. Não demorou para que ela se aproximasse de mim, já com seu ritmo de dança sensuais, balançando seu quadril perfeito no ritmo damúsica que parecia ser feita pra ela. Perdi as contas de quantas vezes ela gritou “Essa é minha música!” Mas eu não ligava. Ela me abraçava, me beijava no rosto, e tomava algumas bebidas comigo. Lá pelas duas da manhã, nós dois felizes de bêbados, mas não caindos fomos para o fundo da casa, onde tinha um pequeno muro de frente pro mar. Ela se sentou no muro quase caindo pra trás, mas segurei-a rindo junto com ela, como se fosse uma musica entre os vacilos.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A musica ainda nos atingia uma pouco alto, mas era melhor ali, dava até pra conversar.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Sem perceber, as palavras escaparam dos meus lábios.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;- Eu te amo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;-Que?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;- Nada.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;- Nada, não. Repete. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;- Porque você gosta dele?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;- Que?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;- Do Alexandre.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;- Ah, sei lá.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;- Você devia gostar de... mim.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;- De ti?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;- Unhum. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Silêncio.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Eu me levantei, e estiquei a mão tremula pra ela, sentindo as coisas meio que girarem quando eu estava de pé. Sabia que ela sentia o mesmo, mas ela tocou minha mão com delicadeza e se levantou. Puxei ela para um abraço, e enquanto a musica agitada tocava lá dentro, eu com as mãos em volta da sua cintura, e ela no meu pescoço, balançávamos devagar, pra lá e pra cá,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;como uma valsa. Nossos sorrisos tensos no rosto e meu coração acelerado. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;- Eu. Te. Amo.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;– sussurrei ao seu ouvido, e seu corpo tremeu bem sutilmente, no meu, me apertando mais forte. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;- Me beija.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-2020357000220300977?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/2020357000220300977/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/11/dama-final.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2020357000220300977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2020357000220300977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/11/dama-final.html' title='Dama (final)'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-5898703365251126405</id><published>2010-10-29T18:50:00.000-07:00</published><updated>2010-10-29T18:51:06.450-07:00</updated><title type='text'>Dama.</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Marty. Era assim que todos a chamavam. Eu também a chamava assim. Mas seu nome era Martina.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Conheci no verão, na praia, em um grupo de amigos&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;em comum. Ela tinha aquele sorriso de quem provoca sem perceber, junto com seu corpo bonito e suas mãos pequenas, sempre pousadas em corpos que não eram o meu. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;No primeiro verão que a conheci eu tinha 15, e ela 14. Ainda era uma pequena guria sonhadora, mas todos sabiam que aquela garota , que tinha seus longos cabelos ruivos encaracolados com um sorriso estonteante tinha algo a mais. Eu não fiz muita amizade com Marty naquele ano, não tinha o que falar, e eu era um garoto muito tímido. Só trocávamos olás, assim como a maioria quando todos juntos íamos nadar no lago da cidade. Ela foi embora pra longe, e eu fiquei lá, na cidade de praia esperando a tristeza do inverno. Duas semanas mais, duas semanas menos e eu já nem lembrava mais, com as tarefas da escola e todas as outras coisas. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Só quando as aulas estavam terminando novamente é que eu lembrava aquela pequena menina. Mas não, ela não tinha vindo naquele ano. Seu irmão mais velho disse que a garota não tinha interesse em praia nem lagos, e que tinha ficado na cidade com suas amigas, pra sair para suas festas de piscina e danceterias idiotas. Meu verão, mais uma vez, igual ao outros. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Foi só depois de dois anos, quando eu com dezessete anos a vi de novo. De começo não a reconheci. Pra mim ela era outra garota ( e de fato era). Seus cabelos curtos e revoltados, e suas camisetas largas e jeans curto rasgado. Tinha um sorriso doce colado em seus lábios, mas seus olhos eram de pura malicia, de quem sabe o que faz, e faz por querer. Era de quebrar o coração, o meu coração. Eu já não era um moleque tímido, já conhecia as mulheres e sabia o que fazer. Mas ela era diferente, ela sabia todas as minhas táticas e sempre me fazia de bobo. Desisti do amor, mas ficamos bem amigos, íntimos até, de ficar rindo na frente da praia das piadas idiotas que eu fazia.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Estava sendo um verão legal, saindo com Marty. Iamos ao lago pra sentar no deck de madeira pra molhar os pés na água, e conversar sobre a vida. Lembro bem do sorriso dela, contando no que passara nos últimos anos que não nos vimos. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;- É, as pessoas mudam, não é? – Falava ironicamente quando eu falava que ela estava diferente. – Sabe, eu cresci. Eu mudei porque agora eu sei pensar. – Deitava-se no deck, com seu ar de mulher, fazendo com que sem querer sua camiseta do Strokes subisse um pouco deixando sua pele branca da barriga contrastar com o short azul marinho.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Olhava pro céu, e sonhava – Agora eu sei o que é pensar. Eu sei o quanto as pessoas são más, e o quanto as pessoas querem ser más. Eu gosto de você porque você é bom. – Nesse ponto ela virava de barriga pra baixo e me olhava com seus olhos verdes musgos bem grandes. Eu sorria sem graça, sem querer falar. – Você é bom, e é meu melhor amigo. Não é que nem aquele idiota do Alexandre. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Eu odiava de mais o Alexandre. Esse, era aquele cara exemplo. Forte, loiro, que surfava na arrebentação, e que usava as meninas pra sexo, ou pra beijos sem amor. Eu não entendia como Marty podia ter se apaixonado por um cara tão idiota feito ele. Ela era tão brilhante, merecia algo melhor. No dia que estamos no deck, eu ainda não o odiava como odiei quando desesperada Martina me ligou aos berros pedindo apoio em casa. Chorava, e eu não sabia como agir. Chorava por um cara que não merecia nem um pingo do amor de uma menina tão inteligente forte que ela era! Deus, ele nãos abia quão perfeita ela era pra dispensá-la. Acho que jamais ninguém colocou os olhos nela como eu, pra perceber como todos os defeitos dela eram lindos, como os olhos um pouco afastados e seu sorriso torto. É claro que eu não falei isso para ela, apenas a consolei , dizendo que ia ficar tudo bem. O que eu podia fazer? Eu morria de amor por ela, e ela por um babaca. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-5898703365251126405?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/5898703365251126405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/10/dama.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5898703365251126405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5898703365251126405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/10/dama.html' title='Dama.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-1878176607266314706</id><published>2010-10-27T13:04:00.000-07:00</published><updated>2010-10-27T13:04:30.138-07:00</updated><title type='text'>desabafo</title><content type='html'>Vim notando no último mês que eu não sou mais a mesma. Eu queria poder voltar a ser a mesma, mas se eu voltasse...eu não seria mais eu. O negocio é que tô pior. Pior até pra escrever. Não consigo mais ler minhas coisas e gostar. Não consigo olhar meus desenhos e achar definitivamente bom, nem ouvir as musicas que eu gostava antes.Nada vem me agradando a bastante tempo. Nem meu blog me agrada mais... Pobre Masoquismo Mental, fica parado por dias, e semanas,&amp;nbsp;esquecido. Hipocrisia minha, se foi esse blog que sempre me ajuda quando eu to na merda, tipo agora. As coisas agora vem tornando-se cada vez mais pessoais, e eu não to conseguindo lidar com as coisas tudo ao mesmo tempo, e muito menos separadas. &amp;nbsp;Fim de ano, mudar de cidade, ter um emprego, acabar a escola, ir embora da onde eu cresci, deixar meus amigos.. e amores. Ou pseudo-amores? Eu não sei mais definir muitas coisas, e agora minha cabeça lateja enquanto o cachorro da Mariana lá do outro lado da rua late incansávelmente, ou enquanto minha irmã chora por atenção. Tudo bem, são dois seres que precisam de atenção, não igualmente, mas sobrevivem disso. Ou talvez eu esteja só viajando. Hoje assisti um filme legal, e eu acho que é por isso que eu to escrevendo aqui. Acho que eu to precisando mesmo desabafar que eu não aguento mais ficar...assim. De bobeira. Hoje tem prova e eu nem estudei, como sempre. Química. Eu to fudida em&amp;nbsp;química, mas eu vou passar de ano. Todo mundo vai, porque é só o que aquela escola sabe fazer, empurrar todos os alunos com a barriga, e eu sou só mais um dos fantoches da direção. Engraçado. Me&amp;nbsp;disseram&amp;nbsp;que em um guri la na escola que está péssimo, em todas as matérias.Alguns dizem que são as drogas, outros dizem que ele só deixou de lado, porque ano passado era bem diferente, um completo CDF, coisda que eu nunca entendi direito.Nunca fui de estudar, e de me dedicar a passar de ano,. Pura preguiça, porque se eu&amp;nbsp;quisesse&amp;nbsp;eu ia lá e tirava dez, essa escola tem um ensino tão baixo que é de se dar pena. E atire a merda da primeira pedra de quem nunca pensou assim, lá do meu colégio. Tenho certeza que até a diretora pensa assim, e pensa mesmo. Escola feito de fofocas e idiotices. Ninguém leva a sério. Nem eu, mas eu levaria, se pelo menos eu tivesse um motivo por. As coisas são engraçadas, visto desse ponto, as pessoas podem até dizer "você tem um motivo, sua formação, seu estudo&amp;nbsp;acadêmico, um bom trabalho, bla bla bla". Tudo bem, okey, é um bom motivo, mas não há motivação. As vezes eu queria só que pelo menos um professor daquela escola tivesse uma aula interessante, e botassem todos os alunos no lugar que deviam estar, na sua plena&amp;nbsp;consciência. Porque você vê, uma aula, lá, e não tem ninguém prestando atenção. OKEY, umas 3 prestando atenção, mas é rondado de piadinhas, e e chicletes, e pessoas com a cabeça em outro lugar, e rabiscos nas mesas, e choros internos e pensamentos suicidas. O que você comeu ontem? Nada? Ok, legal. Voltamos a vida normal. As vezes o que eu mais queria era viajar pra um lugar onde ninguém me conhecesse e começar uma vida do zero. Queria que meu celular tocasse, e queria um amor do meu lado. São coisas tão...&amp;nbsp;adolescente, pode crer, mas é que eu me comporto como uma porque sou uma. E eu fico aqui, fingindo que eu sei escrever alguma coisa, sonhando que um dia eu vou ter meu livro, que vai vender e que eu vou ser rica o suficiente pra sustentar meus filhos e dar uma boa vida pra minha mãe. Quem se interessaria a ler um monte de coisas por uma&amp;nbsp;adolescente&amp;nbsp;em crise? Que escreve pra não entrar em depressão? É, minha vida anda num caminho tão engraçado que só rindo pra sobreviver. Minha vontade era de apagar tudo isso aqui e não postar, mas seria injusto comigo mesma.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-1878176607266314706?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/1878176607266314706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/10/desabafo.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1878176607266314706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1878176607266314706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/10/desabafo.html' title='desabafo'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-1097871104696249007</id><published>2010-10-25T10:56:00.001-07:00</published><updated>2010-10-25T10:56:13.982-07:00</updated><title type='text'>Ninguém no escuro.</title><content type='html'>&lt;div class="other" style="color: #21311b; font-family: Georgia, Palatino, 'Palatino Linotype', Times, 'Times New Roman', serif; font-size: 11px; margin-bottom: 10px; margin-top: 10px;"&gt;Mais uma vez, eu quero fugir. As vezes, eu fico sentada no escuro. É, assim, como todo mundo faz. E não adianta negar, porque eu sei que você faz. Você senta o escuro, no chão, e tenta desaparecer. Ou pelo menos fazer com que todos os problemas se vão, junto com a luz. E você ainda fecha os olhos na escuridão, não fecha? Eu fecho. Fecho os olhos porque eu tenho medo de que a luz volte. Tenho medo que tudo se clareie mais uma vez, e eu consiga ver todos os medos e problemas, e confusões, e pessoas, e familias, e objetos, e roupas, e musicas, e solidões, e depressões, e monstros que me cercam. É como toda a noite, quando eu deito meu rosto no travesseiro, apertando os olhos fortemente, no escuro, pra ver se consigo dormir mais rápido que ontem. Pra ver se as coisas parar de girar na minha cabeça como se algo fosse melhorar, parar de fantasias com você ali na cama comigo, uma coisa que eu sei que não vai acontecer. As vezes eu sou obrigada a ligar a luz, rápido, porque eu tenho medo também de permanecer no escuro. Você consegue imaginar sua vida ali, no escuro? Não sabendo de nada nem de ninguém, não enxergando a própria face num espelho que não existe. As vezes eu tenho medo de nunca te encontrar. As vezes eu tenho medo de ter te encontrado, mas deixado você ir. Tenho medo . Tenho medo do escuro.&lt;br /&gt;Mais uma vez eu quero fugir. Fugir para um mundo que não é meu. Que ão é seu. Que não é de ninguém.&lt;br /&gt;&lt;div class="textp" style="-webkit-transition-duration: 0.2s; font-family: 'courier new'; font-size: 25px; letter-spacing: 2px; margin-bottom: 30px; margin-left: -560px; margin-top: -60px; opacity: 0; padding-bottom: 5px; padding-top: 5px; text-align: center; text-transform: uppercase; z-index: 1000;"&gt;&lt;a href="http://givemeacigarette.tumblr.com/post/1399473620/ninguem-no-escuro" style="-webkit-transition-duration: 0.3s; color: #21311b; text-decoration: none;" title="0 notes"&gt;►&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-1097871104696249007?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/1097871104696249007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/10/ninguem-no-escuro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1097871104696249007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1097871104696249007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/10/ninguem-no-escuro.html' title='Ninguém no escuro.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-8127346845843761024</id><published>2010-10-18T19:29:00.001-07:00</published><updated>2010-10-18T19:29:55.150-07:00</updated><title type='text'>" Uma carta para alguém que te machucou recentemente"</title><content type='html'>&lt;div class="post_title" style="color: #444444; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; font: normal normal bold 22px/normal Arial, Helvetica; line-height: 1.3; margin-bottom: 10px; margin-top: 0px !important; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;30 dias: 13º dia: Uma carta para alguém que te machucou recentemente&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #444444; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;Eu te amava muito, e dedicava minha vida a você. E o pior de tudo é que você sabe disso. Diz você que me amava também, mas acho eu que tudo não passou de uma doce ilusão minha e de muitas outras pessoas, inclusive você. Na primeira oportunidade que você teve pra me deixar, você teve a coragem de o fazer, sem se despedir.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #444444; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;Queria ter filmado os meus dias sem você. Queria que você tivesse visto, frame por frame todas as lágrimas que eu derramei pro você. Queria que você conseguisse enxergar o buraco enorme que você deixou no meu peito, e eu aqui, uma fraca garotinha de cidade pequena, não consegue fechar. Muitas pessoas gospem palavras de solidariedade comigo, mas elas nunca, NUNCA vão saber porque, mesmo que eu te odeio tanto, eu ainda te amo. Acho que ainda sinto o gosto de todos os dias que eu te amei, então as coisas amargas ficam na garganta seca.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #444444; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;Um dia, talvez, você despenque de um lugar tão alto quanto está agora, como eu estava, no ponto alto da minha vida com você. Espero que você esteja feliz com ela,e que fique feliz o tempo suficiente que você achar necessario. Mas, eu, infelizmewnte já terei partido quando você precisar do meu colo pra chorar por ela, se é que você chora; As vezes eu esqueço que você não chora. Mas que seja, eunão passarei mais a mão na sua cabeça, apesar de ser uma especie de amiga sua, não sou mais sua melhro amiga, sua irmã, sua alma… não sou mais sua.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #444444; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;Só queria deixar bem claro uma coisa: NUNCA, nenhum ser humano na face da terra te amará como eu amei, nem te dará tudo que eu dei, e que poderia ter dado por você. Nunca ninguém vai te dar um abraço que nem aquele que você sabe. Nunca ninguém vai te beijar com tanta felicidade como eu beijei. Não vai existir ninguém como eu pra você, assim como você pra mim. Mas como diz los hermanos “eu só aceito a condição de ter você só pra mim”, e esse não é o caso.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #444444; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;Então eu vou, e fecho essa porta. Não quero que você passe por ela. Por preoucaoção, lacrei a janela.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #444444; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;Boa noite, boa vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #444444; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; margin-bottom: 0px !important; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;Eu não te amo mais.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #444444; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; margin-bottom: 0px !important; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #444444; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; margin-bottom: 0px !important; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #444444; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; margin-bottom: 0px !important; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;http://givemeacigarette.tumblr.com&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-8127346845843761024?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/8127346845843761024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/10/uma-carta-para-alguem-que-te-machucou.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/8127346845843761024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/8127346845843761024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/10/uma-carta-para-alguem-que-te-machucou.html' title='&quot; Uma carta para alguém que te machucou recentemente&quot;'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-1685215844415724451</id><published>2010-10-08T21:11:00.000-07:00</published><updated>2010-10-08T21:12:39.305-07:00</updated><title type='text'>A última vez que eu te vi.</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;A primeira vez que eu te vi,tudo estava desmoronando pra mim. Minha vida não passava de pesadelos e sonhos tristes. Você com seus amigos inseparáveis, e eu com minha solidão, sentado no ponto de ônibus, esperando um caminho mais fácil pra minha vida. Meu coração não pulsava tão rápido até aquele momento.Talvez tivesse sido melhor se eu fosse cego, e jamais tivesse visto seus cabelos vermelhos a voar pelo ar, enquanto sentava do meu lado. Conversamos. Você com seus papos chatos de livros, e eu não entendendo nada se não sobre minhas músicas alternativas e antigas. Era como se você fosse areia nos meus olhos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Na segunda vez que eu te vi, eu já tinha decidido que ia ir embora daquela cidade que já estava me dando muito nojo. Sentamos em um pub da cidade, pra conversar sobre isso, e eu depois de alguns copos de cerveja, perguntei se talvez, só talvez, você esperaria por mim. Estava sóbria, como sempre, e com a língua afiada, como se fosse uma navalha sobre o meu rosto e corpo nú. Disse que a vida não era uma estrada, muito menos uma rodovia, e que talvez teria sido muito melhor se tivéssemos nascido como pássaros siamêses. Foi naquela noite, de estrelas foscas que eu decidi não ir. E não fui. Muita idiotisse minha.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;A terceira vez que te vi, convidei para ir no zoológico comigo. Não sei porque, mas até que foi divertido. Um programa idiota, com todos aqueles macacos tristes, pendurados melancolicamente com suas caudas, os pavões coloridos e seus grandes olhos sorridentes. Tomamos cerveja quente, direto da latinha, e você ria, com os lábios contorcidos na tristeza, com as expressões da dor, assim como a minha. Eu queria muito não ter sentado naquele banco amarelo, e não queria ter segurado sua mão. Foi como selar um contrato com o diabo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;A quarta vez que te vi, eu mesmo fui aquele seu apartamento sujo no centro da cidade do caos. Eu toquei o interfone e você disse estar ocupada. Eu não liguei, e continuei a te chamar por ali. Não satisfeita com toda a destruição que sabia que eu já sofria, você desceu as escadas, com aquele roupão preto, e do seu lado, como um troféu, tinha um novo cara. Tinha que ser eu ali, só nos meus jeans, sem camisa, quem nem ele estava. Me perguntou porque eu estava lá.. e eu...eu...eu fui embora deixando meu coração sangrento e partido diante de seus pés.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;A quinta vez que eu te vi, já fazia mais de um ano que a gente não se falava. Nossos amigos já não eram os mesmo, porque seu marido estava trabalhando no exterior, e você simplesmente decidiu fazer amigos novos. Seus olhos eram distantes, assim como a lua. Não me olhou no rosto, falou vagamente e pouco. Eu fumava um cigarro a cada segundo. Eu queria me afogar na vodka pura, e você mais uma vez sumiu. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;A sexta vez que te vi, eu nãot e vi muito bem. Eu estava insanamente bêbado pelo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Na sétima vez que eu te vi, você estava casada de novo. Era outro cara, e todo mundo dizia como ele era parecido comigo, ouvindo as mesmas musicas e até aquele jeito de arregaçar as mangas que você disse que era muito charmoso, até nossos cabelos eram parecidos, descabelados, e quase encaracolados. Talvez se eu tivesse t&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;e beijado apenas uma vez, naquele banco amarelo, enquanto estava segurando sua mão, as coisas não seria assim. Talvez o céu tivesse um tom mais colorido, e não me chovesse cinzas todos os dias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;A oitava vez que eu te vi, aquela banda que você tinha me encorajado a montar nos primeiros dias tinha ido a progresso. Eu estava no palco,daquele barzinho sujo, com um sorriso amarelo nos lábios, dedilhando a guitarra lentamente. Você estava desacompanhada e não parecia nem me notar, seus ouvidos não eram pra mim. Sempre com o celular nos ouvidos, falando baixo e rindo. Estava lá só pra depois não dizer que não fora, paras suas novas amigas falsas que nunca te deram um apoio como eu teria dado. Você esticava a mão para o garçom, e nó não tínhamos tocado nem a terceira música. O garçom parecia cego, e não enxergava sua mão, e você ficava cada vez mais nervosa, passando a mão nos cabelos sempre tão bagunçados como sempre foi a nossa relação. Fechei os olhos devagar, porque o meu maior desejo era ser cego. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;E então a última vez que eu te vi. Eu tinha até conseguido parar com os cigarros, mas não dormia faz dias. Tinha passado a  noite toda acordado, e alguém lhe contara isso. Eu sentado em um banco qualquer de uma praça qualquer, e você apenas se aproximou em um carro estranho dirigido por ninguém. Sentou do meu lado, e sem me dizer nada me deu finalmente um beijo, mas ele tinha um gosto salgado e de adeus. Então se levantou e dentro das suas suas curtas me acenou um adeus sofrido, e desapareceu. Pra sempre.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Eu sinto que todos os dias fossem como me esmagar. Eu simplesmente não tenho forças pra levantar todo dia da minha cama desarrumada e dos meus sonhos bagunçados. E você sempre está neles, e sempre vai estar, pra minha infelicidade. Eu vou e volto do trabalho, vejo seus novos velhos amigos, tomo meu café azedo e amargo,  enjoado desde o dia que meu coração dependeu do seu peito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-1685215844415724451?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/1685215844415724451/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/10/ultima-vez-que-eu-te-vi.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1685215844415724451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1685215844415724451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/10/ultima-vez-que-eu-te-vi.html' title='A última vez que eu te vi.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-278861062911200860</id><published>2010-10-07T09:20:00.000-07:00</published><updated>2010-10-07T09:23:47.506-07:00</updated><title type='text'>Eu, você e a neve. ( PARTE IX )</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Despedida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Indiferente de Marrie estar fraca, e passar o dia todo deitada em minha cama, fora o melhor natal de minha vida. Foi nesse Natal que decidimos tudo. No mesmo dia que encontrei Marrie na neve, depois de sua queda e tudo mais, ela me levou para conhecer sua família, e me contar toda situação atual. Sua mãe estava muito doente, e a beira da morte ( todos já sabiam que ela não tinha mais um mês de vida, ainda mais nas condições desse inverno). Entramos na casa, que tinha um cheiro esquisito que eu não conseguia identificar na hora. Sua mãe estava sentada no sofá, meio de lado, com um cobertor sobre as pernas. Dr. Philip estava sentado em uma cadeira de madeira de frente para o sofá, mas em uma distancia razoável, lendo alguns papéis. Os irmãos, sentados no tapete entre a mãe e Dr. Philip brincavam, com algumas bonecas surradas e carrinhos que faltavam rodas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Quando fechamos a porta, Dr. Philip parece levar um susto, que chegou a botar a mão no peito. Ajeitou os óculos redondos no rosto e andou rapidamente até Marrie, deixando os papéis em cima da cadeira. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;- Marrie, eu disse que não devia ter ido lá na rua com esse frio todo. Olha se nariz! Vermelho feito uma cereja!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;- Eu estou bem Doutor. Juro. Nunca estive tão bem. – Falando isso virou o rosto pra mim e deu o seu sorriso mais lindo e sincero que eu já tinha vista. Retribui a altura, abraçando-a por trás e sorrindo pro Doutor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;- Tudo bem, tudo bem. Olá Senhor Thomas. Boa tarde. Vamos entrando, vamos resolver tudo isso logo. – E foi andando de volta pra sua cadeira. Olhei para Marrie, mas ela me puxou para a pequena sala. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Marrie se sentou do lado de sua mãe, e deu um beijo no seu rosto sussurrando algo em seu ouvido. A mulher doente, com os cabelos da mesma cor berinjela de Marrie preso num coque alto e desarrumado sorriu pra mim e me cumprimentou. Me sentei em uma cadeira de madeira igual a que o doutor estava sentado, do lado de Marrie e segurei-lhe a mão. O lugar ficou silencioso, tirando pelos barulhos de pequenas explosões que o Jhonatan, o irmão de 8 anos de Marrie fazia, quando colidia os carrinhos entre si. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;-Bom, - começou Philip, começando a barba no queixo,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;ajeitando mais uma vez os óculos redondos no rosto. – todos sabem da situação aqui é bastante precária. – Marrie e sua mãe fizeram que sim com a cabeça. – Não posso mais poupar o ouvido de todos aqui, inclusive&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;as crianças sobre o que pode acontecer nesse próximo mês ainda. Senhora Tália, estou aqui pra ajudar, a senhora sabe. Estou fazendo de tudo pra ajudar você e sua família, e o que eu mais quero é o bem de todos vocês. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;- Tudo bem, Doutor. Acho que minha família já está bem preparada pra saber de toda a verdade. – Dr. Philip fez sinal que ia abrir a boca pra falar, mas a mulher, ainda com a a voz fraca levantou a mão magra, e prosseguiu. –Meus amores, podem parar de brincar um pouco, mamãe tem coisas sérias pra contar pra vocês. – As crianças largaram os brinquedos, e se levantaram. – Podem sentar aqui com a mamãe, isso, Mirian, sente no colo de mamãe. – &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;As crianças fora se arrumando como poderam no pequeno sofá de dois lugares. Mirian, a mais nova de cinco anos sentou no colo de sua mãe e enfiou o rosto no peito da mesma. Jhonatan sentou entre Marrie e sua mãe. Julia, a menina de 7 anos sentou no colo de Marrie, que fez carinho nos cabelos loiros e finos da menina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;- O que foi mamãe? – perguntou Julia, mas ela já sabia bem o que era, e era evidente seus olhos cheios de lágrimas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;- Vocês sabem como eu estou doente, assim, a quase um ano. Eu não tenho mais como pagar os remédios, e deixar vocês sem ter o que comer mais uma semana. O doutor Philip ajuda sempre como pode – olhou para o mesmo com um olhar de piedade, já cheios de lágrimas. Sua voz soava fraca e afogada, era triste e Marrie apertava minha mão a cada segundo mais. – mas eu não posso pedir mais do que já pedindo. Eu amo muito vocês. Vocês não merecem essa vida triste que estão acompanhando, vocês precisam de uma infância decente. Então, vocês sabem meus amores, quando mamãe parar de tomar os remédios,mamãe vai ficar muito fraca e... – sua voz engasgou e as lagrimas caíram do rosto enquanto apertava os olhos com força.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;- E você vai pro céu, mamãe?- Mirian perguntou, com toda inocência do mundo, secando as lágrimas da mãe, e abraçando devagarzinho. Marrie chorava muito, porém em silencio, assim como os outros dois. Eu me sentia estranho ali no meio, mas sentia que precisava estar ali.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;-Isso, meu amor. Mamãe vai pro céu, e lá de cima vai cuidar muito bem de vocês, vocês sabem não é? – Eles fizeram que sim com a cabeça. – Então, eu vou contar uma coisa pra vocês. Doutor Philip e a tia Caren... Vocês se lembram da tia Caren, não é? A mulher do Doutor Philip. – fizeram mais uma vez que sim com a cabeça – Então, eles vão cuidar vocês aqui, enquanto eu cuido de vocês lá de cima. Vocês vão ficar com eles, morando na casa deles, aquela linda casa que vocês ficaram no final de semana, lembram? É isso. Tia Caren e Doutor Philip vão ser tipo... Seus novos pais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;- Mas mamãe, você sempre vai ser nossa mamãe, eu não quero que a tia Caren seja minha nova mamãe. – Mirian exclamou, chorando, agarrando as roupas da mãe. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;- Meu bebê, você sempre vai ser minha filha. Eu sempre vou ser sua mãe. Mas eu vou estar muito longe, e eu preciso que você aceite que agora ela que vai cuidar de você, então você vai ter que tratá-la que nem me trata, como uma mãe.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Então é isso. Vocês entenderam tudo? Eu amo muito vocês, muito mesmo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;- Também te amamos mãe. – Marrie falou. – Ninguém nunca vai substituir a mãe maravilhosa que você foi, e que você é. Ninguém. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Todos da família se abraçaram, e ficaram assim por um bom tempo, chorando, e se despedindo mentalmente, enquanto eu e Doutor Philip olhávamos aquela cena com os olhos igualmente cheios de lágrima. Era difícil assistir aquela cena de tanta união, sabendo que uns dias pra frente aquela mulher, aquela guerreira e maravilhosa mulher que ela era não estaria mais ali, com sua voz fraquinha e seus cabelos negros berinjela. Depois de um tempo, Marrie mandou os irmão irem comer a mesa, pão com manteiga.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Voltou, ainda com os olhos vermelhos e marejados. Sentou de novo ao lado da mãe e deu uma mão a ela, e a outra pra mim. Inclinou-se pra mim, e me deu um longo selinho amoroso, e sorriu chorosa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;-Bom, Marrie, agora tem o seu caso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Seus irmãos irão ficar no meu nome, mas eu tenho plena certeza que a senhorita já é bastante madura pra decidir se deseja ficar sobre minha tutoria, ou não. – Doutor Philip falou. Marrie olhou pra mãe, procurando um pouco de apoio. A mão sabia exatamente que era isso que ela estava pensando.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;-Marrie, eu não vou decidir isso para você, filha. Você é uma mulher agora. – Olhou pra mim e sorriu, e eu fiz o mesmo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;- Então, Doutor – Falou Marrie com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;voz um tanto engasgada. – Eu não quero. Não que eu não goste do senhor, ou algo do tipo, mas eu , agora, estou bem. Eu tenho o Tom, e posso viver com ele.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;– Doutor Philip fez que sim com a cabeça. – Então, eu prefiro ficar como tudo está ainda. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;- Tudo bem, respeitamos sua decisão final. – ele falou, sorrindo. – E mesmo que eu não seja seu tutor, nós todos, eu, seus irmãos e Caren, estaremos sempre de braços abertos pra você e pra Thomas quando precisar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;- Obrigado – respondemos juntos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-278861062911200860?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/278861062911200860/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/10/eu-voce-e-neve-parte-ix.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/278861062911200860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/278861062911200860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/10/eu-voce-e-neve-parte-ix.html' title='Eu, você e a neve. ( PARTE IX )'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-1701936637889308270</id><published>2010-10-02T13:33:00.000-07:00</published><updated>2010-10-02T13:33:59.720-07:00</updated><title type='text'>Eu, você e a neve. ( PARTE VIII )</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Dois corações, uma só alma.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Acordei com uma puta dor de cabeça no domingo, e além de tudo, cansado. Tinha começado a fazer alguns trabalhos da faculdade em casa, mesmo sabendo que estava rodado nesse semestre. Conseguira emprestado por umas noites o notebook de um vizinho amigo meu pra fazer os trabalhos e pelas manhãs ia na casa dele pra mandar pela internet. Fica noite inteira lendo as apostilas. Não que eu fosse passar, mas pelo menos mantinha minha cabeça ocupada.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;Levantei, andei até o banheiro, lavei o rosto e depois coloquei roupas o suficiente quentes pra sair a rua. Peguei um pouco de dinheiro que ainda me sobrara do mês. Esperava que chegasse logo mais dinheiro no banco pelo meu pai. Não estava trabalhando, e isso estava começando a prejudicar a vida. Quase nunca comia nada. Devia ter emagrecido uns 3 kilos naquele mês.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;a rua estava tudo frio e branco. A Neve não cansara de cair pesadamente todos os dias e a noite daquele mês. Alias em que mês&amp;nbsp;estávamos? Dezembro, ainda,&amp;nbsp;provavelmente&amp;nbsp;Não fazia idéia. Tinha se perdido no calendário e no tempo enquanto não estava com Marrie. O sininho soou alto quando abriu a porta da farmácia e entrei, olhando para as caxinhas de remédio que eu olhara no dia que conhecera Marrie. Fui até o balcão, e o mesmo garoto espinhento de quase um mês atrás.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Feliz Natal, o que deseja?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Feliz Natal? - fiquei um pouco perdido - que dia é hoje?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Em que mundo você vive? Hoje é dia 24.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Ah sim. Me vê uma cartela de aspirina.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Aqui. Dois dólares.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;-Ó. - Dei o dinheiro em moedas - Brigada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O sino soou mais uma vez ao sair, e então comecei a perceber a minha volta os enfeites de natais nas casas do meu bairro. Luzes de pisca, pinheiros enfeitados com frufrus e bolinhas, e dezenas de papais noéis sorridentes, pendurado em escadas, nas janelas e no topo das casas sendo castigados pela neve. Pelo menos agora pela manhã a neve tinha cessado um pouco, mas ainda cobria a calçada. Chutei um pouco de neve, olhando a mesma no chão.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Droga de frio.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Eu gosto de frio, sabe?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Meu coração deu um salto, e eu olhei pra frente. Marrie estava encostada a cerca da pracinha, sorrindo pra mim, com seu casaco pesado verde musgo e seus cabelos&amp;nbsp;berinjela&amp;nbsp;um pouco mais compridos que da ultima vez. Deixei cair o pacotinho de aspirina no chão e corri pra abraçá-la. Suspendi ela no ar, e girei levemente, e ela rindo se agarrou no meu pescoço, me abraçando com a pouca força que parecia ter. Posei ela no chão, e fiquei olhando pra ela, sem me preocupar com as lágrimas que se formavam nos meus e nos olhos dela. Ela sorria lindamente pra mim. Não pude evitar, e a beijei com todo o amor do mundo, abraçando-a pela cintura, sentindo ela se fundir a mim, sentindo o calor dela comigo, naquele simples beijo. Parecia que o universo inteiro havia desaparecido e só havia nós dois num pequeno mundo que era só nosso. Nossos lábios mal se&amp;nbsp;desgrudarem, e ao mesmo tempo,&amp;nbsp;involuntariamente&amp;nbsp;falamos juntos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Eu te amo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-1701936637889308270?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/1701936637889308270/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/10/eu-voce-e-neve-parte-viii.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1701936637889308270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1701936637889308270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/10/eu-voce-e-neve-parte-viii.html' title='Eu, você e a neve. ( PARTE VIII )'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-3226393741115507161</id><published>2010-09-28T19:27:00.000-07:00</published><updated>2010-09-28T19:27:08.234-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_2wRVvhnKZIQ/TKKhObSkcgI/AAAAAAAAAOM/2RnYwfJwAhg/s1600/Picture0086.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="222" src="http://2.bp.blogspot.com/_2wRVvhnKZIQ/TKKhObSkcgI/AAAAAAAAAOM/2RnYwfJwAhg/s320/Picture0086.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Eu, você e a neve.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-3226393741115507161?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/3226393741115507161/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/09/eu-voce-e-neve.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/3226393741115507161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/3226393741115507161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/09/eu-voce-e-neve.html' title=''/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_2wRVvhnKZIQ/TKKhObSkcgI/AAAAAAAAAOM/2RnYwfJwAhg/s72-c/Picture0086.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-8904132005150111810</id><published>2010-09-26T19:18:00.001-07:00</published><updated>2010-09-26T19:18:59.328-07:00</updated><title type='text'>Futuro</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'helvetica neue', helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 14px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Dois computadores. Ele de um lado da tela, e ela da outra, muitos&amp;nbsp;quilômetros&amp;nbsp;de distancia. Conhecem um ao outro como ninguém, mas não se conhecem pessoalmente.Vidas diferentes, mas sentimentos iguais.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 14px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Ele: De que ano você tem mais saudade?&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 14px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Ela: 2012, quando a gente se encontrar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-8904132005150111810?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/8904132005150111810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/09/futuro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/8904132005150111810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/8904132005150111810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/09/futuro.html' title='Futuro'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-1588814454532686870</id><published>2010-09-24T20:19:00.000-07:00</published><updated>2010-09-24T20:28:29.221-07:00</updated><title type='text'>Pule ( A Hero in Love)</title><content type='html'>&lt;div&gt;Abra sua janela e então pule,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu vou te segurar aqui embaixo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Porque eu quero voar com você por aí&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Abra sua janela e então pule,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu nunca fui um bom super herói&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas eu posso tentar se você sorrir&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pule&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não há mais sentido combater com vilões&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Desde que você foi para a outra cidade&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então me pergunto o que faço aqui&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu não quero mais combater com vilões&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Te trouxe pro alto dessa montanha&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para que você possa decidir: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Posso te deixar em casa e ir embora&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ou podemos fugir&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Te deixo tocar nas nuvens, dessa vez.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;_&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não, não é meu. Até seria de se estranhar, porque poesias e poemas nunca foram minha praia. Aliás, nem sei diferencias poesia de poemas. Matei essas aulas de português, pode apostar. Ou dormi. HAHA. Então, essa poesia (espero que seja poesia) é de um enorme amigo meu. Giancarlo Danves . Conheço faz um tempo, e tenho que adimirtir: Comecei a escrever por ele. É, é. Acho que tudo começou com Gian. Obrigada Gian, você foi, é e sempre será um grande pilar da minha vida, neguinho. Não foram brigas que nos separaram, então não vai ser a distancia e a falta de tempo que vai separar, não é?Amo você. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ah, antes que eu esqueça, Gian tem um blog (junto com vitor), que aliás é dos bons! Visita lá.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.humorhipostatico.com/"&gt;http://www.humorhipostatico.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-1588814454532686870?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/1588814454532686870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/09/pule-hero-in-love.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1588814454532686870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1588814454532686870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/09/pule-hero-in-love.html' title='Pule ( A Hero in Love)'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-3694233003503800813</id><published>2010-09-24T13:13:00.000-07:00</published><updated>2010-09-24T13:13:13.308-07:00</updated><title type='text'>Muga.</title><content type='html'>Pamella não tinha uma ficha muito boa. Todo mundo sabia que ela era louca, e que fazia o que bem entendesse. Como naquela vez que jogou tintas de todas as cores nas paredes da escola. Foi punida e gostou. Coberta de tinta. Um arco-íris. Foi expulsa, pois bateu em varias meninas ( e meninos). Quebrou o nariz quatro vezes, duas o braço esquerda e uma vez o fêmur direito. Ficou no hospital dois meses, da vez que com 14 anos pegou o carro da mãe escondida e colidiu de frente com um poste.Diziam que estava bêbada. &amp;nbsp;"O poste está bem, muito obrigada" falava, rindo alto e pintando as unhas de preto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Essa menina é louca, João" Todos diziam ao seu pai, que já cansara de tentar castigá-la, prende-lá, até dar uma surra. Parecia que isso só a estimulava a ficar com aquele sorriso sarcástico no rosto, com os lábios cheio de sangue. Diziam por aí que já transava com metade da cidade, desde os 13. Eu até acreditaria, se não tivesse a conhecido bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gritava por vingança, matou animais na frente de pessoas, dizendo que era o anti-cristo. Pura diversão. Quebrava pratos, televisões, e tudo que via pela frente na casa da mãe, quando com raiva. Explodia as coisas, machucava as pessoas e os sentimentos. Pamella não era uma boa menina.&lt;br /&gt;E isso tudo antes dos 17. Isso tudo antes de saber o que era o amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentada na calçada, descascava as unhas com um canivete. Momento raro, de Pamella calma, de cabelo &amp;nbsp;sem cores&amp;nbsp;excêntricas&amp;nbsp;e sem muito preto. Mas não deixava de ser a Ovelha negra da familia. Mascava o chiclete de boca aberta, ali, no sol das 3 da tarde. Um guri chegou perto. Era normal de mais. Ela olhou-o por três segundos e depois voltou para as unhas. Não interessava. A&amp;nbsp;principio.&lt;br /&gt;- Você que é a Pamella?&lt;br /&gt;- O que você acha?&lt;br /&gt;- Acho que sim. É ou não é?&lt;br /&gt;- Talvez...faz diferença?&lt;br /&gt;- Se não fizesse eu teria passado reto.&lt;br /&gt;- Tem um cigarro?&lt;br /&gt;- Tenho.&lt;br /&gt;- Passa ai.&lt;br /&gt;- Tu é a Pamella?&lt;br /&gt;- Vai me dar o cigarro?&lt;br /&gt;- Se você confirmar...&lt;br /&gt;- Senta ai.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Sentou. Grande erro. Ela riu e deu uma&amp;nbsp;cotovelada&amp;nbsp;nas costelas do garoto, mas devagar, nada de agressividade. Tinha passado a noite em claro. Era evidente na maquiagem borrada, quem até acentuava sua beleza.&lt;br /&gt;- Me dá o cigarro. Sou ela.&lt;br /&gt;- Hm. - Pega um cigarro, e dá outro a ela. Guarda a carteira. - Bom saber.&lt;br /&gt;- Cadê o fogo?&lt;br /&gt;- Não tenho.&lt;br /&gt;- Você tem cigarro e não tem fogo?&lt;br /&gt;- Você pediu cigarro, não fogo.&lt;br /&gt;- Agora tô pedindo fogo! - quase irritada, mas se divertindo.&lt;br /&gt;- Eu já disse que não tenho. - Se divertindo, tranquilo.&lt;br /&gt;- Inferno.&lt;br /&gt;Silêncio.&lt;br /&gt;- Toma seu cigarro inútil de volta. - Fecha a cara, mas ele sorri.&lt;br /&gt;- Tá. Hey Pamella, porque você é assim?&lt;br /&gt;- Ah?&lt;br /&gt;- Louca.&lt;br /&gt;- Não sou louca.&lt;br /&gt;- Ah, é!&lt;br /&gt;- Nem sou!&lt;br /&gt;- Tô dizendo que é!&lt;br /&gt;- VOCÊ NÃO ME CONHECE!&lt;br /&gt;Silêncio.&lt;br /&gt;- É verdade. Não te conheço.&lt;br /&gt;- Eu disse.&lt;br /&gt;- Quem é você?&lt;br /&gt;Silêncio.&lt;br /&gt;- Não vai responder? - Ele falou, brincando com uma pedrinha da calçada.&lt;br /&gt;- Não.&lt;br /&gt;- Por...?&lt;br /&gt;- Não tô afim.&lt;br /&gt;- Ah, tá sim.&lt;br /&gt;- Como você sabe?&lt;br /&gt;- Tô lendo nos teus olhos, Pamella.&lt;br /&gt;- Ah, tá, agora você lê olhos?&lt;br /&gt;- Só os seus.&lt;br /&gt;Silêncio.&lt;br /&gt;-Quem é você? - Agora ela pergunta.&lt;br /&gt;- Seu futuro marido.&lt;br /&gt;Gargalhada alta dela, sorriso calmo no rosto dele.&lt;br /&gt;- Como é que é?! Ahahahha - não consegue parar de rir.&lt;br /&gt;- Okey, vou pegar mais leve. Seu futuro único amor. E se você deixar escorrer pelos dedos, você vai morrer provavelmente ainda esse ano. E olha que não falta muito pra ele acabar, não é?&lt;br /&gt;- Para com isso, garoto. Eu nem te conheço.&lt;br /&gt;- Conhece sim. Eu sou seu namorado.&lt;br /&gt;- Isso é um pedido?&lt;br /&gt;- Não. É um fato.&lt;br /&gt;- Não sabia que EU namorava. Faz tempo?&lt;br /&gt;- Desde que você nasceu.&lt;br /&gt;- Uau. - riso abafado. E silêncio. Pensa.&lt;br /&gt;- Tudo bem? - ele pergunta,a ver ela olhando séria o chão.&lt;br /&gt;- Você é mais uma daquelas pessoas que não existem que eu invento?&lt;br /&gt;- Você inventa pessoas?&lt;br /&gt;- Pessoas não. Amigos.&lt;br /&gt;- Eu sou real, Pamella. Pode tocar. - Estica o braço, e ela passa o dedo indicador dos dedos dele, até o cotovelo.&lt;br /&gt;- Mas ser&amp;nbsp;físico&amp;nbsp;não significa ser real.&lt;br /&gt;- Ah é? Essa é nova pra mim.&lt;br /&gt;- As pessoas são&amp;nbsp;físicas, mas são falsas.&lt;br /&gt;- Isso é verdade. Mas eu sou real, e verdadeiro.&lt;br /&gt;- Espero que sim.&lt;br /&gt;Silêncio.&lt;br /&gt;- Eu gosto de você, Pamella.&lt;br /&gt;- Eu nem sei seu nome.&lt;br /&gt;- É verdade. Vamos fazer assim, você pode me chamar do nome que você achar mais bonito no mundo inteiro. Quero ser perfeito pra você.&lt;br /&gt;- Ninguém é perfeito.&lt;br /&gt;- Eu vou dar o meu máximo. Qual meu nome?&lt;br /&gt;- Hm, deixe eu pensar.&lt;br /&gt;- Não pense muito. Pensar demais as vezes é ruim.&lt;br /&gt;- É verdade. As vezes dá até pra mudar de idéia.&lt;br /&gt;- Não quero que você mude de idéia sobre mim, Pamella.&lt;br /&gt;- Eu também não.&lt;br /&gt;- Então vai.&lt;br /&gt;- Vai o que?&lt;br /&gt;- O nome!&lt;br /&gt;- Ah, já tinha esquecido. Desculpe.&lt;br /&gt;Silêncio. Dessa vez curto.&lt;br /&gt;- Vou te chamar de Muga.&lt;br /&gt;Ele ri.&lt;br /&gt;-?&lt;br /&gt;- É uma sigla.&lt;br /&gt;- Hm, interessante.&lt;br /&gt;- Quer saber o que significa?&lt;br /&gt;- Você quer falar?&lt;br /&gt;- Ahan.&lt;br /&gt;- Então tá.&lt;br /&gt;- Meu único grande amor.&lt;br /&gt;- Achei bonito.&lt;br /&gt;- Eu também.&lt;br /&gt;- Quer dar uma volta, Pamella?&lt;br /&gt;-Ahan.&lt;br /&gt;Se levantam.&lt;br /&gt;- Hey, Muga...&lt;br /&gt;- Que?&lt;br /&gt;- Te amo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-3694233003503800813?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/3694233003503800813/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/09/muga.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/3694233003503800813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/3694233003503800813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/09/muga.html' title='Muga.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-2693298088799573608</id><published>2010-09-19T20:35:00.000-07:00</published><updated>2010-09-19T20:35:15.149-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>As vezes eu me esqueço como é bom ficar sozinha.&lt;br /&gt;As vezes eu me esqueço que a melhor companhia que eu tenho sou eu mesma. Eu e minhas musicas, e meus pensamentos, e minhas crenças.&lt;br /&gt;As vezes eu não quero mais ninguém, a não ser eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É melhor assim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-2693298088799573608?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/2693298088799573608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/09/as-vezes-eu-me-esqueco-como-e-bom-ficar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2693298088799573608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2693298088799573608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/09/as-vezes-eu-me-esqueco-como-e-bom-ficar.html' title=''/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-3592039501826440997</id><published>2010-09-14T10:01:00.000-07:00</published><updated>2010-09-14T10:01:00.282-07:00</updated><title type='text'>Eu, você e a neve. ( PARTE VII )</title><content type='html'>&lt;i&gt;Dias em branco.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dias seguintes foram muito lentos. Em vez de eu acompanhar Marrie no hospital, em seguida corri para a casa dela, por sorte o médio de sua mãe ainda estava lá, então avisei-o, e como não tinha nenhum responsável por ela, já que era de menor, ele foi para o hospital. Antes de ir, ele me prometeu fazer tudo ficar bem, mas também em proibiu de ir para o hospital. No começo eu não entendi porque eu não podia ir para o hospital, mas depois do passar dos dias eu conseguia olhar pra trás e ver todo o meu desespero e o quanto eu estava gritando o tempo todo, desesperado. Eu já não sabia como passar meus dias sem Marrie em casa.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Richard decidiu ficar mais uma semana lá em casa, pra não me deixar sozinho enquanto Marrie não ficava completamente boa. Ao passar de duas semanas, um dos irmãos de Marrie, que devia ter uns 12 anos, compareceu a minha casa dizendo que ela tinha voltado, mas eu não podia ir ainda a nossa casa, ordens do Dr. Carl. Eu ficava puto com isso, esmurrei a porta, Richard mandou eu retomar a calma, e já indo embora o irmão de Marrie me falou que quando ela estivesse bem ela mesmo voltaria a vir a minha casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma semana passou, e Richard era obrigado a ir embora. Não tinha mais como faltar as aulas da faculdade, e além por cima os dias de trabalho. Ele tinha me ajudado bastante naquelas semanas, até em casa e tentando me manter a&amp;nbsp;consciência&amp;nbsp;o tempo todo.&lt;br /&gt;- Cara, tem certeza que vai ficar bem?&lt;br /&gt;- Claro, cara. Eu tô melhor, sabendo que ela tá em casa e que logo vai poder vir aqui. - Falei, tentando acalma-lo. Ele me olhou com os olhos desconfiados. - É sério!&lt;br /&gt;- Tá, vou acreditar. Qualquer coisa me liga. Deixei meu numero novo na geladeira. - Falou passando a mão na careca, e apontando pra geladeira. - Então é isso, irmão. Fique bem, e não faça merda.&lt;br /&gt;- Tudo bem. Até mais. - abracei ele, dando uns tapas na suas costas, e então ele entrou em seu carro e partiu.&lt;br /&gt;Sem Richard a casa voltava a ser tão vazia e sem barulhos como era antes de eu conhecer Marrie. Sentei no sofá, e me deitei, tampando o rosto com os braços, escondendo os olhos dos raios de sol de inverno que vinham da janela. Lembro que eu dormia mais do que ficava acordado esses dias. Eu não ia mais a faculdade. Eu sempre era acordado com meu celular tocando, meus colegas da faculdade&amp;nbsp;avisando&amp;nbsp;que eu tinha perdido tal prova, que eu ia rodar de semestre, que eu estava fodido, e que eu precisava voltar a vida de novo. Mas eu não podia sai de casa enquanto Marrie não volta-se. E se ela batesse na porta da minha casa e eu não estivesse ainda lá. Não me lembro de comer essa semana, só lembro de fumar, dormir e beber café. Estava também quase ficando paranóico, achando que ouvia a porta batendo, e ia abri-la, mas sempre não tinha ninguém na porta de casa. Minha cabeça latejava quase o tempo todo, mas as minhas aspirinas e remédios mais fortes pra dor já tinham acabado a uma semana. Pensando em semanas, eu fazia as contas todos os dias. Já faziam 23 dias que Marrie tinha ido para o Hospital, e 9 que já tinha chegado em casa. Meu corpo e minha mente já fraca, &amp;nbsp;dizia inconscientemente para que eu corresse para a casa dela,&amp;nbsp;abrasasse-a, acolhesse-a e trouxesse-a pra minha casa. Mas eu não podia, não ainda. Eu precisava casar com ela.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-3592039501826440997?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/3592039501826440997/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/09/eu-voce-e-neve-parte-vii_14.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/3592039501826440997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/3592039501826440997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/09/eu-voce-e-neve-parte-vii_14.html' title='Eu, você e a neve. ( PARTE VII )'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-2048681048571028999</id><published>2010-09-08T16:33:00.000-07:00</published><updated>2010-09-08T16:33:36.764-07:00</updated><title type='text'>A game show love connection.</title><content type='html'>Uma vez eu me perdi num mar. No mar que eram seus olhos. Eu me perdi no infinito que eram teus pensamentos, e toda a profundidade dos teus beijos. &amp;nbsp;Eu queria me perder. Eu gostava de me perder. Noites, e dias, e madrugadas e conversas e risadas, e era só nós. Nós e as estrelas, e o mar dos teus olhos.&lt;br /&gt;Gostava de fugir com você, pra bem longe. Pra bem perto, ou apenas pra praia, pra te beijar,pra tremer nos seus braços e apenas rir nervosa quando você fazia aquelas tais piadinhas. Meu coração sempre saltou quando você virava o rosto, com aquele sorriso bobo, ou quando tampava os olhos de vergonha porque tudo era tanto que a gente não podia suportar.&amp;nbsp;Eu também gostava de cantar pra você. Ou ouvir você cantar. Ou apenas ouvir musica. Deitada no travisseiro, de baixo da coberta, meu coração acelerado, e o sangue correndo rápido nas veias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você, sempre tão no mundo da Magia, do "Pra Sempre" e do final feliz.&lt;br /&gt;Eu, aqui com os pés no chão, apenas esperando o "the end", e ganhando tapas da realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se é pra te descrever em três verbos?&lt;br /&gt;Amar, brigar e voltar. Sempre&lt;br /&gt;voltando, não é mesmo?&lt;br /&gt;Eu te amo muito e&lt;br /&gt;você é muito&lt;br /&gt;chata.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-2048681048571028999?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/2048681048571028999/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/09/game-show-love-connection.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2048681048571028999'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2048681048571028999'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/09/game-show-love-connection.html' title='A game show love connection.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-1283928178738146648</id><published>2010-09-04T22:34:00.000-07:00</published><updated>2010-09-04T22:34:57.135-07:00</updated><title type='text'>Eu, você e a neve. ( PARTE VII)</title><content type='html'>&lt;i&gt;Não!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do oi de Marrie, a cena se&amp;nbsp;paralisou&amp;nbsp;por segundos, que pareceram&amp;nbsp;eternidades. Olhei pra Richard, e então pra Marrie, que continuava com seu sorriso de boneca. Então ela deu um passo pra frente e me abraçou, forte. Retribui, e depois ela, como de costume, foi guardar o casaco em meu quarto. Sem reproduzir som, Richard "falou" &lt;i&gt;é ela sua namorada? &lt;/i&gt;Sem ter muito o que pensar naquele momento, ainda sem reproduzir som, e gesticulando muito &lt;i&gt;Apaga o cigarro, mano! .&amp;nbsp;&lt;/i&gt;Richard apagou o cigarro, pegou o cinzeiro e colocou debaixo do sofá, em um gesto insano e rápido. Me contive pra não rir, era um desespero&amp;nbsp;necessário&amp;nbsp;nosso. Mas na hora, eu não conseguia raciocinar direito.&lt;br /&gt;Marrie voltou, olhou pra mim, depois pra Richard, e depois pra mim.&lt;br /&gt;- Oi. - Marrie&amp;nbsp;repetiu. Não pra mim, pra Richard.&lt;br /&gt;- Esse é Richard - falei, fazendo um gesto pra ele se levantar, e o mesmo o fez, esticando a mão pra ela. Ela o cumprimentou. - Essa é Marrie. - Pensei em&amp;nbsp;acrescentar&amp;nbsp;"uma amiga minha" mas isso não faria muita diferença naquele momento. - Ele é um amigo irmão.&lt;br /&gt;- Ah é? - Marrie deu uma risada quase infantil, mas do seu jeito mulher, jogando um pouquinho a cabeça pra trás, delicadamente. - E porque toda essa tensão no ar, caramba! Parece que eu sou o Anti-cristo ou algo assim - E então caiu na gargalhada. E então Richard começou a rir. E eu também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já passava das três agora, estávamos conversando. Eu e Marrie &amp;nbsp;sentados no sofá, e Richard mechendo nas coisas da cozinha, procurando um pacote de café que eu jurava tem comprado.&lt;br /&gt;- Cara, não tem café nenhum aqui!&lt;br /&gt;- Claro que tem! - Retrucou Marrie, encostando a cabeça no meu ombro e rindo. - Eu comprei junto com ele semana passada!&lt;br /&gt;- Então foi o que terminamos agora a pouco.&lt;br /&gt;- Como você consegue consumir um quilo de café sozinho em uma semana? - Marrie me pergunta, quase rindo, com uma da suas mãos encostadas no meu peito, sorrindo feito um anjo. Eu apenas dou ombros. Aquela cena parecia perfeita.&lt;br /&gt;-Vou sair pra comprar café. - Richard fala, sorrindo.&lt;br /&gt;- Que isso, imagina! - Marrie se levanta de um pulo. - A gente vai comprar, né, Thomas? - Me segura pela mão e me puxa do sofá. Me levanto, sorrindo.&lt;br /&gt;- Claro, né. Visita fica em casa. - Digo rindo. Richard ri.- Pode indo ali na rua, vou pegar nossos casacos, Mah.&lt;br /&gt;- Tá. Vou esperar você no parquinho, tá? - Me jogou um beijo e saiu pela porta. Contente. Fiquei observando ela pela porta aberta. Até ela entrar dentro do cerquinho com os brinquedos. Se sentou no balanço, balançando devagar. Eu ri.&lt;br /&gt;- Caaaara. - Richard prolonga a palavra o máximo que pode. - Essa menina é o máximo! Ela é a namorada perfeita pra você. - Ele falava e balançava a cabeça positivamente.&lt;br /&gt;- Eu sei cara. - Andei até o quarto e peguei nossos casacos mais pesados pro frio. Não queria deixar ela por muito tempo com apenas um casaco de moletom no frio. - Pena que ela não é minha namorada. Ainda?&lt;br /&gt;Richard:&lt;br /&gt;-?&lt;br /&gt;- É, Cara. Ainda somos amigos. Nem beijo rolou.&lt;br /&gt;- Caralho.&lt;br /&gt;- É.&lt;br /&gt;- É.&lt;br /&gt;Olhei pela porta para o parquinho. Onde estava Marrie? O balanço com um pouco de força ainda se balançava sozinho.&amp;nbsp;Desespero&amp;nbsp;no meu coração. Marrie não está avista. Com os casacos no braço ainda, corro até lá. Marrie caída, com o rosto contra a arei misturada na neve. Neve vermelha. Caída. Corpo mole. Desacordade.&lt;br /&gt;- MERDA! RICHARD!&lt;br /&gt;Pulei a cerca rapidamente, e virei Marrie tirando seu rosto do chão. Sangue saia de um corte da sua testa, e do nariz. Grito mais uma vez, com o coração na boca, minha alma&amp;nbsp;dissolvendo&amp;nbsp;em pedacinhos, como se tudo tivesse indo ralo a baixo.&lt;br /&gt;- Caralho Richard! Liga pra&amp;nbsp;Ambulância, agora!&lt;br /&gt;Não demorou mais que 5 minutos e os para-médicos tiravam ela de perto de mim, e meu coração caia em um poço sem fundo. Minha garganta seca, e ela ainda desacordada. Não sabia o que fazer. Eu tremia. Sentia meus olho umidecerem o tempo todo. Richard sempre do meu lado, perguntando se eu tesava ok. Não estava nada a ok.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-1283928178738146648?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/1283928178738146648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/09/eu-voce-e-neve-parte-vii.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1283928178738146648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1283928178738146648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/09/eu-voce-e-neve-parte-vii.html' title='Eu, você e a neve. ( PARTE VII)'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-5684494671768742783</id><published>2010-09-03T22:23:00.000-07:00</published><updated>2010-09-03T22:23:25.616-07:00</updated><title type='text'>Eu, você e a neve. ( PARTE VI)</title><content type='html'>&lt;i&gt;O bom filho a casa retorna.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo que a ultima aula acabou na faculdade, sai rapidamente da faculdade e com meus passos apressados ( e ansiosos) fui para o ponto de ônibus. Tudo parecia tão lento, e eu ficava olhando para meu relógio de pulso esperando que isso fizesse o&amp;nbsp;ônibus&amp;nbsp;vier mais&amp;nbsp;rápido. Era lógico que não viria. Eu que estava adiantado. Com raiva, e não podendo ficar parado de ansiosidade de ver Marrie, comecei a andar com os passos rapidos pelas ruas gelada da pequena cidade onde eu morava.Não fazia diferença, se eu chegasse em casa meio dia e meia, ela ainda só iria depois das duas lá. Eu era um idiota.&lt;br /&gt;Por todos os lugares que eu passava, era&amp;nbsp;impossível&amp;nbsp;de não notar toda aquela neve matinal. Mesmo que já estivesse quase dando meio dia, a neve que passava de 20 cm insistia em não derreter naquele inverno. Eu gostavada neve. Gostava do branco. Me lembrava quando eu fui feliz uma vez, quando era criança. Queria voltar naquele tempo. Queria voltar com Marrie. Eu podia encaixar perfeitamente Marrie com a neve. A pele branca de Marrie como a neve. A paz que as duas me traziam. Marrie tinha cor de neve. Marrie era minha neve.&lt;br /&gt;Sem perceber, perdido em meus pensamentos, minhas pernas automaticamente me levaram para casa. Me estique e peguei a chave que ficava "escondida" na calha da casa. Abri vagarosamente, entrei e joguei a chave que escorregou pela mesma, e caiu no chão. - droga - suspirei. Joguei a mochila e o casaco no sofá, e fui até de baixo da &amp;nbsp;mesa procurar filha da puta da chave. A chave conseguira de um jeito mágico deslizar pra de baixo da cadeira da ponta, tendo me fazer ficar de joelhos e cabeça baixa, além de me esticar todo pra conseguir pegar a droga da chave. Eu estava com os dedos em cima dela,se me esticasse assim, um pouco mais, um pouco mais e .... TOC TOC TOC TOC TOC na porta. No susto, bati a cabeça na mesa com força. - AI, MERDA! JÁ VAI. - Peguei a chave com raiva e sai, esfregando a cabeça até a porta.&lt;br /&gt;Pra minha surpresa, não era Marrie, nem&amp;nbsp;ninguém&amp;nbsp;que eu esperasse muito. Era um velho amigo meu que com um sorriso&amp;nbsp;característico&amp;nbsp;sarcástico&amp;nbsp;no rosto.&lt;br /&gt;- Qual é, Thomas? - Falo me&amp;nbsp;cumprimentando&amp;nbsp;rapidamente e entrando dentro de casa. Fiquei olhando pra ele, já com os pensamentos se aquela visita demoraria. Marrie chegaria em torno de algumas horas e não queria ninguém atrapalhando. - Atrapalho? - perguntou, vendo minha cara de pastel.&lt;br /&gt;- Não, cara. Que isso, senta aí.&lt;br /&gt;- Mas ah!&lt;br /&gt;Richard era um cara legal. Apesar de fazer mais de 6 meses que não o via, ele continuava o mesmo. Barba a fazer, cabelo raspado e aquele olhos azuis enormes cravados no rosto. E é lógico: O sorriso. Antigamente ele morava por esse bairro, e éramos bastante amigos,&amp;nbsp;andávamos&amp;nbsp;de skate juntos. Mas ele se mudou pra capital pra cursar a faculdade de música, que antigamente era um sonho nosso junto. Mas eu, fodido, não tinha como pagar a faculdade. Então nos separamos.&lt;br /&gt;Fiz um café forte, e ele acendeu os cigarros. Ficamos conversando e fumando no sofá, com os pés para cima da mesinha, como tudo era antigamente. Sem&amp;nbsp;preocupação, sem faculdade, sem trabalho. Ele me contou sobre um bico em um barzinho tocando em violão e voz, e que estava rendendo uma grana boa, que até tinha dado pra viajar pra cá esse mês &amp;nbsp;depois das férias.&lt;br /&gt;- Mas cara, como tua casa tá arrumada de mais! - Ele deu uma pausa, olhando em volta. - Ah.... - deu outra pausa me olhando agora com cara de zoação, e me deu um soquinho no ombro. - Tu tá com uma guria! Tu tá namorando! E nem me contou, seu puto?!&lt;br /&gt;- Ah... - Abri a boca pra falar mas fui calado pelas 3 batidas suaves na porta. toc toc toc. Assim, em letra&amp;nbsp;minúscula, suave e feminina. Abaixei o rosto, e fechei os olhos e Richard sorriu, quase rindo de minha cara. Namorar não era algo que&amp;nbsp;planejávamos&amp;nbsp;pra ... nunca.&lt;br /&gt;Caminhei até a porta e abri devagar. Marrie, linda em suas calças jeans e seu casaco vermelho me olho com um sorriso perfeito, e depois seus olhos deslizaram para Richard, sentado no sofá de pernas cruzadas com um cigarro entre os dedos. Olhou de novo pra mim, agora quase sem expressão. A unica coisa que eu via dentro do seu olhar era aquele pingo de diversão.&lt;br /&gt;- Oi. - Falou, com o lábio contorcido em um pequeno sorriso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-5684494671768742783?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/5684494671768742783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/09/eu-voce-e-neve-parte-vi.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5684494671768742783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5684494671768742783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/09/eu-voce-e-neve-parte-vi.html' title='Eu, você e a neve. ( PARTE VI)'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-8226899129254189782</id><published>2010-08-31T11:12:00.000-07:00</published><updated>2010-10-02T14:47:45.302-07:00</updated><title type='text'>Eu, você e a neve. ( PARTE V)</title><content type='html'>&lt;i&gt;Girando em torno de você, meu sol.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos outros dias que prosseguiram, Marrie vinha quase todo dia na minha casa. Era bom,&amp;nbsp;conversávamos,&amp;nbsp;tomávamos&amp;nbsp;café,&amp;nbsp;estudávamos&amp;nbsp;um pouco, e&amp;nbsp;conversávamos&amp;nbsp;mais. Foi assim pelo resto das minhas férias de inverno. Passou rápido o mês de novembro e as férias antecipadas de inverno. &amp;nbsp;Havia um pouco de neve nas ruas, mas era menos do que antes.Tendia a aumentar. Eu estava me arrumando logo de manhã cedo, porque tinha que ir para a faculdade rapidamente. Passei pela grande janela que eu tinha na sala, ainda colocando a camiseta de botões, e vi ela pela janela. Estava naquele parquinho infantil, com três crianças que supus ser seus irmãos. Dei um sorriso leve, e coloquei minha jaqueta, tomei a&amp;nbsp;xícara&amp;nbsp;de café rapidamente, peguei minha mochila e sai rapidamente. Andei até o parquinho, e me escorei na cerca de metal que separava a calçada dos&amp;nbsp;brinquedos&amp;nbsp;infantis. Ela estava limpando a neve se um dos balanços e colocando uma das meninas pequenas nele. Balançou devagar,e eu dei uma risada baixa, e ela ouviu, virando-se pra mim, sorrindo.&lt;br /&gt;- Oi! - disse&amp;nbsp;surpresa.&lt;br /&gt;- Bom dia. - Sorri, e ela veio se aproximando. Me abraçou por cima da cerca, e me deu um beijo no rosto. -Acordada a essa hora? - Olhei no&amp;nbsp;relógio de pulso&amp;nbsp;e acabara de dar oito da manhã.&lt;br /&gt;- Ah... - Ela olhou pro chão e chutou um montinho de neve acumulado entre a cerca e o chão. Falou mais baixo e cautelosamente - É que o médico resolveu fazer visita a essa hora da manhã, e eu não quero que eles&amp;nbsp;estejam&amp;nbsp;lá nesses momentos. Mesmo estando frio aqui, é melhor que lá dentro. Ela grita as vezes. Acho que ela tá ficando meio maluca. - Fez um sinal de&amp;nbsp;insanidade, girando o dedo em&amp;nbsp;círculos&amp;nbsp;do lado da cabeça. Fiz que sim com a cabeça, sem falar mais nada. Ela quebrou o silêncio me olhando sorriso. - Tá bonito, bem arrumado - zoou com a minha cara - vai pra faculdade?&lt;br /&gt;- Ahan.&lt;br /&gt;- Volta que horas? - Perguntou, pressionando os dedos delicadamente contra os meus em cima da barra da cerca.&lt;br /&gt;- Depois do meio dia. Lá pelas duas da tarde.&lt;br /&gt;- Posso aparecer aí?&lt;br /&gt;- Claro!&lt;br /&gt;- Tá. Boa aula.&lt;br /&gt;Se aproximou devagar de mim, e em vez de me dar um beijo no rosto como sempre, deslizou seus lábios sobre os meus, delicadamente, como tudo que fazia. Foi rápido, mas um tipo de choque percorreu o meu corpo e eu fechei os olhos por alguns segundos. Ela se afastou sorrindo devagar, andando de costas, nos seus movimentos de bailarina, e foi sentar no gira-gira com seus irmãos&amp;nbsp;gêmeos, girando devagar, e girando e girando... Girando que nem minha cabeça girou o resto da manhã . Por nenhum segundo eu podia tirar a imagem e o sentimento que me percorria quando lembrava do pequeno e leve beijo que ela me dera. Ela devia ter feito aquilo de&amp;nbsp;propósito, certo? Se fez, o que significava? Nós&amp;nbsp;tínhamos&amp;nbsp;algo...agora? Ou sempre tivemos? Acho que sempre tivemos aquela ligação esquisita que todo mundo falava que eu encontraria um dia e ia entender o que era o... amor.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Amor? eu?&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-8226899129254189782?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/8226899129254189782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/08/eu-voce-e-neve-parte-v.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/8226899129254189782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/8226899129254189782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/08/eu-voce-e-neve-parte-v.html' title='Eu, você e a neve. ( PARTE V)'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-5565117572671661976</id><published>2010-08-30T21:18:00.000-07:00</published><updated>2010-08-30T21:18:16.316-07:00</updated><title type='text'>Velhos Hábitos.</title><content type='html'>Uma flor nos dedos. Sentada no banco com tinta descascada. Olhava o chão, e balançava os pés no ritmo da musica que saia dos headphones. Girava a florzinha lilás entre os dedos, e sorria ocasionalmente.&amp;nbsp;&lt;div&gt;Ele viu de longe, e achou graça da menina com o corte de cabelo esquisito, e roupas diferentes. Ele gostou das botas de cano curto que ela usava, e chegou de mansinho.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ela viu ele sentado, mas não levantou o rosto. Ouviu uma palavra abafada. Não olhou. Ouviu de novo. Tirou os headphones, deixando os descansando nos ombros.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Que? - perguntou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Eu disse oi. Duas vezes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Oi. - pausa -Oi. - pausa- duas vezes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ele riu, e olhou pra frente, um lago brilhoso pelo sol matinal. Ela ja ia botando os phones de novo, ele não ia perder aquela oportunidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Qual teu nome?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Suspiro dela. Como se fosse um&amp;nbsp;incomodo. Estava fingindo. Olhou pra flor e mentiu.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Violeta.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Legal.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Silêncio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- O meu é ... - olhou pro chão - Pedra.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Pedra?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- É.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Legal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Silêncio. Imenso, dessa vez.Os dois olhares se cruzaram. Ela desviou mais rapido, e ele riu. Ela com os dedos um pouco nervosos procurou no bolso da camiseta xadrez um maço de cigarro, mas lembrou que não tinha comprado mais.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Tem cigarros ai? - pergunta, nervosa, mas sem transparecer muito.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Você fuma?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- É.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Eu não.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Ah tá. Tô tentando parar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Que bom.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Infinito nos lábios dele, e o gosto da canela do chiclete nos dela. Mastiga vagarosamente, e ele acompanha com o canto dos olhos o movimentar do maxilar dela, e o contorno do queixo, e descendo o pescoço e o colar com um pingente escrito "Nerd". Desce... e ela vê. Pigarreia. Ele levanta os olhos, e depara com os negros dela.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Ouvindo o que? - puxa papo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Strokes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Legal. Gosto deles.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- É, eu também. Um pouco.São coisas que ficam.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Como assim?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- As pessoas vão, mas os velhos&amp;nbsp;hábitos&amp;nbsp;ficam.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Tipo os seus cigarros?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Não. Esses são novos&amp;nbsp;hábitos&amp;nbsp;. Não muito novos. Mas mais novos que Strokes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Ah.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ele respira fundo, e solta o ar pela boca, fazendo o cabelo bagunçado voar um pouquinho pra cima dos olhos, e depois pousar sobre as sobrancelhas no seu habitual jeito de "não ligar". Ele poem a mão no bolso e tira um celular. Tecla algumas teclas , e ela fica curiosa.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Ta fazendo o que?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Pegando o seu numero.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sorriso. Outro sorriso, mais largo. O outro mais&amp;nbsp;tranquilo. Mexeu no cabelo, rindo. Passou o numero. Num outro dia sairam. Deram certo. Deram errado. E agora ela ouvia Misfits nos headphones. Os velhos&amp;nbsp;hábitos. E o cigarro nos lábios. Sempre novo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-5565117572671661976?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/5565117572671661976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/08/velhos-habitos.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5565117572671661976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5565117572671661976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/08/velhos-habitos.html' title='Velhos Hábitos.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-1380360394313392955</id><published>2010-08-29T19:17:00.000-07:00</published><updated>2010-08-29T19:17:20.592-07:00</updated><title type='text'>Sobre: Eu, Você e a Neve. ( e outros)</title><content type='html'>Sério gente, juro que eu irei continuar.&lt;br /&gt;Mas mais adiante, agora to sem&amp;nbsp;Inspiração&amp;nbsp;pra tal história. (e para qualquer coisa aqui no blog)&lt;br /&gt;Juro que eu vou. Espero que compreendam.&lt;br /&gt;Cobrem, talvez seja mais fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijos, Fran.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-1380360394313392955?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/1380360394313392955/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/08/sobre-eu-voce-e-neve.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1380360394313392955'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1380360394313392955'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/08/sobre-eu-voce-e-neve.html' title='Sobre: Eu, Você e a Neve. ( e outros)'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-4333274462300184935</id><published>2010-08-25T08:08:00.000-07:00</published><updated>2010-08-25T08:08:25.303-07:00</updated><title type='text'>Abrir os olhos</title><content type='html'>Eu.. Eu não sei onde eu estou. Esta muito escuro, e eu já me movo no piloto&amp;nbsp;automático. As pessoas em minha volta, todas sem rosto, parecem me conhecer tão bem, e eu não sei nada sobre elas. Elas me olham, elas me vigiam, mas eu, continuo no escuro, sem conseguir&amp;nbsp;enxergar&amp;nbsp;um palmo a minha frente. Meu caminho é apenas escuridão, e eu só me movo pelo tato e pelas palavras. Aliás, eu nem sei se as palavras estão ajudando muito agora. Toda a minha vontade se foi. Todos os sentimentos. Todo o amor. Todo o ódio. Só sobrou meu corpo na escuridão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se talvez eu tentar abrir os olhos...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-4333274462300184935?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/4333274462300184935/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/08/abrir-os-olhos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/4333274462300184935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/4333274462300184935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/08/abrir-os-olhos.html' title='Abrir os olhos'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-5149804039323215173</id><published>2010-08-17T12:24:00.000-07:00</published><updated>2010-08-17T12:27:06.711-07:00</updated><title type='text'>Eu, você e a neve. ( PARTE IV )</title><content type='html'>&lt;i&gt;Isso parece tão loucura quanto é. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Ah, claro. - Falei e apontei pro sofá para que ela sentasse, e desliguei a televisão. - Fica a vontade, Marrie. - Ela se sentou, e eu sentei logo do lado dela, e ela ficou olhando para a casa, que na verdade ela uma grande sala sem divisões.A cozinha era junto com a sala, e meu quarto ficava atrás de uma cortina improvisada que eu fizera no final do ano passado. Se não me engano antigamente tinha sido uma pequena loja de roupas para marinheiros que trabalhavam logo no cais do porto.  - Não repara na bagunça..&lt;br /&gt;- Ah, tudo bem. É bem melhor que a minha casa. - Ela deu uma risada quase sem graça, e encostou as costas no sofá. Ficamos em silêncio por alguns segundos, e ela ficava olhando pra mesa de centro perto do sofá que estava ainda com o cinzeiro ali.&lt;br /&gt;Me levantei e peguei o cinzeiro, com uma das mão e comecei a andar para a pia da cozinha. - Desculpa. - Falei, na real sem saber porque estava me desculpando por fumar.&lt;br /&gt;- Tudo bem, sem problema. Se quiser fumar, fiquei a vontade. - Ela riu, como se fosse idiotisse minha estar fazendo aquele gesto. Não sei, mas pra mim não parecia um gesto muito certo então lavei o cinzeiro, e depois as mãos , secando nas calças. Sentei de volta ao seu lado, e ela olhou pra mim sorrindo. -  Você estuda, Thomas? - Me perguntou me fitando com seus olhos de cores diferentes. Fiz que sim com a cabeça. E ela ficou me olhando, esperando que eu falasse mais.&lt;br /&gt;- Ah. Bem, ano passado eu entrei pra uma faculdade não muito longe daqui, sabe? - Ela fez que sim com a cabeça - Bom, tô fazendo Inglês, e Francês. Tá meio apertado, mas agora com as férias de inverno da pra relaxar um pouco. - Sorri, sem saber o que fazia, e ela sorria do mesmo jeito. - E você, Marrie?&lt;br /&gt;Marrie baixou o rosto, e pousou as duas mãos no colo. - Bem, - Ela começou. - Até ano retrasado eu estava tentando terminar a escola, mas é complicado porque tenho que cuidar dos meus irmãos, e da minha mãe, então não tenho muito o que fazer. Além do mais, eu não teria tempo, porque as vezes tenho que sair pra arranjar pequenos bicos nas casas mais ricas pra ganhar algum dinheiro, se não um quilo de arroz para os meus irmãos. - Falou tudo tão rápido, em um desabafo que ela parecia realmente precisar. - É complicado, sabe? - Falou e tossiu, cobrindo a boca. -Desculpa.&lt;br /&gt;- Tudo bem. - Falei, pondo a mão involuntariamente no ombro dela. - Se você quiser alguma ajuda em algo.. eu estou aqui pra isso. Eu sei que isso parece meio absur...&lt;br /&gt;- Sim. - ela me cortou.&lt;br /&gt;- Sim o que?&lt;br /&gt;- Eu quero sua ajuda.&lt;br /&gt;- Ah.&lt;br /&gt;- Se você não quiser...&lt;br /&gt;- Eu &lt;b&gt;quero.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;-&lt;/b&gt;Que bom, porque eu também quero.&lt;br /&gt;- Queremos.&lt;br /&gt;- É.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-5149804039323215173?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/5149804039323215173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/08/eu-voce-e-neve-parte-iiii.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5149804039323215173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5149804039323215173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/08/eu-voce-e-neve-parte-iiii.html' title='Eu, você e a neve. ( PARTE IV )'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-3695598958504276781</id><published>2010-08-13T11:25:00.000-07:00</published><updated>2010-08-13T11:27:45.097-07:00</updated><title type='text'>2º PRÊMIO BLOG BOOKS !!!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.blogbooks.com.br/img/logo.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="185" src="http://www.blogbooks.com.br/img/logo.png" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  É minha gente linda e cheirosa, estou participando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Ontem a noite meu pai me avisou que estava rolando esse concurso pela internet, e eu, como curiosa e sempre atenta nas oportunidades de divulgar e publicar algo relacionado ao meu querido&lt;b&gt; Masoquismo Mental&lt;/b&gt;, fui conferir.&lt;br /&gt;Se trata de uma competição entre blogs para que o mesmo se torne um &lt;b&gt;LIVRO&lt;/b&gt;! Sim, imagina juntar o últil, ao agradável? Meu sonho, para aqueles que não sabem e apenas acompanham o blog, é ser escritora. Mas não assim, só na internet, e sim profissional. Tenho vários projetos de livros em andamento e  coisas do tipo. ENTÃO, seria maravilho poder ter um livro com meus contos e opiniões do Masoquismo Mental, já que a pouco tempo ele completou um ano de vidinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom? O que fazer pra me ajudar nisso?&lt;br /&gt;VOTE  &lt;b&gt;LOUCAMENTE &lt;/b&gt;nesse link :&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="   line-height: 16px;font-family:Verdana, Geneva, sans-serif;font-size:12px;color:#494747;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(71, 69, 69); font-weight: normal; font-size: 12px; "&gt;&lt;div id="link-votacao" style="margin-top: 40px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-decoration: none; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; height: 60px; color: rgb(73, 71, 71); "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-decoration: none; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; "&gt;http://www.blogbooks.com.br/blogs/votando/YmxvZ2Jvb2tzXzI2NA==&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="promova" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-decoration: none; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; "&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:inherit;"&gt;E além de votar, se puder com todo o carinho do mundo poder divulgar para me ajudar, seria tipo uma ajuda dos anjos, sabe?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:inherit;"&gt;Eu agradeço de todo o coração para aqueles que estão me ajudando nesse sonho. Muito mesmo. E agradeço quem também esta votando sempre que pode, e divulgando. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:inherit;"&gt;Obrigada gente, é isso ai. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-3695598958504276781?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/3695598958504276781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/08/2-premio-blog-books.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/3695598958504276781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/3695598958504276781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/08/2-premio-blog-books.html' title='2º PRÊMIO BLOG BOOKS !!!'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-6555218542035524076</id><published>2010-08-10T07:48:00.000-07:00</published><updated>2010-08-10T07:48:06.326-07:00</updated><title type='text'>Eu, você e a neve. ( PARTE III )</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;i&gt;Minha pequena.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;Não conseguia conter o sorriso que carregava no rosto. Eu estava feliz, por apenas ter conversado com aquela garota que não fazia meu estilo, mas que eu queria mais que qualquer coisa na vida. Não fazia nenhum sentido aquilo. Eu sempre tivera todas as mulheres que eu queria, as mais bonitas, as mais perfeitas, as que dançavam melhor, as que qualquer homem desejava, as cerejas do bolo. Mas realmente, eu nunca tinha me tocado que eu já estava cansado de tanta babaquisse , e que já estava na hora de talvez ficar sozinho ou.. Marrie. Marrie! Meu deus, aquela garota, tão simples e pequena e frágil, que eu tinha tomado conta nos meus braços e agora estava tomando conta da minha cabeça.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 13px;"&gt;Entrei em casa e senti o calor familiar. Tirei o meu casaco pesado e joguei em cima do sofá, e me sentei em uma mesa acendendo um cigarro. Ela não saia da minha cabeça, e eu não queria que saisse.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;Demorou mais três dias para que eu a visse de novo. Eu estava lá, deitado sem camisa no sofá, fumando um cigarro e vendo uma série de comédia sem graça. Mesmo assim eu ria, como todo mundo. Piadas infames, piadas que todos já conheciam, que todos já fizeram, mas como um circulo vicioso, você é obrigado a rir falsamente, talvez apenas pra por na cabeça que você pode se divertir sozinho com sua televisão. Era uma maratona, então eu estava lá, no quarto cigarro, e tomando uma xícara de café que agora estava morno e doce demais. Soltei um longo suspiro. Tomei mais um gole. Mais uma tragada, e três batidas na porta.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;Dei um pulo do sofá, e apaguei o cigarro no cinzeiro. Sacudi os braços, como se pudesse espantar o cheiro do cigarro em cinco segundos, e coloquei um chiclete de canela na boca. Diabos, era manhã de domingo, quem iria vir na minha casa?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;- Thomas? - A voz abafada pelo outro lado da porta soou, e era obvio que eu reconheci. Marrie.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;- Merda - falei baixo, e depois gritei pra ela. - Só um segundo! Só um segundo! &amp;nbsp;- Corri pela casa caçando uma camiseta, e dando uma arrumada nos livros do meu estudo na mesa de jantas. Coloquei a camiseta de botões pela cabeça mesmo, passei as mãos nos cabelos rebeldes, sem efeito nenhum de ficar bom. Dei mais uma sacudida com as mãos pelo ar para que o cheiro de cigarro sair do lugar. &amp;nbsp;Fui até a porta, e abri rapidamente, sorrindo. - oi! Que&amp;nbsp;surpresa!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;Ela estava linda, do mesmo jeito que eu ainda tinha a imagem dela na minha mente.Com um&amp;nbsp;cachecol&amp;nbsp;roxo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;cobrindo&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&amp;nbsp;a boca e o nariz. A voz dela soou mais uma vez abafada.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;- Ta congelaaando aqui fora!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;- Entra logo - falei, puxando-a devagar pela mão pela mão e fechando a porta. - tudo bem? - falei em um tom menos casual que eu queria. Parecia mais preocupado do que precisava.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;- Sim, tudo ótimo - ela disse, passando os olhos pela minha casa, olhos&amp;nbsp;admirados&amp;nbsp;e sorridentes. - Linda sua casa. Quente aqui, não? - Ela tirou o casaco de lã grossa, ficando com uma blusa branca com um leve tom de&amp;nbsp;transparência, aparecendo a cor azul do seu sutiã pela mesma. Ela não parecia se importar com isso, parecia bem a vontade. Eu fiquei olhando pra ela, e ela pra mim, e o silêncio rondou a casa. - A gente pode conversar?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;Ela ainda tinha dúvidas?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-6555218542035524076?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/6555218542035524076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/08/eu-voce-e-neve-parte-iii.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/6555218542035524076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/6555218542035524076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/08/eu-voce-e-neve-parte-iii.html' title='Eu, você e a neve. ( PARTE III )'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-7737843275407723312</id><published>2010-08-08T14:56:00.000-07:00</published><updated>2010-08-08T14:56:20.043-07:00</updated><title type='text'>Fim da linha.</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;Eram duas pessoas bem diferentes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;Ela ganhava, e ele perdia.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;Ele chegou um dia a perder o amor que tinha no coração.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;Por sorte dela, ou dele, ela achou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;Achou e ganhou um amor, e nisso ele ganhou um beijo. O beijo que fez-o sorrir feliz.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;Ela morreu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;Ele perdeu mais uma vez.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-7737843275407723312?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/7737843275407723312/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/08/fim-da-linha.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7737843275407723312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7737843275407723312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/08/fim-da-linha.html' title='Fim da linha.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-6109730456790230770</id><published>2010-08-07T17:30:00.000-07:00</published><updated>2010-08-07T17:34:54.872-07:00</updated><title type='text'>Homem não chora.</title><content type='html'>- Vem logo pra cama, amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela falou, em aquele tom miado que ele não resistia. Ela rolava na cama, observando o namorado iluminado pela tela do computador. Ele estava com muita raiva, aquele trabalho idiota da faculdade, sempre atrapalhando sua vida com ela. Desistiu. Desligou o PC, e ainda com a calça jeans e sem camisa se jogou do lado dela e ela sorriu satisfeita. Abraçaram-se, e sorriram como crianças. A luz amarelada e fraca do abajur refletia o contorno do corpo da jovem, que estava só de calcinha e uma camiseta de uma das bandas preferidas dele. Ela não gostava, mas queria faze-lo feliz. E fazia, como fazia. Ele passava a mão nos cabelos curtos e ruivos dela, com um sorriso tão apaixonado que eu jamais poderia explicar em palavras. E os olhos dos dois, juntos, eram um. Olhos de amor, olho de quem nunca vai abandonar um ao outro por nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 anos depois, e estavam os dois na frente de um juiz, dividindo os seus bens. Ela ficou com a casa, e com a guarda da menina de 5 anos. A criança chora no colo dela, ela chora no colo da criança. Ele bebe uma cerveja quente, e não chora. Homem não chora, homem não chora.&lt;br /&gt;- Eu te amo, papai.&lt;br /&gt;Uma lágrima.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-6109730456790230770?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/6109730456790230770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/08/homem-nao-chora.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/6109730456790230770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/6109730456790230770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/08/homem-nao-chora.html' title='Homem não chora.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-4016255047606138830</id><published>2010-08-07T13:48:00.000-07:00</published><updated>2010-08-07T13:48:22.836-07:00</updated><title type='text'>Eu, você e a neve. ( PARTE II )</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;div style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Talvez eu seja uma gota de destino.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Virei as costas ao atendente, e corri até a porta e a abri violentamente. Os sinos não tinham ainda parado a terceira, mas agora batiam na quarta vez, fortemente. Ela já estava a mais de dez metros de mim, e eu não sabia o que fazer. Meu&amp;nbsp;cérebro&amp;nbsp;não agia da melhor maneira&amp;nbsp;possível, e então gritei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;- Ei!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;De forma preguiçosa, com um belo sorriso cansado nos&amp;nbsp;lábios, ela girou nos calcanhares e me fitou na porta da farmácia. Mesmo com o coração na boca, me desloquei mais rapido que deveria, e mais devagar que queria. Parei a um metro dela, e fiquei percorrendo meus olhos enigmáticos dela.Um verde, e um azul. Era engraçado, as cores trocadas, em um mesmo rosto. E os meus olhos, negros, contrastando com meus cabelos loiros sujos em um corte irregular que eu mesmo fizera em casa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;- Oi. - sussurrei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;- Oi.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Silêncio Infinito. Baixei o rosto, e não sabia o que pensar, o que falar, como me mover, nem sabia onde eu estava. A voz dela, baixa e rouca soou mais uma vez.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;- Sou Marrie.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;- Thomas. - Falei, e estiquei a mão para a garota baixa. Ela segurou delicadamente, e seu frio percorreu toda minha pele, e terminações nervosas. Apertei suavemente, e dei minha melhor tentativa de sorriso sincero. Fazia tempo que eu não dava um desses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;- Prazer em conhece-lo. - Me sorriu, soprando suas palavras no ar. As palavras dançaram, me acompanharam e me cobriram, e eu não podia deixar de ficar olhando aquele rosto puro de menina que ela tinha. De repente, tossiu três vezes, e como se algo a tivesse a acertado nas costas, cambaleou pra frente, e depois pra trás com os olhos fechados. Abriu a boca para falar alguma coisa, mas nenhum som saiu e deu um passo a &amp;nbsp;frente e caiu. Mais rápido que pude segurei-a em meus braços. Estava desmaiada, no meio da neve e um grande nada. Eu não sabia o que fazer, e nem lembrava como respirava. Não demorou muito e ela tossiu novamente, e puxou uma longa "golada" de ar. Abriu os olhos e se levantou cambaleante recolhendo o saco de papel que tinha caído de sua mão.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;-Desculpe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;- Você tá bem? - Falei quase gritando, com as mãos no ar e, tenho que admitir, muito desesperado. Ela me sorriu lentamente enquanto se recompunha, colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha.- Você mora por aqui? Posso te acompanhar?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Ela deu uma risada talvez nervosa, talvez achando graça da minha ração- Sim, por ali. - Me apontou a lomba abaixo e fiquei fitando o caminho. Fitando a neve, e os passos dela de vinda batendo agora nos de ida. Fitei seus olhos, e seus lábios e o pequeno nariz&amp;nbsp;rosado&amp;nbsp;pelo frio. - Já te vi por aí. - Ela falou como se nada tivesse acontecido nos últimos minutos. Me apontou o parque infantil, e os bancos da praça coberto de neve, e fitou os coturnos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;- Ah é? Pois eu nunca te vi por aqui. - Falei até com um tom divertido na voz,mas ainda um pouco tremulo pelo desmaio repentino da nova garota, que era um grande mistério para minha mente sã.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;- Eu não saio muito de casa,sabe - Me falou, balançando a mão, e eu sabia que ela se referia ao desmaio. Esperou uns segundos pra concluir. - Então.. vamos. Não posso demorar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Sem estiar, começou a andar lentamente pela estrada branca, agora com os pequenos flocos de neve começando a cair sobre seus cabelos de berinjela. Acompanhei seus passos, e fitei o fim da rua. Conversamos um pouco, sobre o frio, e sobre a familia dela. Contou-me, assim como se fossemos velhos amigos que seu pai sumira de casa, e sua mãe estava doente. Tinha quatro irmãos, todos menores e praticamente fazia o papel de mãe em casa. Ela até sorria ao contar,mas eu via o brilho da dificuldade e da tristeza em seus olhos. Foram menos de dez minutos para descer a rua, e andar mais um pouco entre a rua de casas pobres onde eu jamais tinha pensado em estar. Ela me apontou sua casa, que por sinal era grande, porem mal-tratada. Sabe aquelas casas relativamente grandes, de madeira que você pode até pensar "quem sabe um dia isso foi uma bela casa" mas agora está aos trapos, com o jardim mal cuidado e umas tábuas faltando no hall? Era exatamente o que eu estava&amp;nbsp;visualizando. Abri o pequeno portão de madeira, e ela sorriu com o cavalheirismo. Ela entrou, e fechou o &amp;nbsp;portão. Ficamos cada um de um lado do portão, e ela se debruçou no mesmo. Coloquei minhas mãos no bolso, e olhei para o chão.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;- Então.. - falei - posso te ver de novo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;- E porque não poderia?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Eu só podia estar ficando louco.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-4016255047606138830?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/4016255047606138830/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/08/eu-voce-e-neve-parte-ii.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/4016255047606138830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/4016255047606138830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/08/eu-voce-e-neve-parte-ii.html' title='Eu, você e a neve. ( PARTE II )'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-8050805619116206416</id><published>2010-08-05T20:39:00.000-07:00</published><updated>2010-08-05T20:43:20.882-07:00</updated><title type='text'>Eu, você e a neve. ( PARTE I )</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;&lt;i&gt;A pouco mais de um mês eu conheci o amor da minha vida. Ela se chama Marrie. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style=" ;font-family:Arial;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style=" ;font-family:Arial;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;Eu estava encostado na cerca de um parque infantil, e eu lembro que o que era colorido no verão, agora estava coberto de flocos brancos de neve. O frio entrava por minhas mangas do casaco pesado, e as vezes o vento cortava meu rosto. Mas eu tinha paciência e experiência com o frio. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style=" ;font-family:Arial;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;Acendi meu cigarro, e apenas fiquei ali, fumando e olhando todo o branco que cobri as casas, e os poucos carros estacionados nas ruas. Era engraçado, mas a ausência de cor me fazia ficar mais feliz do que como no verão. Acho que todo o conjunto, o silêncio, a paz... eu talvez fosse um pouco feliz. Até que a vi. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style=" ;font-family:Arial;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style=" ;font-family:Arial;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;No começo era apenas um pequeno ponto subindo a lomba da rua, movendo-se lentamente. Mais um pouco, e eu via uma garota miúda, com seu cachecol enrolado no pescoço e cobrindo a boca, as mãos enterradas no bolso e os olhos semi-cerrados contra o vento cortante. Ela não me olhou, não me notou ali, quase uma estátua humana entre o branco, e a fumaça que saía da minha boca, em meio da fumaça de frio. Ela era minha. Os cabelos cor de berinjela, lisos, caídos no ombro sobre o cachecol vermelho. O casaco longo verde musgo, as botas, que aliás, pareciam mais coturnos velhos. Arrastando os pés, chutando a neve, lentamente, se movendo como um menino, como uma bailarina, como um gavião e uma borboleta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style=" ;font-family:Arial;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;Não, não era meu costume me apaixonar assim, a primeira vista. Pra ser bem sincero, eu não acreditava nisso até aquele lindo momento. Contra meus &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;princípios, arrastei os pés &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;lentamente&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt; em sua direção, seguindo-a como um predador. Não era assim que eu queria me sentir, mas não conseguia definir de um jeito melhor. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style=" ;font-family:Arial;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style=" ;font-family:Arial;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;Ela com aquele jeito de quem não quer nada e quer tudo, andou até a farmácia, e empurrou a porta com suas duas mãos pequenas. Os sinos balançaram uma vez. Eu entrei. Os sinos balançam mais uma vez, ela não se vira, não me vê. Ela de costas, os cabelos se balançam quando ela se movem pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, em um ritual que existe só na sua cabeça. Eu, com as mãos um pouco trêmula pelo simples fato de não saber o que estou fazendo, olho uns produtos de cabelo em uma prateleira baixo, sem prestar muita atenção naquilo. Eu consigo ouvir suas botas se deslocando. Pra frente e pra trás, pra frente e pra trás. Uma agonia infinita, até que o atendente resolve se levantar de sua cadeira na frente do computador velho para atende-la. Ele não fala nada, ela ão fala nada e estica um pequeno pedaço de papel com algumas anotações. Ele demora alguns segundos esticando os olhos para o papel, e depois para o rosto dela. Não tinha expressão, e com talvez um olha de piedade se deslocou para trás das prateleiras de remédios.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style=" ;font-family:Arial;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;Vacilante e contra minha vontade, meus pés se deslocaram em direção ao balcão e me posicionei ao seu lado. Apoiei as mãos no balcão, e engoli em seco. Tudo era involuntário. Meu coração pulsando rápido, os dedos batendo em seqüencia no balcão, e minha garganta dando um pigarro alto.  Ela, como se saísse de um sonho, virou o rosto lentamente pra mim, fazendo seus cabelos dançarem para os lados. Aqueles 5 segundos de olhos um no outro mudaram minha vida. Minha alma saltou, e ela me deu um sorriso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style=" ;font-family:Arial;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;Outro pigarro fez nossos olhos desgrudarem. O atendente, com suas espinhas e seu olhar de peixe-morto esticava um saquinho de papel com aquilo que ela havia pedido. Ela pegou, e com o rosto baixo lhe entregou algumas notas amassadas, e mais uma vez, sem falar nada saiu, fazendo pela terceira vez os sinos soarem. Os sinos agonizando, meu coração batendo, o atendente esperando, os dedos tamborilando, e o sangue correndo. O que mais eu poderia fazer? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style=" ;font-family:Arial;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style=" ;font-family:Arial;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style=" ;font-family:Arial;font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-8050805619116206416?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/8050805619116206416/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/08/eu-voce-e-neve-parte-i.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/8050805619116206416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/8050805619116206416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/08/eu-voce-e-neve-parte-i.html' title='Eu, você e a neve. ( PARTE I )'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-897398639380078433</id><published>2010-07-13T16:46:00.000-07:00</published><updated>2010-07-13T16:47:09.374-07:00</updated><title type='text'>Sobre tudo isso, eu sei.</title><content type='html'>&lt;b&gt;Sobre estar só, eu sei.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Eu sei o que é me sentir sozinha e não gostar. Sei gostar também da solidão, apreciá-la a cada mordida ( que ela me dá, não que eu dou). Eu sei muito bem o que é estar rodeada de familia, de amigos, de amores e ainda me sentir sozinha. Ser sozinha é um estado&amp;nbsp;psicológico, não físico. Pode apostar.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sobre estar triste, eu sei.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Eu sei como é não querer levantar da cama a cada dia que passa. Sei o que é chorar uma noite inteira, um dia inteiro, uma semana inteira, mesmo que seja só por dentro. Sei o que é ser ferida mentalmente, fisicamente, sei o que é ser&amp;nbsp;traída&amp;nbsp;pelas pessoas que eu mais confiava.Sei o que é desabafar com pessoas que eu achei que nunca ia desabafar na vida, e só assim ficar melhor.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sobre estar feliz, eu sei&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;Sei o que é passar uma tarde inteira rindo de verdade. Sei o que é passar um verão inteiro sem chorar, sei o que é ter alguém pra contar pra sempre. Sei o que é comer uma pipoca tão boa e ficar bem o dia inteiro por causa dela. Sei ver a felicidade em um olhar infantil, ou em um sorriso velho. Eu sei.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sobre amar e ser amado, eu sei.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Eu sei o que é sonhar todo o dia com a mesma pessoa. Eu sei o que é sentir aquele aperto gostoso no coração, o sangue correr mais rápido, só por ouvir umas certas palavras ( e em certo casos, só ler). Sei o que é andar de mãos dadas e me sentir feliz. Sei o que é passar um dia inteiro perfeito com uma pessoa só. Dois dias, três, quatro. Sei que amar é uma coisa tão difícil quanto fazer Miojo. Ah, se é. Sei o quão bom é ouvir "eu te amo"'s pela manhã, tarde, noite e madrugada. Sei quanto um beijo com amor pode mudar uma vida.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sobre Bagunça, eu sei.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Sei o que é ter mãe, pai, vó , tios e até amigos pegando no meu pé porque meu quarto é pior que cidade depois de furacão. Sei o que é perdeu uma chave em &amp;nbsp;uma bolsa, e encontrar 3 dias depois. Ou perder um&amp;nbsp;óculos&amp;nbsp;em uma bolsa, e achar 8 meses depois. Arrumar meu quarto, e 3 horas depois ele estar do mesmo jeito que antes, e nem saber como isso é&amp;nbsp;possível.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sobre ser Confusa, eu sei.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Sei ser, e deixar as pessoas confusas. Eu não sei como, sério. Só de pensar eu já fiquei confusa. Você devia perguntar pra Talyta sobre isso. É..&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sobre ser Bipolar, eu sei.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Eu sei o que é mudar de humor a cada 10 minutos, eu sei ser&amp;nbsp;amável, agradável,&amp;nbsp;Afável. Mas também e um poucos segundos consigo ser Agressiva, Arrogante, Ameaçadora. Ah, e esses são apenas os A's! Sei qe a bipolaridade é um saco, e que já perdi amizades por causa dela. Já perdi amores por causa dela. Sei de todos os pontos negativos e positivos de todos os humores possivel. "Me abraça!" "Não me toca!". Duas frases que eu gosto muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sobre ser Francis, eu sei.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Eu sei de tudo e mais um pouco, dentro de minhas linhas Eu sei como é ouvir musica pra espantar o medo. Sei o que é ligar o abajur só pra ter certeza que não tem nada na escuridão. Sei o que é não ir pra escola só porque eu chorei a tarde toda. Sei o que é pintar as unhas de dois em dois dias. Sei o que é vaidade, sei o que é ódio, sei oque&amp;nbsp;luxúria, sei o que amor. Sei cada linha da minha vida, na palma da minha mão. Sei o que é esperar um ano pra ver uma pessoa. Sei o que é esperar dois anos. Sei o que é ainda estar esperando. Sei o que é viver longe da minha mãe, e morrer cada dia um pouquinho por causa disso. Sei como o amor e o ódio se misturam aqui em casa. Sei como um bebê muda as pessoas. Sei como as palavras mudaram a minha vida, e sempre vão mudar. Sei o que é ser Bi, e ter dedos apontado pro meu rosto, dizendo que sou promiscua, puta, lésbica e uma pessoa sem moral. Sei o que é roubar corações e jamais devolver. Sei o que sentir frio, sei o que é sentir calor, sei como um sorriso muda um dia, uma noite, uma vida e uma alma. Sei que muita gente não vai ler até o final. Sei que o texto é confuso. Sei?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 15px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 15px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 15px;"&gt;&lt;b&gt;saber&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 15px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 15px;"&gt;(ê)&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 15px;"&gt;(latim&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 15px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 15px;"&gt;&lt;i&gt;sapere&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 15px;"&gt;, ter sabor, conhecer)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 15px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; padding-left: 10px;" title="verbo transitivo"&gt;&lt;i&gt;&lt;categoria&gt;v. tr.&lt;/categoria&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; padding-left: 12px;"&gt;&lt;span style="color: #999999; font-size: 9px;"&gt;1.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="cursor: pointer;" title="Duplo clique para ver definição"&gt;Possuir o conhecimento de.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;=&amp;nbsp;&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;&lt;span style="cursor: pointer;" title="Duplo clique para ver definição"&gt;conhecer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;≠&amp;nbsp;&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;&lt;span style="cursor: pointer;" title="Duplo clique para ver definição"&gt;desconhecer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; padding-left: 12px;"&gt;&lt;span style="color: #999999; font-size: 9px;"&gt;2.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="cursor: pointer;" title="Duplo clique para ver definição"&gt;Não ignorar.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;=&amp;nbsp;&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;&lt;span style="cursor: pointer;" title="Duplo clique para ver definição"&gt;conhecer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;≠&amp;nbsp;&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;&lt;span style="cursor: pointer;" title="Duplo clique para ver definição"&gt;desconhecer, ignorar&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-variant: normal;"&gt;&lt;span style="color: #999999; font-size: 9px;"&gt;3.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="cursor: pointer;" title="Duplo clique para ver definição"&gt;Ter experiência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; padding-left: 12px;"&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;&lt;span style="cursor: pointer;" title="Duplo clique para ver definição"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-variant: normal;"&gt;&lt;span style="cursor: pointer;" title="Duplo clique para ver definição"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; padding-left: 12px;"&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;&lt;span style="cursor: pointer;" title="Duplo clique para ver definição"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-variant: normal;"&gt;&lt;span style="cursor: pointer;" title="Duplo clique para ver definição"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; padding-left: 12px;"&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;&lt;span style="cursor: pointer;" title="Duplo clique para ver definição"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-variant: normal;"&gt;&lt;span style="cursor: pointer;" title="Duplo clique para ver definição"&gt;Sei.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-897398639380078433?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/897398639380078433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/07/sobre-tudo-isso-eu-sei.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/897398639380078433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/897398639380078433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/07/sobre-tudo-isso-eu-sei.html' title='Sobre tudo isso, eu sei.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-1301328155076556895</id><published>2010-07-09T10:57:00.000-07:00</published><updated>2010-07-09T11:06:02.341-07:00</updated><title type='text'>Aliens, Robôs e Humanos. Quem você é?</title><content type='html'>Quando eu era pequena, eu gostava de observar tudo e a todos. Eu via cada pessoa existente a minha volta como aliens ou robôs. As vezes quando eu abraçava minha mãe, e ela estava muito ocupada e só me empurrava pra lá, eu botava na cabeça que um alien de outro planeta tinha absorvido o corpo dela, e que aquela não era minha mãe. Quando então ela me abraçava, dizia que me amava, e saía de mãos dadas comigo eu achava que ela tinha voltado pra mim, vencido aquele ET retardado que tinha tentado roubar-lhe o corpo.&lt;br /&gt;Com meu pai era diferente. Eu nunca achei que ele era realmente uma pessoa humana, desde que tinha&amp;nbsp;consciência&amp;nbsp;que podia pensar o que eu&amp;nbsp;quisesse. Pra mim ele sempre foi (e sempre será) um robô. É, ele sempre foi muito alinhado, muito concentrado, muito dedicado, muito sem movimentos, muito reto. Muito robô. "Ah sim, senhor! Ah sim, senhor!" Repetia varias vezes ao telefone. Eu achava que aquela frase tinha travado dentro da sua garganta&amp;nbsp;metálica, ou um parafuso tinha se soltado de sua cachinhola ( era assim que eu chamava a cabeça de robô dele). Minhas irmãs e irmãos eram tão seres humanos, nas suas&amp;nbsp;adolescentes&amp;nbsp;conturbadas, bater de portas e quartos sujos! AH, como eu gostaria de ser eles. Acho que minha mãe Alien se irritava perante isso, e vivia brigando comigo quando eu, com meus 6 ou 7 anos, colocava uma blusa de minha irmã mais velha, ou falava um palavrão que tinha ouvido meu irmão do meio proferir a um amigo na sala, enquanto espiava seus&amp;nbsp;diálogos&amp;nbsp;escondida no corredor. Humanos! Errando, vivendo, rindo e sendo eles mesmos. Então eu fui crescendo, e meus irmãos também. E eu fui percebendo que cada um deles iam devagarinho, bem devagarinho mesmo se tornando robôs ou aliens, ou elfos ou que diabos eles precisassem ser nas suas escolas, seu trabalhos, suas vidas amorosas.&lt;br /&gt;E eu tive minha fase humana, minha pequena e quase curta&amp;nbsp;adolescência, aproveitei muito. Mas quando eu percebi que o mundo estava começando a &amp;nbsp;me tornar um belo robô, uma bela&amp;nbsp;alienígena, eu me limitei a isso. Preferi viver a vida como um ser humano. &amp;nbsp;Porque nada melhor do que dizer o que pensa, e não precisar tomar óleo no café da manhã.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-1301328155076556895?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/1301328155076556895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/07/aliens-robos-e-humanos-quem-voce-e.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1301328155076556895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/1301328155076556895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/07/aliens-robos-e-humanos-quem-voce-e.html' title='Aliens, Robôs e Humanos. Quem você é?'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-6625718420606956803</id><published>2010-06-28T20:26:00.001-07:00</published><updated>2010-06-28T20:32:50.061-07:00</updated><title type='text'>Tá?</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Era cedo da tarde, não passava das três da tarde. Ela chegou devagar, carregava com si apenas uma mochila e um sorriso leve no rosto. Ele sorria muito mais, e a abraçava muito forte. Ela reclamava baixinho, e sussurrava “ais” e ele afrouxava o abraço, mas por obrigação. Não queria soltá-la nunca. Conversaram na varanda da casa com os pais dele, nada muito sério. Ela contou sobre a viagem e sobre a vida, a esperança ela deixou apenas pra si. Ele fumou um ou dois cigarros quando os pais entraram pra casa, mentira semana passada, quando completara 19 anos , que tinha parado de fumar. Ela gostava do cheiro do cigarro que ficava entre os dedos dele, era muito familiar pra ela. Até deu umas três tragadas, mas deixou que ele terminasse.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O sol já ia baixando e entraram para o quarto dele. Ficaram deitados na cama, apenas se olhando, trocando toques e sorrisos, com os últimos raios de sol da tarde tocando e fazendo cosquinhas no rosto e pescoço dela, onde ele tocava e beijava e lambia e era feliz. Ela era feliz. Ela queria ser feliz. Estava sendo feliz, ali. Mais um pouco de tempo, e batidas de leve na porta. Um ranger, e olhos infantis&amp;nbsp; espiando pela fresta, depois os passinhos curtos e o sorriso em três rostos. A pequena &amp;nbsp;abraçava ela, e depois ele, e depois os dois e ria, e eles riam, e a felicidade explodia mais um pouco em cada coração ali presente. “Sei contar até cem, sabia?” A voz infantil espalhada por todo o canto do quarto, e mais risos. Contou, em voz alta, pausadamente, errando e pedindo ajuda. A guria queria amarrar aquela felicidade no peito e não precisar nunca mais soltar. Ela tinha aprendido a não ser feliz, mas aos poucos, talvez, naquele lugar ela aprenderia pouco a pouco.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Deitados ali, ela contou pequenas histórias para a pequena, aquelas mesmo que ela tinha inventado e escrito em cadernos velhos em tempos distantes, quando ela ainda tinha motivos pra sonhar. A cada história curta, a menina pedia mais uma , mais uma, até cair no sono, pelo cansaço da escolinha, pelo cansaço da felicidade. Depois de um tempo da menina dormindo, ela se mudou de lugar para o lado dele, novamente, e se encolheu, deitando no peito dele. “Eu serei uma boa mãe?” Ela perguntou. Mas o que ela queria dizer era &amp;nbsp;“Um dia vou ser feliz? Nós vamos ser felizes?” . Ele sabia exatamente o que ela queria dizer, ele lia no ar, lia no cheiro e na voz. “ Claro que sim. Claro que sim.”.&amp;nbsp; “Eu te amo” ela sibilou, quando já estava escuro, e não conseguia ver mais o rosto dele “fica comigo pra sempre, tá?”. “Tá”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-6625718420606956803?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/6625718420606956803/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/06/ta.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/6625718420606956803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/6625718420606956803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/06/ta.html' title='Tá?'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-4001787979345658996</id><published>2010-06-13T08:53:00.000-07:00</published><updated>2010-06-13T08:54:46.306-07:00</updated><title type='text'>Fake.</title><content type='html'>- Sabe o que eu estive pensando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mulher bradou no silêncio do jantar costumeiro. Nesta noite estavam comendo macarrão com molho de tomate, que ela tinha "acidentalmente" queimado enquanto cozinhava. Ele devia ter percebido já aquele sinal, do que aconteceria dalí alguns anos. Ele não respondeu a primeira pergunta que ela fez, e isso fez ela ficar mais irritada. Ele estava realmente encrencado. A mulher largou os talheres do lado do prato, e repetiu a pergunta, agora mais alto e com a voz mais rude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- João!&lt;br /&gt;- Hm? - Ele sussurrou sem olhar pra ela, colocando mais um pouco de macarrão dentro da boca que mastigava aberta e ruidosamente.&lt;br /&gt;- Olhe pra mim! - Ela falou entre os dentes, e ele levantou os olhos pra ela mastigou mais um pouco e engoliu em seco.&lt;br /&gt;- Quié, Mulher? - Mais um erro. Porque não chamava ela pelo nome, em vez desse jeito machista? Ela se sentou e sorriu delicadamente, e refez a primeira pergunta.&lt;br /&gt;- Sabe o que eu estive pensando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe o que ela estava pensando? Que fora um desperdício ter casado com ele. Não tinha porque ter casado com um homem tão sem propósitos, que só ligava pra sua grande empresa, e que nunca parava na casa pra ver os filhos. Estava pensando que não o amava o suficiente pra morrer do lado dele, de tédio. Pensava que seria muito mais feliz se tivesse ficado com aquele rapazinho do segundo ano que sentava na primeira carteira, em vezes desse popular de merda filho de gente rica. Suas irmãs mais velhas estavam erradas! A promessa de uma ótima vida nunca veio.Nada de rosas, nada de bombons, nem um dia um beijo apaixonado e troca de olhares de amor. Não, em vez disso, muito dinheiro, roupas e jóias caras, vida social agitada. Mas nada de felicidade Nadica de nada.Era impressionante como era um grosso dentro de casa, e fora um homem de negocios totalmente fino. "Mas que ódio!" foi o ultimo pensamento dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-O que você estava pensando? - João interrompeu os pensamentos dela.&lt;br /&gt;- Estive pensando que umas férias com as crianças cairia bem, não acha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, não foi dessa vez.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-4001787979345658996?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/4001787979345658996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/06/fake.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/4001787979345658996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/4001787979345658996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/06/fake.html' title='Fake.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-5063552131198102516</id><published>2010-06-06T11:54:00.000-07:00</published><updated>2010-06-06T11:56:33.884-07:00</updated><title type='text'>Feliz aniversário, Masoquismo Mental.</title><content type='html'>Um ano pode ser muito e pouca coisa. Pra mim, pro blog, é muito. Ou nem tanto. Até agora foi muito. Lembro-me que criei o blog pra escrever coisas banais, meus desabafos, textos, idiotices em geral. Eu tinha acabado de sair de uma cirugia e eu estava quase entrando em depressão. Cortei o cabelo curto, e fiz novos amigos. Eu precisava fazer algo só meu e que me tornasse um pouco mais Francis, que me desse orgulho de ser aquilo que eu sou.&lt;br /&gt;E foi isso que o Masoquismo Mental fez por mim. Fez eu ver que talvez eu até tenha talento pra alguma coisa, fez eu perceber que tem gente que &lt;strike&gt;ainda&lt;/strike&gt; lê o blog, e gosta, e comenta, que diz ter orgulho de mim. Tudo que eu precisava naquela época era de um apoio pra mim continuar a viver, e foi isso que eu consegui escrevendo. Um motivo, uma razão pra continuar a sorrir. Sem contar todos os amigos que eu fiz por conta do blog (especialmente a Carol, obrigado por ainda me insentivar a escrever e me ouvir quando eu reclamoe tenho crise de existencia), e de todos que me apoia&lt;strike&gt;ra&lt;/strike&gt;mcom o blog (Lucc, Ary, Yuri, Silva, Lucas,Juh, Carol de novo e tooooodo mundo que lê aqui. ) eu amo muuuito vocês. Sem noção. Vocês foram a base pra eu me levantar do fundo do poço onde eu me encontrava.&lt;br /&gt;E porra, ja tem mais de 5700 visitas! Mew, isso é demais pra mim :')&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu quero dizer, é que o Masoquismo mental, hoje dia 6 de junho de 2010 está fazendo um aninho de idade. Um bebê? Um blog velho? Ah, não sei. Só sei que é de extrema importancia pra mim. Meu filho único.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-5063552131198102516?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/5063552131198102516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/06/fliz-aniversario-masoquismo-mental.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5063552131198102516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5063552131198102516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/06/fliz-aniversario-masoquismo-mental.html' title='Feliz aniversário, Masoquismo Mental.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-2281273348791320151</id><published>2010-05-28T12:16:00.000-07:00</published><updated>2010-05-28T12:16:47.581-07:00</updated><title type='text'>tchau.</title><content type='html'>&lt;i&gt;Eu sei que todos vocês não vão entender, afinal. Mamãe, Papai, amigos e todo mundo.Eu amo vocês. Mas mesmo assim, eu sei que não vão entender porque eu estou indo embora. E dessa vez não é que nem aquela vez que fugi pra São Paulo, e 3 dias depois papai foi me buscar. nã-nã-não. Dessa vez eu vou pra sempre. Queria deixar claro que a culpa é extremamente de mim mesma, por ter acreditado de mais em um amor, e acreditado demais que a felicidade exista. Acho que isso serve de lição pra meus irmãos pequenos quando lerem isso quando tiverem idade: Não acreditem na felicidade, ela não existe. É só um golpe de marketing que a sociedade criou pra você ficar ai, correndo atrás de sonhos que nunca vão lhe trazer a felicidade (afinal, a mesma não existe). O amor é outro que é quase lenda por aí. Esse então, não vou dizer que é mentira, que não existe, pois sei que existe por que senti em mim. Foi por pouco tempo,mas senti. O amor é triste. Não importa.&lt;br /&gt;Quero pedir perdão por todas as coisas ruins que fiz a mim, e que atingiu a vocês, papai e mamãe. Aqueles cortes fundos nos braços, e os lençóis manchado de sangue (prometo essa ser a última vez). Desculpa. As cinzas de cigarro jogadas de proposito no tapete novo, desculpa. Os tapas, as brigas, as discuções na mesa porque eu me recusava a comer, as horas que me trancava no quarto pra ficar na internet. Eu nunca soube o que era viver (e nunca vou saber), mas não me importo e nem me importei. Esses 19 anos que vivi foram o suficientemente pra eu entender que não pertenço a esse mundo. &lt;br /&gt;Perdão por não ter gostado da vida, mamãe. Não culpa sua, não é de ninguém. Eu apenas sou diferente disso tudo que vocês chamam de mundo e vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amor, Larissa.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto acima foi encontrado ao lado do corpo de uma nova e bela jovem, dentro de um envelope verde. Familia horrorisada por todo o sangue no chão, e pelo corpo sem vida no saco preto que nós policiais levavamos até o carro do iml. Mais uma morte por suicidio... Tão comum. Tão comum ler cartas como essa, e não chorar. Tão comum consolar mães que choram 3 dias sem parar até parar em hospitais psciquiatricos. Tão comum alguma dassas pessoas morrerem sozinha e só semanas depois descobrimos o corpo por conta do forte cheiro que o apartamento exala. Culpa da solidão.&lt;br /&gt;Suicidio, morte. Por que cabeça isso nunca passou?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-2281273348791320151?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/2281273348791320151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/05/tchau.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2281273348791320151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2281273348791320151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/05/tchau.html' title='tchau.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-5608559218320791588</id><published>2010-05-24T11:28:00.001-07:00</published><updated>2010-05-24T11:28:45.191-07:00</updated><title type='text'>Conto nostálgico.</title><content type='html'>Eu me lembro daquela casa perfeitamente. Eu devia ter oito anos, e Pedro Henrique uns dez. Era o melhor amigo de meu irmão, e eu estava perdidamente apaixonada por ele. Era uma menina tola. Daquela idade, e parecia já morrer por ele. Agora quando eu olho pra trás, eu devia até rir, mas eu não consigo. O riso fica todo preso na garganta quando eu me lembro daquela tarde de Novembro.&lt;br /&gt;  Chovendo, nós três, eu, Pedro, e meu irmão Diogo, da mesma idade de Pedro, tivemos a idéia de ir naquela casa que todo mundo tinha medo. Coisa de criança, casa velha mal cuidada. Eu morria de medo, só de pensar naquele lugar. Estremecia. Tinha lendas percorrendo a cidade sobre fantasmas, monstros e demônios invisíveis (e às vezes visíveis pra certas pessoas) na casa.&lt;br /&gt;  Eu nunca tinha passado da esquina daquela rua, que eu nem lembro o nome. Mas eu consigo visualizar na mente o numero da casa, perfeitamente, como se eu estivesse lá, agora, olhando aqueles números que devia ser do tamanho da minha pequena mão infantil, reluzindo em prata "1363". As crianças mais velhas chamavam a casa de "treze seis três vezes", não "Mil trezentos e sessenta e três” Acho que era pra dar mais medo: 13, o numero do azar, e três vezes o numero seis, coisa idiota, numero do demônio.&lt;br /&gt;  Mas não era difícil ver meninas de treze ou quatorze anos traumatizadas pelas ruas porque seus namoradinhos tinham levado-as lá. Os pais riam, porque já tinham sido aquelas crianças. A casa estava lá a mais de cinqüenta anos, parada, sem ser derrubada, maltratada, suja, com cheiro ruim.&lt;br /&gt;  A história que mais circulava de ouvido a ouvido nas noites em que as crianças se reuniam nas ruas pra contar histórias de terror era da menina. Sim, ela era chamada de "A menina" porque ninguém sabe ao certo o nome dela. Uns chamavam de Rita, outros de Mariana. Eu preferia o termo “menina” mesmo, me fazia ter menos medo. Por um nome Na Menina fazia ela se tornar mais real. &lt;br /&gt;  A história era a seguinte: A mais de 20 anos, uma menina nova havia chegado ao bairro. Era A Menina. Todos sabem como crianças são cruéis, então quando ela perguntou se podia brincar com os garotos e garotas da rua, o mais velho, que não devia passar de um pirralho de 12 anos, disse que a ela tinha que passar pela iniciação. Deveria passar uma hora na seis três vezes. Ela topou, por não saber do que se tratava a maldita casa. Poucos minutos antes das 18 horas, o horário combinado pra ela adentrar os portões de ferro da casa, algumas meninas começaram a lhe contar todas as histórias.     Então o pavor rondou seu corpo e ela queria logo desistir. O garoto disse que se ela desistisse, jamais teria um amigo se quer ali. Porque todos passaram por aquilo (o que era mentira, óbvio.). Respirou fundo. Quando às 18 horas chegou, todos começaram gritar pra ela entrar logo, que ela não podia adiar e que mais tarde ou mais cedo ela teria que fazer aquilo. Menina, apavorada, cruzou os portões.&lt;br /&gt;  _____&lt;br /&gt;   Posso estar narrando isso com muita emoção, eu sei. É que eu tenho mania de botar um pouco de emoção nas lendas que conheço, elas ficam mais divertidas assim, não acham? Pois bem... deixe-me continuar....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Continuar uma outra hora. :)&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-5608559218320791588?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/5608559218320791588/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/05/conto-nostalgico.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5608559218320791588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5608559218320791588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/05/conto-nostalgico.html' title='Conto nostálgico.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-5037363483580409550</id><published>2010-05-17T19:33:00.001-07:00</published><updated>2010-05-17T19:36:43.459-07:00</updated><title type='text'>odeio titúlos.</title><content type='html'>Quando eu digo que a vida ama pregar peças em mim, eu não estou mentindo. Agora, ela passou a querer botar a perna pra eu tropeçar, e perder as coisas que mais me importam na vida. Queria eu ter coragem de dar um piu, da coragem de amar de verdade, da coragem de falar a verdade.&lt;br /&gt;Nos ultimos dias eu perdi até a coragem de viver. Sério, tudo que eu gostaria era me afogar em um copinho de coca-cola, ou então partir pra bem longe e nunca mais voltar. Ninguém vai entender meus motivos, e é bom mesmo que não entedam. Sou uma ameaça. AH!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-5037363483580409550?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/5037363483580409550/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/05/quando-eu-digo-que-vida-ama-pregar.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5037363483580409550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5037363483580409550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/05/quando-eu-digo-que-vida-ama-pregar.html' title='odeio titúlos.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-6309966792329300734</id><published>2010-04-30T09:32:00.000-07:00</published><updated>2010-04-30T09:33:01.637-07:00</updated><title type='text'>Sem titúlo.</title><content type='html'>Eu, simplesmente, não sei o que fazer comigo mesma. A noites que eu só penso em como a minha vida não...não é 'feliz' ao meu ver. O pior é que a culpa é toda minha. Eu não sei nem nunca soube ser uma menina direita. E de tanto tentar, pra tantas pessoas diferentes, eu tenho sido muitas pessoas, uma mentirosa, uma garota muito má. Eu sinto isso enquanto penso nas coisas boas. Boas pra mime só pra mim. Sou uma péssima tudo. Não tenho tempo pra falar o nome de ninguém a não ser o meu. Francis. F-R-A-N-C-I-S. Eu. Só. Sozinha. &lt;br /&gt;Eu olho meu rosto desmaqueado e puro no espelho e eu já não vejo minha máscara Francis. Sou só eu sem nome, e minha alma na noite. Eu, música, ritmo, e eu. Egoísmo, e só por falar, egoísmo me lembra de suicídio. E não, eu não planejo um suicídio, não mais. Me acho importante de mais pra me matar. Idiota. Quem choraria no meu último suspiro? Minha família? Ele? Ela? ELE? Você? Lagrimas de crocodilos banhando meu corpo morto. Não! Isso é nojento. Não quero acabar com vozes de pena por mim, porque não tem pelo o que sentir pena de mim.  Eu tenho ao espelho, e através dele eu sei quem eu realmente eu sou. Só eu sei, e não adianta nem tentar me decodificar, nem reler as porras dos meus textos, ver as merdas das minhas fotos, falar comigo ou olhar diretamente em meus olhos. Tá tudo programado aqui, vou esconder até a morte quem eu sou de você. Vocês. Alias vocês nem gostariam mesmo de saber. ALIAS... Quem são vocês? Porque estão ainda aqui? Realmente não entendo. &lt;br /&gt;Palavras numa folha. Em um blog. Um dia se eu reler isso, eu não vou entender. Não quero entender o que eu já entendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que eu entendo é que ninguém entende que eu entendo não entender nada, e isso me basta. E eu, louca, psicótica, escritora fajuta, eu ódio, eu compaixão, eu psicopata. Isso basta pra você?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strike&gt;I don't fucking care.&lt;/strike&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-6309966792329300734?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/6309966792329300734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/04/eu-simplesmente-nao-sei-o-que-fazer.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/6309966792329300734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/6309966792329300734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/04/eu-simplesmente-nao-sei-o-que-fazer.html' title='Sem titúlo.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-9118708526192616743</id><published>2010-04-26T11:46:00.000-07:00</published><updated>2010-04-26T11:46:03.165-07:00</updated><title type='text'>Drogas.</title><content type='html'>Todo mundo tem suas drogas alternativas, não é mesmo? Tenho amigos que não vivem sem chocolate, ou então mesmo café. Conversando um dia com uma guria, eu percebi que as drogas alternetivas são muito variaveis, desde sentimentos a cheiros, e comidas e pessoas. Resolvi então revelar publicamente qual é a minha droga alternativa. &lt;br /&gt;Bom, posso começar de um jeito bem simples. Eu tenho apenas uma droga, e varias sub drogas. E essa droga é você. Sim, você, sabe, a pessoa que eu mais amo nesse mudo, o cara que eu conheci e logo depois eu ja sabia que eu queria pro resto da minha vida. Dai vem as sub drogas: Seus olhos, que me olham de um jeito que só eu entendo e que me faz sorrir sempre, sem excessão. Seus labios sorrindo pra mim, ou me beijando docemente em uma tarde de verão. Sério, não tem explicação como isso me deixa enestesiada. Depois suas mãos. Não importa onde elas estão, tipo, junto das minhas, ou nomeu braço, nas minhas costas, ou acariciando meu rosto. Cara, elas são realmente boas! Sua voz também é uma das minhas drogas. Tipo quando você me liga de madrugada, e a gente conversa sem parar e eu não quero desligar o telefone, porque ouvirvocê rir das coisas que eu digoé tão bom que as vezes eu até choro. E também tem o seu cheiro, que só de lembrar eu fico arrepiada. é o melhor cheiro do mundo! Melhor do que qualquer coisa.&lt;br /&gt;Mas a droga que eu mais curto, são as palavras "Eu te amo" que saem da sua boca, como se fosse uma bela música feita especialmente pra mim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu te amo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-9118708526192616743?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/9118708526192616743/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/04/drogas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/9118708526192616743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/9118708526192616743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/04/drogas.html' title='Drogas.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-5378196510788386916</id><published>2010-04-26T10:18:00.000-07:00</published><updated>2010-04-26T10:28:21.306-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_2wRVvhnKZIQ/S9XNGpkUVQI/AAAAAAAAAJA/3qtgp2WRByQ/s1600/OgAAAE451Lbs2JCXDMj2jBsdvUIH69QSHhn3osCmimNmCk04_Jp4t7aesNts2I1UM2YnP2n_96B2ZKGNSXBQSgPIW7QAm1T1UEUYHbrp4ANU9iVOSgrgR0FU4Tkr.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 291px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_2wRVvhnKZIQ/S9XNGpkUVQI/AAAAAAAAAJA/3qtgp2WRByQ/s320/OgAAAE451Lbs2JCXDMj2jBsdvUIH69QSHhn3osCmimNmCk04_Jp4t7aesNts2I1UM2YnP2n_96B2ZKGNSXBQSgPIW7QAm1T1UEUYHbrp4ANU9iVOSgrgR0FU4Tkr.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464499237005055234" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As vezes eu fujo de coisas que eu não sei como lidar. Eu corro que nem uma criança corre de seus monstros e de todos os seus fantasmas. Acho que o medo as vezes é bem maoior do qua minha força de vontade, amor. Então as vezes eu corro de você também. Corro, e também me escondo. Escondo lá onde as vezes você não sabe onde é, nos meus lugares secretos dentro do peito, dos meus qilometricos desejos de fuga e morte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, querido você, se eu realmente corro de você, é só pra saber se você vai me seguir e procurar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-5378196510788386916?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/5378196510788386916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/04/as-vezes-eu-fujo-de-coisas-que-eu-nao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5378196510788386916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/5378196510788386916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/04/as-vezes-eu-fujo-de-coisas-que-eu-nao.html' title=''/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_2wRVvhnKZIQ/S9XNGpkUVQI/AAAAAAAAAJA/3qtgp2WRByQ/s72-c/OgAAAE451Lbs2JCXDMj2jBsdvUIH69QSHhn3osCmimNmCk04_Jp4t7aesNts2I1UM2YnP2n_96B2ZKGNSXBQSgPIW7QAm1T1UEUYHbrp4ANU9iVOSgrgR0FU4Tkr.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-7409914453388789935</id><published>2010-04-21T12:34:00.000-07:00</published><updated>2010-04-21T12:34:51.701-07:00</updated><title type='text'>ou pelo menos tentar.</title><content type='html'>Não acredito que um texto vá transmitir tudo que eu vejo por aí, mas acho que eu tenho que acreditar no poder de todo os tipos de comuniação, e como essa é a que eu uso, tentarei. &lt;br /&gt;é complicado transmitor todos os sentimentos e dores se tudo isso fica aqui dentro do meu peito. Já pensou que a palavra saudade só existe em português,mas se for pra solidão e rancor, todas as linguas estao ai. &lt;br /&gt;Por mais que eu seja egoista e egocentrica, eu ja aprendi a dividir tudo que eu tenho com que esta disposto a receber, porque eu descobri que é o melhor jeito de ser feliz, ou pelo menos tentar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-7409914453388789935?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/7409914453388789935/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/04/ou-pelo-menos-tentar.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7409914453388789935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7409914453388789935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/04/ou-pelo-menos-tentar.html' title='ou pelo menos tentar.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-2676228418824365734</id><published>2010-04-17T11:08:00.000-07:00</published><updated>2010-04-17T11:24:36.526-07:00</updated><title type='text'>se eu quizer voltar.</title><content type='html'>Eu já estava de chorar aquela água salgada.  Era detestável para uma guria nova como eu ficar sofrendo assim, por um nada. Todas as noites ele aparecia em casa, bebado cheirando a cigarro e vomito. Tudo bem, no começo eu até aceitava, mas agora eu estava grávida de oito meses, e eu só queria um pouco de paz. &lt;br /&gt; Não sei onde eu errei, afinal. A dois anos atrás, quando a gente se conheceu, a vida parecia ser muito boa, pra mim, e pra ele. Talvez tenha sido meus pequenos erros, e também o fato de ele ter abandonado a faculdade no meio do semestre do segundo ano. Eu não queria que isso tivesse chegado a esse ponto. Agora, as unicas palavras que trocamos são chingamentos grotesco, até ele ver que eu ja estou chorando novamente, e jogar as mão pra cima, e logo pegar um cigarro e bater a porta com força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho mais forças pra amar alguém que só me faz chorar. Mas daí,me vem todas as lembranças de como era bom quando nós deitavamos a noite na beira da praia pra contar estrelas, ou tomar café de manhã cedo com as caras dormidas e torno de risadas.&lt;br /&gt;Eu não quero que meu filho viva aqui.&lt;br /&gt;Então eu vou. &lt;br /&gt;Mas deixe a porta a berta, se eu quizer voltar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-2676228418824365734?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/2676228418824365734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/04/se-eu-quizer-voltar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2676228418824365734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2676228418824365734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/04/se-eu-quizer-voltar.html' title='se eu quizer voltar.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-4702716524466753222</id><published>2010-03-27T20:30:00.001-07:00</published><updated>2010-03-27T20:32:44.314-07:00</updated><title type='text'>Putinhas da colina</title><content type='html'>Garotas do sagrado coração nunca vão amar você. Não adianta implorar por seu amor, porque aquelas meninas não querem porra nenhuma com você.  Meninas como elas e como elas não dão a mínima pra sua existência. Em meio das freiras m das festas e garotos mais ou menos interessantes elas vão arrastá-lo pro inferno. &lt;br /&gt;Elas querem seus cigarros mentolados e suas garrafas de vodka pura pra passar mais uma noite de suas vidas.  A emoção, o arrepio, a adrenalina são as únicas recompensas que elas querem para a difícil tarefa que é viver, com suas botas militares, saias curtas de prega por cima de suas meias arrastões rasgadas em lugares estratégicos. Sexo? Sexo pra elas é como dançar. Um dança arriscada que a faz sorrir com o perigo.&lt;br /&gt;Nada é muito difícil para elas. Contar calorias aprenderam rapidamente, assim como combinar as roupas com qualquer coisa colorida da sua maquiagem. Sabiam coisas do céu e da terra, sabiam como deixar o cabelo impecável, e sabia como fazer todos olharem quando elas passassem.  Acima de tudo, sabem que são bonitas, mas não precisam anunciar isso. Qualquer um vê.&lt;br /&gt;Poucas garotas são como elas e tudo que procuram é pela a gloria. A gloria de ser diferente de todo mundo, a gloria de querer que implorem por seus corpos e sua alma. A gloria que é ter o mundo nos seus dedos, pois a inocência já se foi a muito tempo e a felicidade se pode ser arrancada de  qualquer bobagem&lt;br /&gt;“Conheço vocês!”  “É claro que conhece!”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-4702716524466753222?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/4702716524466753222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/03/putinhas-da-colina.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/4702716524466753222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/4702716524466753222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/03/putinhas-da-colina.html' title='Putinhas da colina'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-3552819302396285364</id><published>2010-03-27T11:25:00.000-07:00</published><updated>2010-03-27T11:26:13.244-07:00</updated><title type='text'>Sometimes</title><content type='html'>É inevitável. Toda vez que vejo ele passar do outro lado da rua, e ele sorri pra mim, eu arrepio. Talvez seja a voz dele, ou apenas o olhar rápido que ele me da as vezes, pois pelo menos ele não fingiu que não me viu como tantas outras vezes.&lt;br /&gt;Fico pensando porque me arrepio assim, porque simplesmente eu não posso tratá-lo como tantos outros que passaram na minha vida, como todos os outros que eu me arrisquei. Talvez ele seja diferente. Talvez nós dois sejamos diferentes, mas os meus erros e os deles somados fazem que nos afastamos cada vez mais. Eu sei que vai haver uma hora que talvez ele não me reconheça mais, que ele nem saiba mais da minha existência. É triste pra mim, porque sei que cada vezes que as lembranças voltarem eu vou sorrir por todas as lagrimas.  Eu sei que talvez essa seja uma frase esquisita, mas eu sei que você talvez me entenda, pois é a mesma coisa quando você sabe que uma coisa é linda numa forma triste de ser.&lt;br /&gt;Da próxima vez que encontrá-lo, vou tentar não olhar nos seus olhos,  pra ele não perceber o brilho de esperança que ronda em mim. Pra ele não perceber que eu não estava mentindo, fingindo e nem estava enganada naquela noite que eu disse que o amava. Eu tenho certeza que ele lembra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-3552819302396285364?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/3552819302396285364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/03/sometimes.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/3552819302396285364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/3552819302396285364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/03/sometimes.html' title='Sometimes'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-8876541281529761722</id><published>2010-03-14T08:23:00.000-07:00</published><updated>2010-03-14T08:39:38.325-07:00</updated><title type='text'>Sonhos pra trás</title><content type='html'>Aprendi a me esconder nas palavras. Pra mim sempre foi muito fácil abrir um caderno, ou escrever na internet pequenos desabafos que me faziam sentir um pouco mais livres. Não faz muito tempo que me especializei nisso, mas sei que faço o bem o suficiente pra me proteger de mim mesma.&lt;br /&gt;Com as palavras, poucas ou muitas, comecei a inventar as fantasias que eu sempre sonhei em viver. Devo ter notas e mais notas de frases anestesiantes como a morfina, que afinal, um dia fizeram efeito em mim. Também tenho textos extensos demonstrando sentimentos reais. Coisas que eu escrevo pra me livrar. é bem difícil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o tempo aprendi que o meu maior refugio era a minha própria mente. Aprendia criar falsos lugares, meu País das Maravilhas, com os personagens que sempre sonhei pra minha vida. Mas contudo, aprendi que isso nunca vai me ser suficiente.&lt;br /&gt;Decidi me desprender de meus sonhos infantis e encontrar a realidade instável que me convém.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-8876541281529761722?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/8876541281529761722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/03/sonhos-pra-tras.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/8876541281529761722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/8876541281529761722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/03/sonhos-pra-tras.html' title='Sonhos pra trás'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-2608264724009192881</id><published>2010-03-14T07:41:00.001-07:00</published><updated>2010-03-14T08:10:06.739-07:00</updated><title type='text'>Orgulho</title><content type='html'>O pequeno copo em cima da mesa dele contem cerveja barata.&lt;br /&gt;  Cerveja barata e quente, diga-se por sinal, porque o refrigerador do bar está quebrado. Tanto faz pra ele, ainda mais que a cerveja sai cinqüenta centavos mais barata por isso. E além do mais, ele tem coisas muito mais importantes a se preocupar do que o gosto amargo da bebida. &lt;br /&gt;  No celular ele fala alto com a voz grossa de meia idade.Pelas roupas que usa percebo que o salário que recebe não é lá grandes coisas. Ficou conversando uns vinte minutos com alguém do outro lado da linha, rindo alto, como se precisasse da minha e da atenção das outras pessoas do recinto, mesmo que não direcionasse o olhar pra ninguém, pois seu orgulho não deixava.&lt;br /&gt; Gira a chave da moto entre os dedos da mão, e bate os pés com coturnos pretos enlameados. Depois de meia hora que ele bebe o primeiro gole, e vira o copo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Estou decidida em pensar que ele precisa de algo mais forte. Talvez um gole de Absinto ou uma dose farta de amor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-2608264724009192881?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/2608264724009192881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/03/orgulho.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2608264724009192881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/2608264724009192881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/03/orgulho.html' title='Orgulho'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-4185021758787001235</id><published>2010-03-04T11:38:00.000-08:00</published><updated>2010-03-04T11:47:54.100-08:00</updated><title type='text'>Merdas aocntecem.</title><content type='html'>Parei uns segundos (ou foram horas?) para refletir sobre nós hoje. Não seria nada anormal comparado que eu sempre faço isso, a muito tempo todos os dias da minha vida desde que te conheci. Mas hoje não parece um dia normal, porque não foi como sempre. Nada de corações coloridos, sem pensamentos felizes e nada de fogos de artificios imaginarios.&lt;br /&gt;A primeira coisa que cheguei a conclusão, é que nosso tudo sempre foi nada. Mas ao mesmo tempo, o nosso nada sempre foi tudo pra nós. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem mais delongas, eu não tenho mas inspiração pra escrever, da pra se perceber isso. Anda parado o blog, e as folhas dos cadernos estão sempre limpas e sem rabiscos de frase alheias. Pra mim , é foda ficar assim e eu não entendo porque esse bloqueio mental pairou sobre mim. Não da pra aguentar.&lt;br /&gt;Vou morrer se não conseguir mais escrever.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-4185021758787001235?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/4185021758787001235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/03/merdas-aocntecem.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/4185021758787001235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/4185021758787001235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/03/merdas-aocntecem.html' title='Merdas aocntecem.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8037916455652045577.post-7488728126755550048</id><published>2010-02-04T08:53:00.000-08:00</published><updated>2010-02-04T09:11:40.757-08:00</updated><title type='text'>Sozinha e sem fala.</title><content type='html'>No silêncio da noite, é quando eu consigo imaginar perfeitamente meus sonhos. Consigo idealizar tudo aquilo que eu sempre quis e infelismente, talvez por incopetencia e ignorancia minha não cnsegui, e nem consiguirei (não sozinha). Na noite, quando tudo ta silencioso, e tudo que eu posso ouvir é meu próprio coração, eu me reviro. Me reviro por não poder ouvir o seu coração. Não poder ouvir sua voz falando baixo no meu ouvido todas aquelas palavras que sabe que eu quero ouvir. Sinto falta das discussões também, muita falta de brigar e ficar putamente brava com suas verdades. Fazia parte de toda aminha felicidade, a tristeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não soube o que fazer quando você jogou os braços pro ar e desstiu de tudo. Você desistiu de mim, de você, da vida e de todo o resto. Me deixou sem fala. Você ficou sem fala. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de todos os cigarros, todas as bebidas, todas as garotas e garotos que passamos, você simplesmente diz 'não'? Ah, eu nunca mais vou amar de novo, não vou mais cantar aquela música. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I'm speechless.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8037916455652045577-7488728126755550048?l=masoquismomental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://masoquismomental.blogspot.com/feeds/7488728126755550048/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/02/sozinha-e-sem-fala.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7488728126755550048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8037916455652045577/posts/default/7488728126755550048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://masoquismomental.blogspot.com/2010/02/sozinha-e-sem-fala.html' title='Sozinha e sem fala.'/><author><name>Divina Jasmim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17729115193380995034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-PkXy_ocpKzs/TwhOBPeL9KI/AAAAAAAAAT4/GuEhy8CHOnQ/s220/379421_2904655933026_1159340935_33092877_1803880064_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
